Dramático Reality Show: Jogos Vorazes

Era para eu ter resenhado esse filme há semanas, mas fui empurrando com a barriga, vieram as provas e Os vingadores e voilà, atrasei vergonhosamente. Ah, sim, eu assisti aos Vingadores e farei uma resenha apropriada em breve, porque sei que não conterei meus spoilers se eu o fizer agora – então aproveitem enquanto eu não apareço pra estragar a diversão de vocês.

Aí eu resolvi desenterrar esse post e terminá-lo, só para anunciar meu novo projeto inconsequente do blog: Um filme por semana! *Sons de fundo para entrada triunfal da minha ideia*.

Okay, não sou cinéfila, mas sinto que minha vida a cada dia que passa gira um pouco mais em torno das séries e dos filmes – é só dar uma olhada no meu tumblr, pra notar. Então eu decidi que assistiria a pelo menos um filme por semana e o resenharia, só para fingir que tenho alguma ideia para colocar aqui. E essa é a primeira das minhas ideas para esse blog 8D.

Mas voltando ao assunto, Jogos Vorazes, vamos logo ao que interessa e…

 

… que comecem os jogos!

 Eu sei, aí vou eu comentar sobre cinema de novo, após dois posts sobre trailers e tudo o mais, mas, sabe como é, comentar trailers é um negócio até fácil, você só precisa assistir alguns minutos e analisar o que viu, enquanto analisar um filme é algo que leva mais algumas horas. Mas tudo bem, vamos fingir que eu não sou uma preguiçosa (aliás, só para provar isso, essa é a segunda resenha sobre o filme Jogos Vorazes que eu escrevo, só para me testar).

Então, começando com o enredo, o filme (e o livro obviamente) parte da premissa de uma terra distópica, Panem, formada pelos doze distritos e a Capital (ou Capitol, termo o qual eu prefiro, na realidade). Em algum momento da história de Panem, aconteceu o Tratado da Traição que, se não me falha a memória, foi um tratado firmado após a rebelião do décimo terceiro distrito – que foi destruído -, para evitar mais rebeliões. E é daí que nasceram os jogos, que nada mais é do que vinte e quatro jovens, um casal representando cada distrito, jogados em uma arena onde eles têm que sobreviver – chegando até a matar para isso -, algo que acontece anualmente. Quem ficar vivo no final ganha e tem toda uma vida de riqueza e glória e blá blá blá.

Mas esses jogos nada mais são que uma forma do Capitol demonstrar seu poder e, assim, garantir que uma nova rebelião não vai acontecer – eles odiariam perder o carvão do décimo segundo distrito, por exemplo.

O livro me surpreendeu bastante, porque eu realmente não esperava que ele fosse como é – provavelmente isso potencializou o meu gostar e por isso eu sou tão suspeita para falar, enfim. Eu não esperei nada do livro, da mesma forma como não esperei nada da adaptação e então eu fui surpreendida duas vezes.

A adaptação é a típica adaptação – comentar sobre adaptações é até uma coisa bem redundante, porque todos sabemos o efeito que transformar um livro em um filme pode causar. Mas Jogos Vorazes, apesar da correria com a história, acabou sendo bem condizente com o livro.

A escolha dos atores para os papéis, embora tenha me surpreendido quanto ao Haymitch – sim, eu esperava um bebum-pançudo – e quanto ao Gale – o garoto que forma aquele triângulo amoroso típico de histórias para adolescentes -, foi, no geral, algo bem… plausível? Quer dizer, olhem para a Jennifer Lawrence e digam que ela não é a personificação da Katniss?

 E ainda tem o Josh Hutcherson, vulgo “O-Garoto-de-Terabítia”, que é adorável…

A parte visual do filme, apesar de bem diferente – afinal, se trata de algo meio que um universo paralelo -, é bem bonita, principalmente quando eles mostram o Capitol – que está mais ou menos na mesma linha do que eu imaginei, fato. Uma coisa da qual eu não tenho do que reclamar. Igualmente a trilha sonora, quer dizer, apesar dos pesares, a trilha sonora está ótima – gratitude ao Sid pelo empréstimo do Cd dele. Ah, mas a Ana totalmente teve problemas com o exagero nas roupas das pessoas que moram no Capitol e principalmente com o cara que entrevista os tributos antes e depois dos jogos – cujo nome eu sinceramente não lembro mais, mil perdões – mas é assim que as coisas são por lá, quer dizer, eles são pessoas pedantes que se acham superiores às pessoas dos distritos e vivem uma vida bem hedonista até, com bons toques de sadismo (colocar 24 adolescentes em uma arena e se divertir enquanto eles se matam? Oi?).

Effie e a última moda no Capitol... 8D

Quanto à execução, achei, particularmente, que o enredo ficou um pouco prejudicado pela pressa de encaixar tudo e mais um pouco em (quase) duas horas (tá, eu não sei quanto tempo o filme tem, relevem). Não que as pessoas que não leram o livro fiquem boiando completamente ou que elas vão conseguir entender tudinho – porque o filme pra mim não é branco nem preto. É, ele é um tom de cinza nesse ponto, porque dá pra entender, claro, mas se você quiser realmente saber tudo, vai acabar tendo que ir buscar os livros e ver o detalhes que não aparecem no filme.

O que me leva a uma parte importante: existem coisas que eles fazem você acreditar que é verdade no filme, quando não é. E existem coisas que não aparecem no livro e eu achei que foi bacana que eles tenham mostrado no filme (e, sinceramente, eu achei que o filme tem lá suas passagens geniais, sim, embora essa não seja a regra geral).

De resto, acho que é válido assistir, mesmo que você não tenha lido o livro – vai que você se empolga e adentra ainda mais esse mundo da Suzanne Collins?

E só porque eu quero que nesse post tenha uma foto do Josh:

O garoto do Pão 8D

Ps.: Eu atualizei a página “Sobre o Blog e etc…”, se for do interesse de alguém ler o que eu escrevi lá… – eu sinceramente acho que não é má ideia.

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Branca de Neve e o Caçador – Trailers

Bom, ontem eu entrei no msn e vi – naquela janelinha incômoda que sempre abre com so destaques dos dia – que tinha saído o novo trailer de Snow White and the Huntsman (ou Branca de Neve e o Caçador, como você preferir). Então eu fui atrás dos dois trailers e tals, para saber como andam as coisas e quando vai sair o bendito filme, porque eu não sabia a data – eu ainda estou meio desinformada nesse mundo cultural em geral, exceto talvez pelos animes, que eu sei mais ou menos o que vai sair e o que não vai. Mais ou menos mesmo.

Mas para ver como as coisas não estavam tão ruins, eu sabia que a amada de todos (-q) Kristen Stewart iria ser a Branca de Neve. O que me surpreendeu na verdade foi o Chris Hemsworth como caçador – e a minha capacidade para reconhecer um ator em meio a um trailer de quase dois minutos, mas, enfim, era o Thor, não tinha como não reconhecer, haha.

Então, passando para algo mais concreto, e para aqueles mais desinformados que eu – é possível isso? – a história meio que segue bastante do enredo que todos conhecemos, exceto pelo fato de que, além de deixar a Branca de Neve viver, o caçador a ensina a lutar (e eu li bastante coisas como “o caçador irá ensiná-la a arte da guerra” enquanto procurava por detalhes do filme… que povo poético, eu diria…).

Trailer um:

 

 Curtinho, mas que já dá pra ter noção das coisas.

E trailer 2 (sem legendas):

 

 A minha opinião geral é que eu acho interessante ter esse tipo de releitura de um conto de fadas, eu gosto na verdade. Gosto da ideia da Branca de Neve acabar virando uma guerreira – aí acaba mostrando que princesas também podem lutar, ha -, gostei da parte visual, gostei bastante da Rainha Má (muito mesmo… e até acho que ela é mais bonita que a Branca de Neve, embora nós precisemos do conflito para que a história se desenrole). A Kristen está bonita nas cenas, exceto naquelas em que ela está de volta como a Bella, de Crepúsculo – porque existem cenas em que ela tem aquele olho meio caído, meio… troncho? Enfim. E parece que vai ter umas boas cenas de ação – além de que o clima meio sombrio que eu adoro estará lá dando um oi.

No entanto, aí vou eu com minhas expectativas super-baixas, porque não quero me decepcionar – a minha velha política de não comprometimento para um melhor aproveitamento da coisa.

Informações técnicas:

Título original: Snow White and The Huntsman
Gênero: Ação | Aventura | Fantasia
Elenco: Kristen Stewart, Charlize Theron, Chris Hemsworth, Felicity Jones, Riley Keough.
Direção: Rupert Sanders
Gênero: Aventura
Estúdio: Universal Pictures
Distribuidora: Fox Film
Estreia: 1º de Junho de 2012

Novo trailer de ‘The Avengers’

Apesar da minha própria opinião sobre adaptações, eu sinto realmente, realmente que preciso assistir a esse filme assim que aparecer nos cinemas (e sim, isso aqui já é uma intimação para as pessoas lindas e maravilhosas que normalmente vão ao cinema comigo para que se preparem, porque estaremos lá). Por isso, vendo esse trailer no Facebook e sentindo necessidade de comentar isso de forma aleatória, eu resolvi trazer para cá, porque eu não sinto que eu tenho realmente liberdade para dizer as coisas que eu quero na referida rede social.

Vejam, vejam:

E o que dizer?! Eu já nem sei mais direito! No entanto, gostei bastante das cenas de explosões, haha. E gostei de ver o Capitão América de novo –  ele está longe de ser meu super-heroi preferido, mas é um dos mais lindos, certeza. Começo a simpatizar com a Viúva Negra, interpretada pela Scarlet Johansson – acho que, na verdade, começo a simpatizar também com a própria Scarlet (sim, eu sou uma pessoa que não está acostumada a vê-la atuar nem sou sinceramente íntima da Viúva Negra). E sinto que vou continuar a me divertir com o Tony Stark.

Um filme sobre o qual eu não me arrisco a falar nada, como primeiras impressões ou whatever, e que eu vou assistir realmente de forma despretensiosa, sem saber o que esperar, sem ter expectativas. Não vai ser difícil esse filme me surpreender.

É isso :3

Durarara!!

Esse é um anime que eu faço questão de resenhar e de ser bastante parcial.

Atualmente é um dos meus preferidos, sem sombra de dúvidas. Tem bons traços, a animação é boa, as músicas de abertura são ótimas, a parte visual é linda e, ao contrário do que eu estou acostumada (animes feitos a partir de mangás que não foram concluídos e que acabam tendo um frustrante final aberto), esse anime possuí uma linha de história bem definida e que possui um final. Bom, é claro que você sente um pouco daquele “E agora?” que se sente quando terminar algo em que você sabe que está faltando alguma coisa.

Mas Durarara!! é um anime que te conta uma história. E termina essa história. O que acontece depois você pode imaginar, mas há um desfecho para o que foi proposto e esse é o ponto que eu acho mais importante, mesmo que você ache que não tem exatamente um final.

Durarara!! Conta a história de Ryuugamine Mikado, um garoto de quinze anos, que morava no interior que vai morar em Tóquio, no distrito de Ikebukuro, após ter sido convencido pelo seu amigo, Kida Masaomi. Em seu primeiro dia na cidade, ele se depara com uma nova realidade, que parece absurda. Mas passando a viver em meio a tantas coisas esquisitas, ele se vê envolvido numa guerra de gangues envolvendo um motoqueiro sem cabeça, um Retalhador que controla as pessoas, um informante manipulador, um cara com força sobre-humana, um médico clandestino sem licença, um russo com sotaque carregado e que trabalha no “Sushi Russo”, e todas as bizarrices que puder imaginar.

Tecnicamente Mikado, Masaomi e a amiga deles, Anri, podem ser considerados como protagonista. Não se pode negar que há um bom foco neles, mas existe algo nesse anime que não te deixa identificar com precisão quem exatamente está protagonizando, porque simplesmente dá espaço para todo mundo e seus dramas. Uns mais que outros, isso é um fato. E acho que isso também deixa o anime bem mais interessante.

De início a coisa é bem confusa. Tive ímpetos de largar e o teria feito se… Bem, a motivação não importa, o que importa é que eu fui forte e resisti até pelo menos a metade – que é quando as coisas começam a se mostrar como verdadeiramente são (pelo menos boa parte delas). Acho que a maioria das pessoas desiste logo no começo por não entender nada logo de cara (e não só no primeiro episódio, como também no segundo, no terceiro, no quarto… quase não dá pra entender esse negócio). Mas, se serve de dica, é interessante você ficar montando teorias sobre tudo e todos e, depois, descobrir se todas suas teorias estavam certas ou não.

E, sim, é confuso, é cheio de coisas doentias, é sombrio, é bizarro, mas é incrivelmente legal.

Eu gosto muito dos personagens, acho todos ótimos. Desde o peste, vulgo informante manipulador, cujo nome é Orihara Izaya até a menina que se parece com a Hinata de Naruto, a Sonohara Anri, e que muitos podem considerar como a garota tímida e retardada (ou não, vai).

Minha dúvida mortal para escolher qual dos dois eu prefiro D8

Gosto também da trama, gangues de rua e uma motoqueira sem cabeça, basicamente, e da forma como ela foi trabalhada. É um anime cheio de reviravoltas que prende a atenção e de repente você está envolvido com a história. Comecei a assistir lentamente e em pouco tempo consegui terminar – apesar de saber que no final eu ia ficar toda “mimimi” por ter acabado.

Uma coisa ruim, além do que eu já falei sobre ser doentio, bizarro e sombrio é que com aquela coisa de trabalhar todos os personagens, nem tudo ficou perfeitamente “ok”. Quer dizer, teve quem reclamasse, mas acho que tudo condiz com o modo como a história foi sendo conduzida. Se fosse o contrário seria legal? Provavelmente sim. Mas é exatamente isso que faz Durarara ser Durarara (sombrio, doentio e bizarro – o que me leva a pensar que ele até entra um pouco na alma do blog, paradoxalmente legal).

Tem um total de 24 episódios, além de dois extras, se não me falha a memória (ou talvez seja mesmo só um e eu estou confundindo as coisas, não sei D8).

E é isso.

:3

Ps.: Obrigada pelos comentários, sério <33

Kuragehime

Kuragehime é um anime que foi produzido ano passado pelo estúdio Brain’s Base e possuí apenas onze episódios (e um OVA). É baseado em uma série de mangás josei (tipo de mangá que normalmente é voltado para o público feminino adulto) que atualmente ainda está em publicação (tem seis volumes e é publicado na revista Kiss).


Tsukimi Kurashita, conhecida como a protagonista, é uma moça que saiu do interior para morar em Tóquio e conseguir um emprego de ilustradora. Por não ter muito dinheiro, Tsukime acaba indo morar em uma casa com várias outras mulheres que, como ela, são “otakus” (ou o que muitos chamam de “nerds”) de alguma coisa. Cada uma tem um apreço especial por algo e os gostos delas variam bastante. Vão desde trens até homens da terceira idade, passando por generais chineses, bonecas japonesas de porcelana e águas-vivas – essas últimas são justamente as coisas mais preciosas para a protagonista (aliás, o nome do anime parte justamente daí e é algo como “Princesa das águas-vivas”). Ah, e tem uma mangaká de BL (Boys Love) que nunca aparece e que é tratada como algum tipo de divindade ou algo assim.

Todas elas são antissociais, são fanáticas, podem ser consideradas como “fora de moda” e não possuem qualquer vida amorosa, sequer se aproximam de homens – aliás, homens são um tabu.

Em um lindo (não mesmo) dia, Kuragehime conhece uma garota bonita, segura de si e alta que salva uma água-viva de ser morta por incompatibilidade com uma outra espécie de água-viva, pois dividem o mesmo aquário. A moça consegue o que Tsukimi não estava conseguindo, deixando a garota tão feliz, que não se importa quando as duas acabam seguindo juntas para a casa da protagonista.

A moça, que certamente não se preocupa muito com o fato de estar na casa de uma garota que acabou de conhecer, acaba dormindo no quarto de Tsukimi, que, apesar de estar preocupada com a estranha presença da moça ali, a deixa dormir. O problema é que na manhã seguinte as coisas parecem piorar consideravelmente para a protagonista.

Depois dessa introdução, que saiu maior do que eu esperava, devo dizer que a surpresa que aguarda Tsukimi vai tornar aquela presença ali bem mais complicada. E isso é uma coisa que você percebe logo no primeiro episódio, então nem é tão spoiler assim.

É um anime engraçado e divertido, que tem uma ideia original, mesmo que possamos identificar um ou outro clichê ali no meio. E em certos momentos é legal ver um clichê. Principalmente se ele continua sendo um clichê, com uma estrutura um pouco diferente do que estamos acostumados. Foi justamente essa a sensação que eu tive vendo Kuragehime.

Não é um anime dos mais pretensiosos. O enredo é legal, mas não tem grandes e complexos dramas, o que, a meu ver, acaba sendo um grande ponto a favor.

A parte visual é bem bonita, talvez por ser um anime recente, e os personagens são ótimos. É legal ver as peculiaridades de cada uma das meninas que moram na pensão – porque aquela casa parece aquelas pensões que vemos em novelas (eu já assisti novela, não que ainda faça isso atualmente). Além do fato de que todas acabam sendo excêntricas ao seu modo (Mayaya e Jiji que o digam).

O único problema é que, como eu disse, o mangá ainda não foi concluído, logo o final não é dos mais satisfatórios – e isso é uma coisa que dá para concluir a partir do que eu já falei.

Mas, no fim das contas, eu acho que é um anime que deve ser visto, sim. Principalmente por ser curtinho e nem levar tanto tempo para ser finalizado.

E a abertura é uma das mais legais que eu já vi, tanto pela música chicletinho, quanto pelas imagens, com muitas referências a filmes famosos (Star Wars, 007, Kill Bill dentre outros).

Joguinhos inúteis E viciantes em flash

[Post altamente dorgas, pelo sono acumulado no ser que vos escreve]

Anh, nem vou falar sobre o meu sumiço, porque não há uma explicação completamente plausível para ele. Então vamos logo ao que interessa.

Ontem eu estava jogando um joguinho viciante em flash (nem vou mencionar qual e, aliás, ainda estou jogando) que é completamente inútil. Uma senhora perda de tempo, um atraso na vida alheia, uma pedra no sapato. Pronto falei.

E então eu tenho uma epifania (aliás, eu estou tendo muitas epifanias ultimamente) e me vem na mente a ideia para escrever o post de hoje, depois de milhares de anos sem escrever nada aqui.

Jogos em flash são uma coisa muito mágica para aqueles sem vídeo-game, porque basta ter um simples acesso a internet. Tudo bem que o acesso à internet não é dos mais altos aqui no Brasil, mas convenhamos que as coisas até que tentam melhorar.

Crianças, adolescentes, adultos, se duvidar até idosos jogam esses jogos porque eles podem ser simples, mas ter alguma criatividade, alguma coisa que acaba viciando quem começa a jogá-los. Muitas vezes são utilizados para passar o tempo, quando você simplesmente não consegue algo de melhor a ser feito.

E então o que acontece? Pessoas tentam tirar proveito da situação de quem é viciado nesse joguinhos e inventam maneiras, artifícios, de tirar dinheiro de quem jogar (vide Fazendinha ou o que quer que seja aquele jogo irritante do Orkut). Aliás, até sites como Orkut e Facebook tem disponibilizado joguinhos em flash para que seus usuários possam passar mais tempo conectados (e também gastando dinheiro).

Acho que a ideia dos jogos em flahs é algo mais ou menos como a lógica de jogo de vídeo-games normais, que acabam viciando as pessoas.

(Isso ou os produtores fizeram um pacto com uma entidade maligna, já que normalmente quando uma coisa faz muito sucesso, são logo associadas a um entidade maligna, enfim…).

Mas tomem cuidado, porque já foi divulgado na mídia casos em que as pessoa simplesmente se viciavam nesses negócios e esqueciam de viver, havendo então consequências trágicas. E na verdade eu espero é que eu are de me viciar em coisas que podem atrasar minha vida, mimimi.

Hm… eu sei, meu post está uma merda, mas me deem um desconto, eu estou voltando a publicar coisas no blog hoje, depois de escrever uma fic e de tentar escrever outra, então minha criatividade está meio esgotada. Hahah.

Vejo vocês depois com algumas ideias melhores durante esse carnaval, já que eu vou ficar em casa.

Guitar Hero is Dead

D:

Vi isso no Garotas Nerds, procurei na parte de notícias do Google e eis que trago para colocar aqui e a enorme dúvida que surgiu na minha cabeça.

Então, o caso é que a Activision confirmou essa semana que o Guitar Hero (assim como o DJ hero) irão acabar. Tudo por que a parafernália para se jogar é cara e isso quebrou as pernas dos produtores.

Não sei, acho que, apesar de adorar o jogo e saber que muita gente no mundo deve adorar também (porque, convenhamos, o jogo é legal) isso era até previsível. Quer dizer, as novas versões, feitas para serem jogadas exclusivamentes com a ajuda de um joystick especial (guitarras, baterias e tudo o mais) impossibilitariam as pessoas com menos condições financeiras de comprarem. Elas compram um vídeo-game (que, supresa, já vem com um joystick “normal”). Então aparece esse jogo que, para jogar, você precisa gastar mais uma grana comprando os instrumentos. Sem falar no próprio jogo, se você não é adepto de jogos… com menos custos (sim, o famoso pirata).

Aí sobrariam só pessoas com melhores condições financeiras (acho que os da classe média alta e alta – esse negócio de classificação em média média, média alta é uma frescura a meu ver, mas…), o que eu acho que não é o suficiente para manter uma segmento de uma empresa de jogos.

Foram demitidos os funcionários do segmento de jogos musicais da Activision, o provável é que a coisa seja séria mesmo. E o Guitar Hero foi criado só há cinco anos.

Eu nem sei o que dizer quanto a isso. Não comprei uma parafernália grande pra jogar esse negócio (só tenho uma guitarra, mas já é alguma coisa) e nem tenho mais vídeo-game (isso me lembra que eu tenho que juntar dinheiro pra comprar outro), mas vou sentir falta de acompanhar os lançamentos e ficar tentando conhecer a trilha sonora completa. Guitar Hero só não era meu jogo preferido, porque jogos como God of War e Need For Speed existem. E a dúvida que me resta agroa é: Será que ninguém quis evitar isso? ‘-‘

Os produtores do Rock Band que aproveitem esse momento.

Descanse em paz, Guitar Hero…