Nerd Girl Problems

Compilar vários e vários problemas que garotas nerds têm, essa é a ideia de um tumblr que eu achei recentemente (link AQUI) onde você pode achar posts como esse:

"Quando seu personagem preferido morre"

Não tem nada de “Céus, isso irá mudar minha vida!!”, mas certamente é engraçado ler os problemas que as outras pessoas sugerem para que virem posts. Mais engraçado ainda é quando você se identifica com eles – foi o momento em que eu me senti mais Nerd-Girl na minha vida, quando eu descobri esse blog. E então tem toda aquela história de “céus, achei pessoas iguais a mim!!!111!onze!”.

"Quando você fala ou ri quando está no computador sem perceber que tem pessoas vendo"

"Quando você gosta de Yaoi e/ou Yuri e as pessoas acham que você é lésbica" - por isso eu nunca passei, acho D8

E se você tem um tumblr, pode seguir – embora euzinha não ganhe nada com isso, fica a sugestão. Ah, e fica também mais alguns posts:

"Quando o filme não tem nada a ver com o livro e todos amam o filme"

"As pessoas acham que você é estranho porque você gosta de cheirar livros" - seeeempre acontece -_-'

"Esportes" - e esse nem precisava de tradução 8D

O ponto mais negativo que eu acho desse tumblr é que é em inglês e nem todo mundo se deu ao trabalho de aprender (embora jogar vídeo-game seja como portas abertas para quem não deixa que nada o impeça) e eu fui traduzindo e colocando na legenda, porque eu me lembro de pessoas como eu que não tiveram uma boa história com o idioma, ou só não se interessaram mesmo. xD

E só porque eu estou numa onda de fangirling por Jogos Vorazes que vai estar até fim de semana nos cinemas (espero):

É isso, por agora, creio eu. Embora eu esteja muito tentada a publicar o post sobre os trailers de Branca de Neve e o Caçador e meus comentários sobre a coisa /pensa.

Dica de Diva: Unha Ombré

Desde o início do blog existe um assunto que eu queria falar muito, muito, muito, porque é uma coisa que eu adoro, apesar de ser uma coisa bem mulherzinha – e certo que esse blog é uma coisa mulherzinha nerd, então… – e esse determinado assunto é: Unhas!

Unhas, Nail Art, esmaltes, o que fosse. Considerando que é uma das coisas mais fúteis na minha vida desde que eu descobri o colorido mundo dos esmaltes, acho que é uma coisa válida para se falar em um blog como esse. Mas nunca tive realmente coragem, porque achava uma coisa tão, tão inútil que não valeria a menos que fosse transformado em algo minimamente útil – eu ando meio paranoica com esse lance de útil/inútil.

Por isso que hoje eu estou aqui com esse post dedicado às unhas. Bom, não exatamente às unhas de um modo geral, mas a uma forma de pintar as unhas que eu realmente achei lindo.

Essa ideia na verdade veio da Nai, a Mums, do blog Universo de Diva (do qual teoricamente eu sou uma das autoras), que fez um post sobre unha ombré, após divulgar essa coisa linda no Facebook – na verdade as primeiras que ela fez nesse estilo.

E o interessante é que é uma coisa muito fácil de fazer e bem diferente.

“Diferente como?” – Eu pensei comigo mesma quanto escrevia a frase anterior.

Exatamente assim:

Também dá pra fazer desse jeito *3*

E é fácil, porque você precisa apenas de alguns esmaltes, esponja – pode ser até mesmo aquelas de lavar louça – e um pouquinho de criatividade.

Primeiro você deve escolher um esmalte que seja a base, com o qual você deve pintar toda a unha – e tem que deixar secar bem. Depois você pega um outro esmalte, passa um pouquinho na esponja e sai dando batidinhas na unha. E vai dando batidinhas na unha com quantos esmaltes diferentes você quiser – cuidado com o exagero! – dando, ou não, um efeito degradé, o que fica a critério. Por fim,é só passar um esmalte incolor por cima que fica tudo um glamour só.

Os resultados podem ser bem variados, dos mais espalhafatosos aos mais simples e as possibilidades de combinação são infinitas [?].

Copiando Seguindo o modelo do post da Mums, aí vai um vídeo com tudo explicado de como fazer, mesmo que todo em inglês – porque dá pra entender o que fazer (o mesmo vídeo usado no post dela, só pra constar).

Aí a minha humilde pessoa, na tentativa de fazer isso pela primeira vez, acabou produzindo isso:

Não que dê pra ver muito bem, foto tirada no celular ¬¬

E fim.

Só pra não ficar um post inútil aqui e então – que não aconteça – eu fique sem aparecer por um mês (de novo), eu vou voltar ainda hoje com uma resenha, acho. Só não joguem pedras xD

See ya~

Sobre moda

"Sou a rainha da moda, mil bgs =*"

Eu nunca fui o tipo de garota que liga para “moda”. Aliás, nunca houve realmente uma necessidade (não é uma coisa da qual você precise se você cresce cercada por caras, se você vive em colégios com fardas e passa a maior parte do seu tempo livre em casa) então não era como se houvesse algum jeito de me preocupar.

Já nos meus dezessete anos, se não me engano, minha amiga conseguiu uns convites para um desfile que ia ter por aqui. Conseguimos chegar atrasada em um deles, entramos na cara-de-pau em outro e no último entramos “legalmente”. O engraçado é que aquele definitivamente não era um lugar para mim, mas eu continuei lá, bravamente.

Ela me explicou que nos desfiles o que se levava em consideração era as tendências que um estilista mostrava em sua coleção. Um determinado tipo de tecido, algumas cores, tamanhos das roupas, texturas e tudo o mais. O que nunca ficou claro para mim naquele dia foi o quê exatamente o cara do último desfile queria mostrar com aquelas roupas, enfim.

Atualmente não é como se as coisas tivessem mudado, porque não mudaram. Eu continuo sem me preocupar muito com moda – aliás, sempre fui seguidora da ideia de que só é preciso que você se sinta bem. Mas aí me livrei daquele lance das fardas de colégio e agora tenho que pelo menos me adaptar ao meio e tentar me tornar invisível – como sempre, e não parecer uma desleixada e acabar chamando atenção por isso.

Aliada a esse detalhe, minha prima esteve aqui em casa há algum tempo e ela disse uma coisa que me chamou atenção: “Só vou usar essa peça (uma que ela comprou) quando sair de moda e ninguém mais estiver usando”. E eis que veio a ideia do post. A história é meio longa, mas vai servir para entender qual a minha ideia.

 

Para começo de conversa, eu ainda não entendo qual o grande lance da moda. Quer dizer, a moda relativa a tendências. Primeiro porque tendências vêm e vão. E segundo, porque se uma coisa vira tendência, todo mundo quer ter/usar e isso meio que acaba com o individualismo de cada um (é, eu sou individualista, vai encarar?). E fica todo mundo parecendo clone de todo mundo.

Porque eu adoro motivacionais ;D

Outro ponto que eu não gosto na moda é o fato de que a maioria dos lugares (os lugares onde eu gosto de comprar roupas com um preço legal) só vende roupas seguindo a nova tendência, sendo que eu na maioria das vezes nem gosto tanto assim do que está na moda (muitas vezes acho falta de bom gosto mesmo, pelo menos comparado com o que eu gosto/gostaria de usar – mais o “gostaria” do que gosto, enfim). E nem vou citar exemplos.

Se uma vendedora – o que acontece na vergonhosa maioria dos casos – diz, tentando me convencer a comprar algo “Ah, isso tá na moda agora”, ou ainda “Todo mundo está comprando esse tipo de roupa”, é pedir para eu virar as costas e nem cogitar levar a dita roupa. É infantilidade da minha parte, eu sei, obrigada.

E depois, as roupas acabam indo parar em algum lugar no fundo do seu armário, ou ainda virando doação (o que é até um destino legal para as roupas que já estão “fora de moda”).

Eu até que gosto de vestir roupas velhinhas que são até atemporais, ou algo do gênero, porque não sou muito fã de sair para comprar roupa, quando eu poderia dormir depois de ficar até de madrugada no computador – não que eu realmente durma até depois das sete.

 

"Sempre na moda ;D"

Outra coisa ruim com a moda é que muitas vezes, considerando o que passa em comerciais, se você não tem determinada coisa você vai ser excluído do seu círculo social, porque seus amigos também vão ter aquela coisa da moda e vão acabar fazendo você se sentir excluído – conscientemente ou não… E eu tenho a impressão de que já falei sobre isso em algum lugar.

Só para finalizar o post, eu só quero dizer que a maioria das coisas que eu falei é relacionada a um julgamento da mídia no qual eu fui uma verdadeira acusadora… Porque, enfim, a mídia e a moda estão juntas – ou não. E eu nem estou condenando a moda à fogueira…

Na verdade, o objetivo desse post ainda é meio… Nublado para mim. Acho que eu só quero criticar a moda e as coisas que estão na moda. Ou talvez eu só queira justificar o fato de que eu não ligo tanto assim para isso. Vai saber.

Até muito em breve õ/

Essa mulher chamada Akira Amano

Então, eu realmente nem lembrava que hoje era dia da mulher, até que meu pai, meio alegre demais por conta de uma dose de álcool (não façam isso em casa, guys), veio todo alegre e tal me desejar parabéns e fazer piadinha com a minha cara (detesto as piadinhas dele). Enfim.

Aí eu pensei: “Eu devia fazer alguma coisa para o blog“. E de repente, ou não tão de repente assim já que eu estava olhando algumas… coisas de Reborn (sem detalhes), eu lembro que queria escrever sobre Katekyo Hitman Reborn e sobre o fato de que é criação de uma mulher. Uno o útil ao agradável e voilà.

Depois da minha doce (ou não) trajetória, aqui estou eu para falar dela, Amano Akira (ou Akira Amano? Juro que já nem sei mais), a pessoa que idealizou, criou, desenhou, escreveu e tudo o mais… Bom, a pessoa que eu acho que vou admirar a minha vida toda por ter criado Katekyo Hitman Reborn e todos aqueles personagens.

Eu podia falar de diversas mulheres. Eu podia falar de Maria, mãe de Jesus, já que sou católica. Eu poderia falar do quanto eu amo a Richelle Mead e a Meg Cabot por serem escritoras das porcarias açúcaradas que eu mais adoro, eu poderia falar da J. K. Rowlling por ter criado aquela coisa incrível que é Harry Potter e todo aquele universo, eu poderia falar de qualquer jogadora de Volei da seleção brasileira, eu poderia falar de ficwriters cujas histórias me fazem feliz, eu poderia falar da minha mãe, das minhas primas, das minhas tias, das minhas avós com suas porradas de filhos, eu até poderia falar das minhas amigas (mesmo que às vezes elas estranhem terem os nomes aqui, certo, Lara?). E eu não vou fazer isso, porque ainda estou aturdida com o fato de Reborn ser dela.

Não que todas as outras pessoas que eu citei aqui não sejam importantes. Cada uma tem sua importância, sim. E talvez, numa outra ocasião, eu até fale delas. Mas agora é um outro momento.

Por que Amano Akira?, você me pergunta.

E eu te respondo da forma mais bajuladora que consigo: Porque ela é uma japonesa, mangaká, que não escreve shoujos e sim um shounen (muito bom diga-se de passagem), que não esquece dos fanservices em sua obra (principalmente para as garotas, eu acho… ou eu vejo na maioria das vezes o fanservice para garota por que eu sou uma?), que coloca comédia, lutas, momentos de cortar o coração, que criou as coisas mais lindas que eu já vi até agora (Gokudera, Yamamoto, Dino, Ryouhei, Spanner, Gamma, Squalo, Xanxus, Mukuro entre outros) e que me fez assistir a uns setenta episódios de um anime em uma semana (se não menos), coisa que eu não fazia desde que eu via Naruto clássico, quando eu não tinha internet para me distrair. Ou talvez a pessoa que tenha feito isso foi a Lara e a vontade de ler algumas fics…

Ok.

Vemos grandes mangás por aí no mundo, como Bleach, One Piece, Fairy Tail, Naruto e até outros, mas você nunca espera que uma mulher os escreva. Eu pelo menos não esperava. E foi um choque o dia em que eu descobri esse detalhe (tudo bem que eu desconfiava com algumas tendências yaoi*, mas ainda foi um choque…).

Não é como se eu mesma tivesse preconceito com mulheres escrevendo coisas que não são shoujo/romance água-com-açúcar (só eu sei o que tenho lido e escrito nos últimos anos… muitos nada românticos, devo ressaltar). Não é como se eu estivesse inferiorizando uma mulher pelo fato de ela ser mulher e achar que competir com homens que escrevem mangás é perda de tempo.

Não.

É só costume mesmo.

Meu irmão já falou algumas vezes sobre um tal de fitness mental (Natanael, você foi citado) em que você tem que mudar algumas das coisas que são rotineiras na sua vida, porque se não seu cérebro vai se acostumar e ficar acomodado. E foi mais ou menos isso o que acontecia com o meu cérebro.

Então você vê o mangá/anime. Você, seja garoto ou garota. Você acha o primeiro episódio tosco, mas decide se aventurar pelos próximos episódios/capítulos e então você se vê preso na história e não quer mais largar. Porque, no fim das contas, é uma história com tudo o que eu já falei que era. Corrijam-me se eu estiver errada, por favor.

E não se preocupem com tendências yaoi, porque isso não tira o mérito da obra (na maioria das vezes as pessoas nem percebem – um amigo meu que o diga).

Além do fato de ser uma mulher, ainda é uma mulher japonesa. Acho que com todo aquele lance de tradicionalismo japonês e como a mulher era tratada antigamente (sabe-se lá Deus se não existem ainda aqueles que ainda tratam as mulheres como antigamente) não deve ter sido fácil. E a verdade é que eu realmente não entendo de cultura nipônica atual (meu forte é história medieval dos países – não tenho todo o conhecimento sobre todos, obviamente, mas é onde eu mais me destaco em história – mesmo que em história antiga eu também seja boa, modéstia a parte).

Mas, o fato é, se no Brasil que, apesar de ser um país Subdesenvolvido (ou eu deveria falar Em Desenvolvimento?), é um país ocidental, as coisas não são as melhores para nós, então talvez no Japão, com toda sua tradição, também não seja fácil.

O que me faz pensar que mulheres como ela e todas as outras que eu citei anteriormente (por motivos diferentes, mas importantes) deviam servir de exemplo, assim como Joana D’rc, Jane Austen, Carlota Jaquina, Maria Antonieta, Evita Peron, Rainha Elizabeth I, Cleópatra e tantas outras (atualmente a nossa Presidente Dilma também, espero que tenha um bom governo) que tiveram sua cota de importância nesse mundo que muitas vezes foi tido como patriarcal.

Então é isso, eu acho. Só tenho uma última coisa a dizer: Obrigada, Amano Akira, por ter criado essa coisa que é Reborn e continue escrevendo, hahahahah.

Curioso para saber o que é Katekyo Hitman Reborn?

Aqui:

Katekyo Hitman Reborn conta a história de Sawada Tsunayoshi, chamado por seus amigos apenas de Tsuna. Conhecido na sua escola como o “bom-em-nada-Tsuna” Por sua falta de habilidade nos estudos e nos esportes. Tsuna está em seu primeiro ano no colegial e é apaixonado por sua colega de classe: Sasagawa Kyoko. Certo dia em sua casa Tsuna recebe um estranho bebê, chamado Reborn, que se auto intitula um hitman e diz ser seu professor particular para que se torne o próximo líder da máfia Italiana. Família Vongola e a partir daí a vida de Tsuna melhora e passa por dificuldades desde o aparecimento de Reborn.

(Tirado da Wikipédia, obviamente).

Feliz dia das mulheres a todas, mesmo que o dia esteja acabando.

õ/

*Yaoi: Relacionamento homossexual entre dois homens. O termo usado para classificar fics, doujinshis, mangás/animes e tudo o mais.

Top 5: Os melhores mocinhos dos Shoujos

(Na minha opinião, claro… porque opinião, todo mundo sabe, cada um tem a sua).

Então, como boa otome (ou não) eu meio que acabo dedicando uma parte do meu tempo à mangás shoujo (mangás ou animes, varia). Aí, querendo ou não, você acaba encontrando um mocinho ou outro que faz um anime qualquer (que muitas vezes não tem nada de interessante) ficar muito mais… divertido. Sim, esse é um post totalmente mulherzinha, porque eu queria fazer a bendita lista com os últimos mocinhos que chamaram a minha atenção. E o motivo para isso? Como disse a Cherry B em um post recente do Nem um pouco épico: Porque eles são limdos, só por isso.

Eu normalmente tenho problemas com mocinhos, por eles serem bonzinhos demais e tals, mas quando eu encontro mocinhos lindos e não tão bonzinhos assim, a coisa toda muda de figura e o meu lado fangirl desperta. [Hahah].

Eu já tinha a lista há algum tempo, só precisava mesmo ser melhorada e eu precisava fechar pelo menos um top 5. Então a Ana apareceu com uma ideia para um Challenge que envolve pegar todos os seus personagens preferidos e fazer uma lista alfabética com os melhores (depois eu vou colocar a lista aqui), desse modo acabou surgindo um ou outro mais pra completar essa lista aqui… Mas agora eu vou deixar de enrolar e ir logo ao que interessa:

Top 5: Melhores Mocinhos de Shoujo

(Do quinto ao primeiro lugar na minha preferência)

x Tuxedo Mask (Sailor Moon)

A típica paixonite infantil. Eu era uma criatura de quatro a pelo menos seis anos (não sei ao certo) quando eu assistia a Sailor Moon e, né, quando eu cresci ele meio que ficou lá, marcando a minha infância. Porque eu adorava ele, achava ele super legal e meio gentleman com aquelas rosas. Além disso, sai conquistando corações pelo elenco feminino do anime. E acho bem legal o fato de que ele não era lá essas coisonas toda quando era Darien, porque ele não se entendia muito bem com a Serena (que é a pessoa que ele ama e bla, blá, blá, aquele melecada sentimental toda). Não era tão perfeitinho assim quando o assunto era a protagonista.

 

x Takano Kyohei (Yamato Nadeshiko Shichi Henge)

Apesar dos traços da mangaká me parecerem completamente estranhos, o Kyohei é uma coisa linda e super fofa, além de ser meio bad-boy e meio idiota também. É diferente de muitos mocinhos chatos que eu já vi por aí. Apesar de ser considerado o cara mais bonito do mangá todo, está cansado da beleza, principalmente porque ele foi expulso de casa por conta da quantidade de garotas que apareciam diariamente, fazendo a mãe dele ficar louca. E ele é bastante assediado também, tanto por mulheres quanto por homens (esses é que se aproveitam mesmo).  Então ele meio que abomina o fato de ser tão bonito (o que me faz achar tudo engraçado) e me faz colocá-lo em quarto lugar nessa lista.

 

x Kiryuu Zero (Vampire Knight)

Um problema com Vampire Knight é que é meio difícil dizer quem é mocinho quem é vilão ali, mas eu considero o Zero como o mocinho, porque ele é uma das maiores vítimas dos vampiros e tals (e tem aquele mimimi todo dele ser meio emo revoltado com os vampiros). Então, ele é fofo, mas mete medo em muita meninazinha descerebrada que só quer saber de pra quem vai dar o chocolate de dia dos namorados. É meio revoltado e é apaixonado pela songa monga Yuuki (isso é meio perceptível, sim, nem tentem dizer nada em contrário), tudo bem, temos nossos defeitos. Mas eu já disse que ele é fofo? =3

x Usui Takumi (Kaichou Wa Maid-sama)

O Usui seria o típico personagem que eu lançaria faíscas de ódio toda vez que o visse. Ele é feito pra ser perfeito. Simples assim. Provavelmente é rico (isso não fica claro no anime), toca violino, inteligente, provavelmente é bom nos esportes (eu não lembro se ele joga outros esportes, mas ele se garante no voley!! E eu joguei/amo voley, isso acabou contando pontos positivos pra ele), sabe cozinhar que é uma maravilha, tem lá suas habilidades em luta, é um verdadeiro cavalheiro, faz tudo pela protagonista… Argh, é muita coisa pra uma pessoa só. E eu realmente o odiaria, se ele não tivesse uma personalidade que faz parecer que está tudo bem em um personagem ser tudo isso o que eu listei (e provavelmente muito mais). Ele foi o personagem que mais me fez rir no anime, ele pode ser uma pedra no sapato quando quer e o melhor de tudo: Ele faz as coisas acontecerem em um mangá shoujo! Tanto que a Misaki (vulgo protagonista) passa o anime todo o chamando de pervertido. Ele tem umas tiradas meio pervertidas, sim, mas as coisas ficam mil vezes mais divertidas que aqueles shoujos cheios de “mimimi” por conta disso. Pronto, falei. E ainda por cima é muito fofo. (No anime não acontece nada impróprio para menores, só pra constar… quer dizer, eu acho que não).

 

x Tsuruga Ren (Skip Beat)

Apesar de ter um final frustrante, o anime (anime, sabe?, não o mangá, porque eu não encontrei o mangá pra eu ler) até que tem um protagonista no mínimo decente. E, olhem só, ele está no primeiro lugar da minha lista. Certo, o Ren é um ator e, sendo assim, ele tem contato com muita gente. Ele precisa ser uma pessoa educada, pelo menos, e é bastante gentil com a maioria das pessoas. Mas com a protagonista ele parece ter um problema pessoal, já que não a trata tão bem assim. Mas com o decorrer do anime as coisas vão se ajeitando e ele passa a ser uma pessoa mais gentil até com ela. Eu coloquei em primeiro lugar na lista, porque ele é educado, tem um lado um tanto quanto inexeperiente, é competente no trabalho e é limdo. Não é tão perfeito quanto o Usui e sabe ser fofo, sim. Mas o final do anime…

Well, fica a dica aí também de animes para serem assistidos – esses moços acabam sendo um motivo a mais pra ver (se bem que Sailor Moon eu já não entendo, porque tem alguns milhares de episódios e umas trocentas [?] sagas que acabaram me confundindo, já que não sou mais a menina de seis [eu tinha mesmo seis anos quando assistia?] anos que assistia a esse negócio).

E futuramente eu volto com posts mais sérios e menos mulherzinha… Ou não -q.

;D

Bolsas-livro

Então. Esse aqui eu vi no blog Li no ônibus, da Carolina Barcelos. São bolsas que parecem livros e foram feitas pela francesa Olympia le Tan. As peças são feitas à mão e reproduzem capas antigas de livros clássicos da literatura.

Aparentemente essas bolsas são um sucesso no exterior, sendo mostradas em revistas de moda como a Vogue, a Elle e vistas nas mãos de algumas atrizes atrizes…

Sinceramente, eu achei que a ideia é interessante. Ajudaria muita gente a posar de cult por aí. E o legal é que tem muita gente que anda com livros na bolsa e agora vai poder andar com a bolsa no livro [?]. Ok, essa foi péssima.

Algumas capas eu até achei bonitas e acho que usaria algumas delas, sim, embora muitas pessoas achem essas bolsas estranhas… Fazer o quê? Cada um tem sua opinião. Hahah. Agora eu só não sei se as usaria por muito tempo, já que minha opinião pode mudar a qualquer hora…

Enfim, é isso.

– Imagens: Capricho

Olympia le Tan

Artes marciais

Artes marciais é um termo aplicado para definir o sistema de treinamento de combate, geralmente sem o uso de arma de fogo ou arma moderna. O termo refere-se ao deus grego/romano Ares/Marte. Antigamente tinha caráter militar, mas atualmente assume aspectos de auto-defesa e até esportivo.

O termo, Arte Marcial, pode ser aplicado tanto para técnicas e combate orientais quanto ocidentais, até mesmo a esgrima é considerada como uma arte marcial, enquanto o Krav Magá não é exatamente considerado como tal (não existe reconhecimento mundial). Outros termos também podem ser encontrados em outros lugares para definir esses sistema de técnicas de combate, como por exemplo na China e no Japão.

Exemplos de artes marciais são o Karatê, o Judô, o Kung Fu, o Jiu Jitsu, Tai Chi Chuan, Taekwondo, Boxe… E por aí vai.

Não sei exatamente o que poderia levar uma pessoa nerd a praticar um sistema desses. Devem existir trilhões de motivos imagináveis (e não-imagináveis também). Pode vir da inspiração de algum filme, jogo, livro, RPG… E por aí vai. Pode ser uma tentativa de se defender ou de pelo menos sentir que é capaz de fato de se defender, pode ser pra impressionar alguém, pode ser pelo fato de a mãe viver reclamando de sedentarismo, pode ser por consciência de sedentarismo…

Enfim, o que importa, no fim das contas, é que independente do motivo que tenha dado início a esse interesse pela arte marcial em questão a pessoa decida se dedicar de verdade pra aprender, crescer, se aperfeiçoar, levando em consideração que o caminho muitas vezes pode ser chato e cansativo, mas pode trazer boas recompensas (ou não).

De qualquer forma, acredito que são vários os beneficíos. Além de se ter um meio de defesa, há a melhoria na qualidade de vida pela prática como esporte, aumento de concentração, disciplina, confiança, carater, esforço… enfim, melhorias tanto físicas, quanto mentais/espirituais[?].

Não que as melhorias sejam imediatas… Talvez exceto as físicas, já que em duas ou três semanas eu já tinha perdido dois quilos praticando karatê… mas ainda sim há uma melhora.

E o que eu queria com esse post? Simples, além de falar sobre artes marciais, origem, benefícios e tudo o mais, era pra falar que, se você decide começar algo, seja qual for o motivo, você tem que encarar como algo que você quer realmente fazer e se esforçar pra isso, sem medo de estar fazendo papel ridículo (eu que o diga com todas aquelas bases estranhas do karatê – zekutsu-dacchi, kiba-dacchi, kokutsu-dacchi… – além do kiai).

Ah, e procurem não ficar paranóicos quanto a fato de praticar uma arte marcial ser ou não coisa de nerd – como eu já vi pessoas fazerem – relaxem e aproveitem os conselhos dos respectivos professores/mestres.

É isso, acho ._.