25 de Maio

E aqui estamos nós de novo, mais um dia da toalha.

Muito conveniente desaparecer e só voltar a escrever algo em um dia tão… peculiar (o qual já teve até direito a “bombardeio” de toalha hoje).

Mas, voltando, meu objetivo com esse post hoje… Bom, ele não existe. Eu simplesmente quis escrever algo e aqui estou eu.

Sabem, é engraçado ver como as coisas estão se espalhando… Ou talvez eu apenas decobri como se pode descobrir coisas na internet – mas isso não importa. O negócio é, #OrgulhoNerd está nos TT’s – tive um susto quando vi.

Também vi várias menções ao Dia da Toalha e até promoções no Twitter (a “ideia” para esse post só nasceu mesmo, porque eu entrei no twitter e me deparei com isso tudo).

Eu já falei em ocasiões anteriores, com um pouco menos de maturidade e até mais fanatismo, sobre o que era ser nerd, já fiz um post inteiramente voltado para esse dia, acho que já devo ter comentado sobre o que está acontecendo e que muitos caracterizam como “ser nerd virou moda”.

Não lembro se coloquei os pretensos Direitos e Deveres dos nerds, tenho plena consciência de que esse é um post completamente inútil. Também não recordo se já falei sobre o preconceito com nerds de um modo geral – mas isso é uma coisa que acontece e sobre a qual provavelmente falarei um dia.

Sei que já coloquei uma imagem totalmente voltada para garotas que também merecem fotos de caras gatos usando toalhas – não é só os meninos que merecem. E não consigo pensar em mais nada legal para ser feito nesse blog com relação ao assunto.

Acredito que hoje só posso desejar:

E comentar que acho interessante olhar também pelo outro lado – e não só ver que existem milhares e milhares de nerds posers por aí. Acho que nesse dia do Orgulho Nerd (e também dia da toalha), desse ano, eu vou aproveitar para me orgulhar dos grandes nerds que se destacaram no cenário mundial e agradecer pela grande febre que isso gerou – apesar do lado negativo que muitos conhecem – já que, assim, pudemos ter muito mais contato com coisas consideradas integrantes da cultura nerd.

O fato de estar se popularizando ajuda, facilita as coisas.

E isso é que é o mais legal de tudo isso, eu acho. (“Pollyana feelings” – se não entendeu, procure pelo livro Pollyana, de Eleanor H. Porter)

Ok, vou parar com as filosofias baratas. Espero voltar em breve com posts mais úteis.

(E também vou agradecer pelo fato de o mundo não ter acabado dia 21 de maio…)

Anúncios

Épicas Batalhas de Rap da História

Nem sou muito fa de rap e acredito que muitos já devem ter visto esses vídeos em algum lugar da internet e tals, mas eu até que queria colocar aqui – para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ver e porque eu adoro história – esses vídeos de batalhas de rap envolvendo personagens históricos e personagens que estão aí atualmente (ou não atualmente assim, hein, Darth Vader?).

E o legal é que, além de se divertir ouvindo rap – para quem curte – ou lendo a letra da música – que é bem divertida – dá para aprender algumas coisas (como por exemplo: Elise, citada pelo cover do Justin Bieber, faz referência a uma música do Beethoven chamada “Para Elise”  – Für Elise – informação que provavelmente nem é tão útil assim, eu sei). Clique no “view full article” para ver as outras batalhas de rap.

.

Continuar lendo

Essa mulher chamada Akira Amano

Então, eu realmente nem lembrava que hoje era dia da mulher, até que meu pai, meio alegre demais por conta de uma dose de álcool (não façam isso em casa, guys), veio todo alegre e tal me desejar parabéns e fazer piadinha com a minha cara (detesto as piadinhas dele). Enfim.

Aí eu pensei: “Eu devia fazer alguma coisa para o blog“. E de repente, ou não tão de repente assim já que eu estava olhando algumas… coisas de Reborn (sem detalhes), eu lembro que queria escrever sobre Katekyo Hitman Reborn e sobre o fato de que é criação de uma mulher. Uno o útil ao agradável e voilà.

Depois da minha doce (ou não) trajetória, aqui estou eu para falar dela, Amano Akira (ou Akira Amano? Juro que já nem sei mais), a pessoa que idealizou, criou, desenhou, escreveu e tudo o mais… Bom, a pessoa que eu acho que vou admirar a minha vida toda por ter criado Katekyo Hitman Reborn e todos aqueles personagens.

Eu podia falar de diversas mulheres. Eu podia falar de Maria, mãe de Jesus, já que sou católica. Eu poderia falar do quanto eu amo a Richelle Mead e a Meg Cabot por serem escritoras das porcarias açúcaradas que eu mais adoro, eu poderia falar da J. K. Rowlling por ter criado aquela coisa incrível que é Harry Potter e todo aquele universo, eu poderia falar de qualquer jogadora de Volei da seleção brasileira, eu poderia falar de ficwriters cujas histórias me fazem feliz, eu poderia falar da minha mãe, das minhas primas, das minhas tias, das minhas avós com suas porradas de filhos, eu até poderia falar das minhas amigas (mesmo que às vezes elas estranhem terem os nomes aqui, certo, Lara?). E eu não vou fazer isso, porque ainda estou aturdida com o fato de Reborn ser dela.

Não que todas as outras pessoas que eu citei aqui não sejam importantes. Cada uma tem sua importância, sim. E talvez, numa outra ocasião, eu até fale delas. Mas agora é um outro momento.

Por que Amano Akira?, você me pergunta.

E eu te respondo da forma mais bajuladora que consigo: Porque ela é uma japonesa, mangaká, que não escreve shoujos e sim um shounen (muito bom diga-se de passagem), que não esquece dos fanservices em sua obra (principalmente para as garotas, eu acho… ou eu vejo na maioria das vezes o fanservice para garota por que eu sou uma?), que coloca comédia, lutas, momentos de cortar o coração, que criou as coisas mais lindas que eu já vi até agora (Gokudera, Yamamoto, Dino, Ryouhei, Spanner, Gamma, Squalo, Xanxus, Mukuro entre outros) e que me fez assistir a uns setenta episódios de um anime em uma semana (se não menos), coisa que eu não fazia desde que eu via Naruto clássico, quando eu não tinha internet para me distrair. Ou talvez a pessoa que tenha feito isso foi a Lara e a vontade de ler algumas fics…

Ok.

Vemos grandes mangás por aí no mundo, como Bleach, One Piece, Fairy Tail, Naruto e até outros, mas você nunca espera que uma mulher os escreva. Eu pelo menos não esperava. E foi um choque o dia em que eu descobri esse detalhe (tudo bem que eu desconfiava com algumas tendências yaoi*, mas ainda foi um choque…).

Não é como se eu mesma tivesse preconceito com mulheres escrevendo coisas que não são shoujo/romance água-com-açúcar (só eu sei o que tenho lido e escrito nos últimos anos… muitos nada românticos, devo ressaltar). Não é como se eu estivesse inferiorizando uma mulher pelo fato de ela ser mulher e achar que competir com homens que escrevem mangás é perda de tempo.

Não.

É só costume mesmo.

Meu irmão já falou algumas vezes sobre um tal de fitness mental (Natanael, você foi citado) em que você tem que mudar algumas das coisas que são rotineiras na sua vida, porque se não seu cérebro vai se acostumar e ficar acomodado. E foi mais ou menos isso o que acontecia com o meu cérebro.

Então você vê o mangá/anime. Você, seja garoto ou garota. Você acha o primeiro episódio tosco, mas decide se aventurar pelos próximos episódios/capítulos e então você se vê preso na história e não quer mais largar. Porque, no fim das contas, é uma história com tudo o que eu já falei que era. Corrijam-me se eu estiver errada, por favor.

E não se preocupem com tendências yaoi, porque isso não tira o mérito da obra (na maioria das vezes as pessoas nem percebem – um amigo meu que o diga).

Além do fato de ser uma mulher, ainda é uma mulher japonesa. Acho que com todo aquele lance de tradicionalismo japonês e como a mulher era tratada antigamente (sabe-se lá Deus se não existem ainda aqueles que ainda tratam as mulheres como antigamente) não deve ter sido fácil. E a verdade é que eu realmente não entendo de cultura nipônica atual (meu forte é história medieval dos países – não tenho todo o conhecimento sobre todos, obviamente, mas é onde eu mais me destaco em história – mesmo que em história antiga eu também seja boa, modéstia a parte).

Mas, o fato é, se no Brasil que, apesar de ser um país Subdesenvolvido (ou eu deveria falar Em Desenvolvimento?), é um país ocidental, as coisas não são as melhores para nós, então talvez no Japão, com toda sua tradição, também não seja fácil.

O que me faz pensar que mulheres como ela e todas as outras que eu citei anteriormente (por motivos diferentes, mas importantes) deviam servir de exemplo, assim como Joana D’rc, Jane Austen, Carlota Jaquina, Maria Antonieta, Evita Peron, Rainha Elizabeth I, Cleópatra e tantas outras (atualmente a nossa Presidente Dilma também, espero que tenha um bom governo) que tiveram sua cota de importância nesse mundo que muitas vezes foi tido como patriarcal.

Então é isso, eu acho. Só tenho uma última coisa a dizer: Obrigada, Amano Akira, por ter criado essa coisa que é Reborn e continue escrevendo, hahahahah.

Curioso para saber o que é Katekyo Hitman Reborn?

Aqui:

Katekyo Hitman Reborn conta a história de Sawada Tsunayoshi, chamado por seus amigos apenas de Tsuna. Conhecido na sua escola como o “bom-em-nada-Tsuna” Por sua falta de habilidade nos estudos e nos esportes. Tsuna está em seu primeiro ano no colegial e é apaixonado por sua colega de classe: Sasagawa Kyoko. Certo dia em sua casa Tsuna recebe um estranho bebê, chamado Reborn, que se auto intitula um hitman e diz ser seu professor particular para que se torne o próximo líder da máfia Italiana. Família Vongola e a partir daí a vida de Tsuna melhora e passa por dificuldades desde o aparecimento de Reborn.

(Tirado da Wikipédia, obviamente).

Feliz dia das mulheres a todas, mesmo que o dia esteja acabando.

õ/

*Yaoi: Relacionamento homossexual entre dois homens. O termo usado para classificar fics, doujinshis, mangás/animes e tudo o mais.

Bolsas-livro

Então. Esse aqui eu vi no blog Li no ônibus, da Carolina Barcelos. São bolsas que parecem livros e foram feitas pela francesa Olympia le Tan. As peças são feitas à mão e reproduzem capas antigas de livros clássicos da literatura.

Aparentemente essas bolsas são um sucesso no exterior, sendo mostradas em revistas de moda como a Vogue, a Elle e vistas nas mãos de algumas atrizes atrizes…

Sinceramente, eu achei que a ideia é interessante. Ajudaria muita gente a posar de cult por aí. E o legal é que tem muita gente que anda com livros na bolsa e agora vai poder andar com a bolsa no livro [?]. Ok, essa foi péssima.

Algumas capas eu até achei bonitas e acho que usaria algumas delas, sim, embora muitas pessoas achem essas bolsas estranhas… Fazer o quê? Cada um tem sua opinião. Hahah. Agora eu só não sei se as usaria por muito tempo, já que minha opinião pode mudar a qualquer hora…

Enfim, é isso.

– Imagens: Capricho

Olympia le Tan

A Menina que Brincava com fogo

Demorou, mas eu consegui comprar o resto da trilogia do Stieg Larsson. Foi meio complicadinho e eu ainda tive que encomendar o livro em questão… Enfim, sobre o livro:

Título Nacional: A Menina que Brincava com Fogo
Ano de Lançamento: 2009
Número de Páginas: 608 páginas
Editora: Companhia das Letras
Tradutor: Dorothée de Bruchard

Devo confessar que não sabia o que esperar do segundo livro da série. O primeiro me parecera bastante satisfatório, tanto quando nos referimos a enredo, como quando nos referimos a história de um modo geral. Houve um desfecho para a história apresentada no primeiro livro.

Então eu resolvi ler o segundo. Começa com Lisbeth viajando pelo mundo depois que ela resolve dar um tempo da Suécia. Mikael Blomkvist, editor-chefe da revista Millennium,  e todos que fazem parte da equipe da dita revista começam a trabalhar em um novo número, um número temático sobre comércio de mulheres para fins sexuais. Esse assunto tem tudo para ser amplamente discutido. Apesar de haver uma lei proibindo esse tráfico de mulheres, muitas pessoas, incluindo-se aqui autoridades também, passam por cima disso e são clientes assíduos desse ramo.

E a reportagem a qual será publicada em um número temático da revista promete denunciar tudo isso.

No entanto, Lisbeth está de volta e, por algum motivo que ninguém sequer consegue desconfiar, acaba sendo envolvida na morte de três pessoas. Duas dessas pessoas eram as responsáveis por toda a pesquisa feita em torno do tráfico de mulheres e principais peças na publicação do próximo número da Millennium.

Ninguém sabe ao certo quem pode ter matado as três pessoas, tampouco se eles realmente têm alguma ligação. Mas tudo leva a crer que Lisbeth é a culpada pelas três mortes, embora haja quem ainda acredite em sua inocência (Mikael é um deles). Então a investigação sobre os assassinatos e sobre o paradeiro de Salander começam…

Primeiro de tudo devo dizer que o que eu menos gosto nesse livro é a quantidade de nomes em Sueco que você tem que pelo menos memorizar por um período de tempo (o suficiente para terminar de ler). E aparecem mais personagens nesse livro que no anterior. Várias referências a ruas, a localidades, a pessoas suecas tem me deixado meio doidinha. E pra lembrar dos mais essenciais tem-se que parar e fazer uma varredura na memória, pra ver se tem algum registro. Se não tiver nenhum, aí nós temos um problema.

Outra coisa que eu não gostei nesse livo foi o fato de que a leitura não foi muito empolgante. Como eu disse, a história do primeiro livro veio e acabou e então começa uma nova história no dois. É uma continuação, mas nada relacionado ao caso que aparece no livro anterior. Só envolve os mesmo personagens que estavam envolvidos anteriormente, com um adicional de mais um elenco inteiro. Desse modo, a história acaba tendo uma nova introdução, uma introdução de um  novo caso, que será concluída no livro seguinte (A Rainha do Castelo de Ar).

O começo é meio arrastado e, aos poucos, a história vai tomando forma e só então se passa a ter alguma empolgação. Além disso, Stieg Larsson parece ser bastante meticuloso ao conduzir a história, de modo que eu diria que está impecavelmente desenvolvida, apesar de cansativamente extensa.

A Trilogia Millennium, de um modo geral, é uma série de livros que requer uma atenção especial, um tempo dedicado exclusivamente para ela. Por ser um romance policial, a história possui muitos detalhes que podem – e provavelmente vão – passar despercebidos. Podem ser relevantes ou não e talvez haja a necessidade de se retornar para pegar algo que ficou pra trás.

No entanto, a história é incrível. Os detalhes me pareceram bem colocados  e os personagens são ótimos. Mesmo que eu tenha sentido uma agonia cada vez maior em ver o quanto as investigações são um pouco complicadas (muitas vezes – e isso falando de um modo geral, não só sobre o livro – faltam provas, há dificuldade em analisar o local do crime e tentar interpretar sinais deixados lá, procurar pistas que possam esclarecer o que de fato aconteceu…).

O livro tem lá seus mistérios, suspense, não deixa de ter seus momentos de ação e quando tudo termina, a vontade que dá é de ir correndo ler o próximo, se você não estiver cheio desse tipo de livro. Se você não estiver sendo atacado pela tal da ressaca literária.

Em comparação com o primeiro, o livro não deixa a desejar quanto à história em si, mas talvez seja um pouco mais chato de se ler. Não é como se o ritmo do primeiro fosse igual ao do segundo, por isso pode ser que as coisas demorem mais.

Mas no fim das contas, eu gostei mesmo do livro.

[Nota: 9/10]

;D

The Walking Dead – A série

E então vamos para a estreia da semana, a nova série de zumbis que, mal começou, já andou causando desagrado.

Mas não pelo enredo, pela forma como trabalhou o lance todo dos zumbis, oupor qualquer outra coisa mais importante. E nem foi a série em si que andou causando desagrado, mas os cortes que foram feitos no episódio quando a Fox foi exibi-lo. De 66/67 minutos, a série passou a ter somente 50, contando os intervalos nesse tempo.

Enfim, a série The Walking Dead é baseada na história em quadrinho de mesmo nome, que foi criada e escrita por Robert Kirkman e pelo desenhista Tony Moore, substituído por Charlie Adlard a partir da edição número 7. É cnetrada em Rick Grimes, um oficial de polícia, que, após uma operação de perseguição a dois suspeitos, acaba levando um tiro no tórax (acho que o tiro acerta-lhe o pulmão) e acorda no hospital um tempo depois, sozinho. Quando ele sai do quarto, descobre que o hospital está destruido, a cidade onde ele morava, coberta de varios corpos, dentre eles alguns que se mexem, mesmo em estado de decomposição, a mulher e o filho estão desaparecidos (talvez mortos). Ele acaba descobrindo que o mundo está praticamente tomado de zumbis, ou pelo menos a cidade onde ele mora está.

Rick aprende a matar zumbis com o cara que o salva e explica a ele a situação e, após perceber que a mulher pode ter saído da cidade levando o filho, ele resolve sair para procurá-los, descobrindo que o resto do mundo parece ter sido devastado e completamente preenchido por zumbis.

Ainda é bem cedo para se afirmar com precisão os resultados da série. Nunca tinha assistido a uma desde o episódio piloto e meio que não acredito que possua condições de julgar, no caso, mas, particularmente, eu realmente gostei do primeiro episódio da série. Os zumbis me pareceram do modo como eles normalmente são (zumbis sabem usar maçanetas? Esse foi o único ponto em que eu tive dúvida, well…). Eles estão em decomposição, são até lentos, comem qualquer ser vivo que apareça na frente deles, transformam pessoas em zumbis através da mordida e de ferimentos…

Aliás, os zumbis me parecem bem realistas também quando o assunto é aparência física. A menina que aparece nos primeiros minutos está simplesmente incrível. Algumas cenas  são meio chocantes, não é qualquer série ou filme que mostra uma criança levar um tiro na testa, mesmo que seja um zumbi… Além disso, há pilhas e pilhas de cadáveres, mas quem gosta desse tipo de coisa vai achar bem legal (espero).

Uma coisa que eu gostei foi o fato de a trama começar de forma não linear, assim como os filmes Tropa de Elite (1 e 2). As cenas de ação, mais ao final, são ótimas e deixam a pessoa na expectativa pelo que virá a seguir…

Não pretendo falar de personagens agora, poucos deles foram realmente trabalhados nesse primeiro episódio e eu meio que não seria justa falando sem realmente conhecer.

Não sei ao certo o quanto a série foi fiel aos quadrinhos, ou se haverão muitas divergências (mas isso ninguém sabe…), mas espero que esteja tudo o.k.

A primeira temporada terá apenas seis episódios e a segunda já está confirmada. O segundo episódio da temporada atual será lançado nesse fim de semana, se não me engano.

Eu poderia resumir a série em violenta, desesperadora, viciante. Eu quero ver logo o episódio 02…

“Zumbis dominando o mundo” \o/

É isso. Hasta la vista ;D