Nerd Girl Problems

Compilar vários e vários problemas que garotas nerds têm, essa é a ideia de um tumblr que eu achei recentemente (link AQUI) onde você pode achar posts como esse:

"Quando seu personagem preferido morre"

Não tem nada de “Céus, isso irá mudar minha vida!!”, mas certamente é engraçado ler os problemas que as outras pessoas sugerem para que virem posts. Mais engraçado ainda é quando você se identifica com eles – foi o momento em que eu me senti mais Nerd-Girl na minha vida, quando eu descobri esse blog. E então tem toda aquela história de “céus, achei pessoas iguais a mim!!!111!onze!”.

"Quando você fala ou ri quando está no computador sem perceber que tem pessoas vendo"

"Quando você gosta de Yaoi e/ou Yuri e as pessoas acham que você é lésbica" - por isso eu nunca passei, acho D8

E se você tem um tumblr, pode seguir – embora euzinha não ganhe nada com isso, fica a sugestão. Ah, e fica também mais alguns posts:

"Quando o filme não tem nada a ver com o livro e todos amam o filme"

"As pessoas acham que você é estranho porque você gosta de cheirar livros" - seeeempre acontece -_-'

"Esportes" - e esse nem precisava de tradução 8D

O ponto mais negativo que eu acho desse tumblr é que é em inglês e nem todo mundo se deu ao trabalho de aprender (embora jogar vídeo-game seja como portas abertas para quem não deixa que nada o impeça) e eu fui traduzindo e colocando na legenda, porque eu me lembro de pessoas como eu que não tiveram uma boa história com o idioma, ou só não se interessaram mesmo. xD

E só porque eu estou numa onda de fangirling por Jogos Vorazes que vai estar até fim de semana nos cinemas (espero):

É isso, por agora, creio eu. Embora eu esteja muito tentada a publicar o post sobre os trailers de Branca de Neve e o Caçador e meus comentários sobre a coisa /pensa.

25 de Maio

E aqui estamos nós de novo, mais um dia da toalha.

Muito conveniente desaparecer e só voltar a escrever algo em um dia tão… peculiar (o qual já teve até direito a “bombardeio” de toalha hoje).

Mas, voltando, meu objetivo com esse post hoje… Bom, ele não existe. Eu simplesmente quis escrever algo e aqui estou eu.

Sabem, é engraçado ver como as coisas estão se espalhando… Ou talvez eu apenas decobri como se pode descobrir coisas na internet – mas isso não importa. O negócio é, #OrgulhoNerd está nos TT’s – tive um susto quando vi.

Também vi várias menções ao Dia da Toalha e até promoções no Twitter (a “ideia” para esse post só nasceu mesmo, porque eu entrei no twitter e me deparei com isso tudo).

Eu já falei em ocasiões anteriores, com um pouco menos de maturidade e até mais fanatismo, sobre o que era ser nerd, já fiz um post inteiramente voltado para esse dia, acho que já devo ter comentado sobre o que está acontecendo e que muitos caracterizam como “ser nerd virou moda”.

Não lembro se coloquei os pretensos Direitos e Deveres dos nerds, tenho plena consciência de que esse é um post completamente inútil. Também não recordo se já falei sobre o preconceito com nerds de um modo geral – mas isso é uma coisa que acontece e sobre a qual provavelmente falarei um dia.

Sei que já coloquei uma imagem totalmente voltada para garotas que também merecem fotos de caras gatos usando toalhas – não é só os meninos que merecem. E não consigo pensar em mais nada legal para ser feito nesse blog com relação ao assunto.

Acredito que hoje só posso desejar:

E comentar que acho interessante olhar também pelo outro lado – e não só ver que existem milhares e milhares de nerds posers por aí. Acho que nesse dia do Orgulho Nerd (e também dia da toalha), desse ano, eu vou aproveitar para me orgulhar dos grandes nerds que se destacaram no cenário mundial e agradecer pela grande febre que isso gerou – apesar do lado negativo que muitos conhecem – já que, assim, pudemos ter muito mais contato com coisas consideradas integrantes da cultura nerd.

O fato de estar se popularizando ajuda, facilita as coisas.

E isso é que é o mais legal de tudo isso, eu acho. (“Pollyana feelings” – se não entendeu, procure pelo livro Pollyana, de Eleanor H. Porter)

Ok, vou parar com as filosofias baratas. Espero voltar em breve com posts mais úteis.

(E também vou agradecer pelo fato de o mundo não ter acabado dia 21 de maio…)

Épicas Batalhas de Rap da História

Nem sou muito fa de rap e acredito que muitos já devem ter visto esses vídeos em algum lugar da internet e tals, mas eu até que queria colocar aqui – para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ver e porque eu adoro história – esses vídeos de batalhas de rap envolvendo personagens históricos e personagens que estão aí atualmente (ou não atualmente assim, hein, Darth Vader?).

E o legal é que, além de se divertir ouvindo rap – para quem curte – ou lendo a letra da música – que é bem divertida – dá para aprender algumas coisas (como por exemplo: Elise, citada pelo cover do Justin Bieber, faz referência a uma música do Beethoven chamada “Para Elise”  – Für Elise – informação que provavelmente nem é tão útil assim, eu sei). Clique no “view full article” para ver as outras batalhas de rap.

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Essa mulher chamada Akira Amano

Então, eu realmente nem lembrava que hoje era dia da mulher, até que meu pai, meio alegre demais por conta de uma dose de álcool (não façam isso em casa, guys), veio todo alegre e tal me desejar parabéns e fazer piadinha com a minha cara (detesto as piadinhas dele). Enfim.

Aí eu pensei: “Eu devia fazer alguma coisa para o blog“. E de repente, ou não tão de repente assim já que eu estava olhando algumas… coisas de Reborn (sem detalhes), eu lembro que queria escrever sobre Katekyo Hitman Reborn e sobre o fato de que é criação de uma mulher. Uno o útil ao agradável e voilà.

Depois da minha doce (ou não) trajetória, aqui estou eu para falar dela, Amano Akira (ou Akira Amano? Juro que já nem sei mais), a pessoa que idealizou, criou, desenhou, escreveu e tudo o mais… Bom, a pessoa que eu acho que vou admirar a minha vida toda por ter criado Katekyo Hitman Reborn e todos aqueles personagens.

Eu podia falar de diversas mulheres. Eu podia falar de Maria, mãe de Jesus, já que sou católica. Eu poderia falar do quanto eu amo a Richelle Mead e a Meg Cabot por serem escritoras das porcarias açúcaradas que eu mais adoro, eu poderia falar da J. K. Rowlling por ter criado aquela coisa incrível que é Harry Potter e todo aquele universo, eu poderia falar de qualquer jogadora de Volei da seleção brasileira, eu poderia falar de ficwriters cujas histórias me fazem feliz, eu poderia falar da minha mãe, das minhas primas, das minhas tias, das minhas avós com suas porradas de filhos, eu até poderia falar das minhas amigas (mesmo que às vezes elas estranhem terem os nomes aqui, certo, Lara?). E eu não vou fazer isso, porque ainda estou aturdida com o fato de Reborn ser dela.

Não que todas as outras pessoas que eu citei aqui não sejam importantes. Cada uma tem sua importância, sim. E talvez, numa outra ocasião, eu até fale delas. Mas agora é um outro momento.

Por que Amano Akira?, você me pergunta.

E eu te respondo da forma mais bajuladora que consigo: Porque ela é uma japonesa, mangaká, que não escreve shoujos e sim um shounen (muito bom diga-se de passagem), que não esquece dos fanservices em sua obra (principalmente para as garotas, eu acho… ou eu vejo na maioria das vezes o fanservice para garota por que eu sou uma?), que coloca comédia, lutas, momentos de cortar o coração, que criou as coisas mais lindas que eu já vi até agora (Gokudera, Yamamoto, Dino, Ryouhei, Spanner, Gamma, Squalo, Xanxus, Mukuro entre outros) e que me fez assistir a uns setenta episódios de um anime em uma semana (se não menos), coisa que eu não fazia desde que eu via Naruto clássico, quando eu não tinha internet para me distrair. Ou talvez a pessoa que tenha feito isso foi a Lara e a vontade de ler algumas fics…

Ok.

Vemos grandes mangás por aí no mundo, como Bleach, One Piece, Fairy Tail, Naruto e até outros, mas você nunca espera que uma mulher os escreva. Eu pelo menos não esperava. E foi um choque o dia em que eu descobri esse detalhe (tudo bem que eu desconfiava com algumas tendências yaoi*, mas ainda foi um choque…).

Não é como se eu mesma tivesse preconceito com mulheres escrevendo coisas que não são shoujo/romance água-com-açúcar (só eu sei o que tenho lido e escrito nos últimos anos… muitos nada românticos, devo ressaltar). Não é como se eu estivesse inferiorizando uma mulher pelo fato de ela ser mulher e achar que competir com homens que escrevem mangás é perda de tempo.

Não.

É só costume mesmo.

Meu irmão já falou algumas vezes sobre um tal de fitness mental (Natanael, você foi citado) em que você tem que mudar algumas das coisas que são rotineiras na sua vida, porque se não seu cérebro vai se acostumar e ficar acomodado. E foi mais ou menos isso o que acontecia com o meu cérebro.

Então você vê o mangá/anime. Você, seja garoto ou garota. Você acha o primeiro episódio tosco, mas decide se aventurar pelos próximos episódios/capítulos e então você se vê preso na história e não quer mais largar. Porque, no fim das contas, é uma história com tudo o que eu já falei que era. Corrijam-me se eu estiver errada, por favor.

E não se preocupem com tendências yaoi, porque isso não tira o mérito da obra (na maioria das vezes as pessoas nem percebem – um amigo meu que o diga).

Além do fato de ser uma mulher, ainda é uma mulher japonesa. Acho que com todo aquele lance de tradicionalismo japonês e como a mulher era tratada antigamente (sabe-se lá Deus se não existem ainda aqueles que ainda tratam as mulheres como antigamente) não deve ter sido fácil. E a verdade é que eu realmente não entendo de cultura nipônica atual (meu forte é história medieval dos países – não tenho todo o conhecimento sobre todos, obviamente, mas é onde eu mais me destaco em história – mesmo que em história antiga eu também seja boa, modéstia a parte).

Mas, o fato é, se no Brasil que, apesar de ser um país Subdesenvolvido (ou eu deveria falar Em Desenvolvimento?), é um país ocidental, as coisas não são as melhores para nós, então talvez no Japão, com toda sua tradição, também não seja fácil.

O que me faz pensar que mulheres como ela e todas as outras que eu citei anteriormente (por motivos diferentes, mas importantes) deviam servir de exemplo, assim como Joana D’rc, Jane Austen, Carlota Jaquina, Maria Antonieta, Evita Peron, Rainha Elizabeth I, Cleópatra e tantas outras (atualmente a nossa Presidente Dilma também, espero que tenha um bom governo) que tiveram sua cota de importância nesse mundo que muitas vezes foi tido como patriarcal.

Então é isso, eu acho. Só tenho uma última coisa a dizer: Obrigada, Amano Akira, por ter criado essa coisa que é Reborn e continue escrevendo, hahahahah.

Curioso para saber o que é Katekyo Hitman Reborn?

Aqui:

Katekyo Hitman Reborn conta a história de Sawada Tsunayoshi, chamado por seus amigos apenas de Tsuna. Conhecido na sua escola como o “bom-em-nada-Tsuna” Por sua falta de habilidade nos estudos e nos esportes. Tsuna está em seu primeiro ano no colegial e é apaixonado por sua colega de classe: Sasagawa Kyoko. Certo dia em sua casa Tsuna recebe um estranho bebê, chamado Reborn, que se auto intitula um hitman e diz ser seu professor particular para que se torne o próximo líder da máfia Italiana. Família Vongola e a partir daí a vida de Tsuna melhora e passa por dificuldades desde o aparecimento de Reborn.

(Tirado da Wikipédia, obviamente).

Feliz dia das mulheres a todas, mesmo que o dia esteja acabando.

õ/

*Yaoi: Relacionamento homossexual entre dois homens. O termo usado para classificar fics, doujinshis, mangás/animes e tudo o mais.

Wanna Be Nerd: Animes/Mangás

Wanna Be Nerd é uma coluna aqui do ParaNerd que tem por finalidade resenhar, comentar (ou o que for) sobre coisas que todo mundo acha que são requisitos necessários para ser um bom nerd. Observação válida: Não levem essa coluna tão a sério assim. Como a maioria das coisas que estão nesse blog, não passa de uma pequena brincadeira entre amigos. =]

Eu nem ia publicar isso aqui hoje. Estou com uma preguiça infeliz e queria me concentrar pra escrever alguma fanfiction… Mas acabei optando por fazer isso aqui logo, já que estava pronto até a metade… E fazia um bom tempo que eu não escrevia nada para essa “coluna”. Acho que me faltou um pouco de criatividade, mas acho que continuar falando do básico talvez seja a melhor opção, por ora.

Então. Animes e Mangás. Eles juntos vão definir os gostos de quem é Otaku, que é a definição que as pessoas usam para o nerd que que se torna um perito no assunto, oviamente obviamente.

Mangás são quadrinhos feitos por japoneses. Simples assim. E os animes são animações feitas baseadas nos ditos quadrinhos. E fim, acabou. Porque a maioria dos animes (que é definido na wikipédia como animação japonesa) é feita com base em quadrinhos japoneses. E nem importa que haja diferença na definição para orientais (que acreditam ser qualquer tipo de animação) ou para ocidentais (que acham que são só animações japonesas), a coisa é simples mesmo e acabou.

Sério, eu comecei a escrever e vi que a coisa era tão simples que me deu vontade de desistir agora.

Mas eu não vou fazer isso, mesmo que eu já tenha explicado a diferença entre Shoujo e Shounen AQUI e, mesmo que eu já tenha feito resenhas e mais resenhas de animes (nem foram tantas, eu sei). Mas existe mais coisas inexploradas no assunto (eu espero).

Animes surgiram por volta da década de 1950, após a Segunda Guerra Mundial, quando o Japão passou a sofrer bastante influência dos EUA. E foi influenciado por mídias vindas do ocidente que as primeiras animações foram surgindo.

Os mangás já são bem mais antigos. Surgiram por volta de VIII d. C. (período Nara) e estão relacionados com os primeros rolos de pinturas que surgiram. Nesses rolos, à medida que se desenrolava o papel, as imagens iam surgindo, contando uma história. É no perído Edo que os rolos foram substituídos por livros, mas nem de longe era parecido com o mangá que conhecemos hoje em dia. Esses só surgiram no início do século XX, influenciados também pela cultura ocidental que chegava ao Japão da Europa e da América.

Mas explicar a história de cada um desses tipos de mídias seria cansativo e, além disso, é possível encontrar tudo no Google (googleia aí que dá certo).

Uma coisa legal dos mangás e dos animes é que existem deles para todas as idades, de todos os gêneros, para todos os gostos (agradando a gregos e a troianos, oe). Eu li em uma revista uma vez que os animes, no Japão, eram como as novelas aqui no Brasil: muita gente assiste e gosta, sendo assunto até de discussões em rodas de conversas.

E por isso, acho que devo dizer algo que todo mundo que gosta desse tipo de coisa deve comentar sempre que alguém tenta dar uma de esperto dizendo “Mimimi isso é coisa pra criança!”. Pra criança nada! Existem até anime e mangás proibido para menores de idade! (Assim como as histórias em quadrinhos mais conhecidas como comics, que fique claro).

Muitos fãs de comics acabam tratando com menosprezo os fãs de mangá (e vice-versa). Existem características peculiares que diferenciam animes de cartoons e mangás de comics, sim. Gotas que aparecem no rosto para expressar constrangimento, aumento ou diminuição de personagem para expressar vergonha, aparecimento de dentes pontudos, chifres, ou nervos saltando para representar raiva ou maldade, além dos próprios traços que normalmente (não é sempre, ok?) são nitidamente diferentes.

Mas, no fim das contas, animes/mangás/comics/cartoons são todos manifestações culturais e, como tais, não podem ser mensurados. Sabe como é, não dá pra exisitir uma classificação como se se tratasse de uma competição entre culturas, já que estas são reflexos de um modo de vida de um povo e estão diretamente ligadas à realidade de cada um.

Uma dúvida que deve surgir com bastante frequência entre pessoas que gostam de animes e mangás é: o que fazer, ver o anime ou ler o mangá?

vareia varia de pessoa para pessoa. Há aquelas pessoas que são apressadas demais e leem rápido demais e preferem ler. Outras preferem ver tudo direitinho, nos mínimos detalhes. As lutas em mangas muitas vezes podem parecer sem sentido se você não dedica um tempo a mais de análise a elas . Mangás shoujo tendem a ser melhores para se ler, porque não possuem tanta ação assim. O anime também tem a vantagem de ser mais demorado um pouco, as pessoas podem ficar adiando e adiando o final (como eu vou fazer/faço com alguns animes). Cada uma das mídias em questão tem suas vantagens e desvantagens, mas acho que o que mais importa é ver a história do jeito que lhe parecer mais adequado.

Não sei se falei tudo o que deveria, mas acho que era tudo o que eu queria. Minha memória é péssima. Por falar nisso, esse post foi meio nostágilco, porque assisto animes desde, sei lá, que eu tinha quatro anos?! Claro, com lapsos de tempo em que eu tentava ser uma pessoa mais normal.

Enfim, acho que é só isso, mas deixo esse vídeo aqui, que é um vídeo feito mesclando abertura de vários animes (Um AMV – Anime Music Video, acho), mostrando que abertura é tudo igual (cortesia do meu irmão):

Bolsas-livro

Então. Esse aqui eu vi no blog Li no ônibus, da Carolina Barcelos. São bolsas que parecem livros e foram feitas pela francesa Olympia le Tan. As peças são feitas à mão e reproduzem capas antigas de livros clássicos da literatura.

Aparentemente essas bolsas são um sucesso no exterior, sendo mostradas em revistas de moda como a Vogue, a Elle e vistas nas mãos de algumas atrizes atrizes…

Sinceramente, eu achei que a ideia é interessante. Ajudaria muita gente a posar de cult por aí. E o legal é que tem muita gente que anda com livros na bolsa e agora vai poder andar com a bolsa no livro [?]. Ok, essa foi péssima.

Algumas capas eu até achei bonitas e acho que usaria algumas delas, sim, embora muitas pessoas achem essas bolsas estranhas… Fazer o quê? Cada um tem sua opinião. Hahah. Agora eu só não sei se as usaria por muito tempo, já que minha opinião pode mudar a qualquer hora…

Enfim, é isso.

– Imagens: Capricho

Olympia le Tan