Entendendo o Sheldon quando o assunto é spoilers

Da época em que eu ainda assistia The Big Bang Theory, eu lembro que, em um dos episódios, o Sheldon praticamente fritou com o fato de que alguém – que eu já não lembro quem – disse para ele e que ele considerou uma das coisas mais ofensivas da vida, algo que você não pensa que pode ser um spoiler, mas que pode gerar todo um problema para a pessoa que o escuta, sim.

Quando eu vi o episódio, é claro, eu achei que aquela opinião sobre spoilers era absurda, afinal não foi revelado qualquer detalhe da história, tinha sido só um comentário sobre o quanto a coisa (notem que eu não lembro mais o assunto em questão) era “de cair as calças” (notem que eu também não lembro a expressão que foi utilizada).

Mas eu vivi isso na pele e agora digo que o entendo. Motivo pelo qual achei que era interessante montar um post sobre o assunto.

Lembram quando eu digo que não aumento as minhas expectativas em relação a muitas coisas só para poder aproveitar melhor o que pode ser oferecido a mim? Pois é. Essa é a regra geral e isso está diretamente relacionado ao assunto do post. Porque quando você vai assistir a um filme ou a uma série, ou ainda vai ler um livro, sei lá, estando completamente ignorante sobre o assunto, você percebe a história de um jeito completamente diferente de quando você vai sabendo a opinião e a impressão dos outros – ou ainda sabendo de um ou outro detalhe.

É claro que resenhas ajudam você a escolher melhor o livro que você vai ler a seguir, por exemplo, ou muitas vezes você não se importa em saber, porque suas expectativas nunca vão subir de verdade. Mas podem haver casos em que a opinião de alguém influencia tanto você que as coisas podem desandar – e no meu caso desandaram feio.

Isso aconteceu com um dos episódios mais recentes de Once Upon a Time. A Ana praticamente chorou enquanto falava sobre o episódio, dizendo o quanto era lindo, e dizendo “I have all these feelings”, e ainda ficou comentando alguns detalhes do episódio (eu ouvi, sua vaca sem discrição), e então veio a Lara e muitas coisas no tumblr envolvendo a Belle – que sinceramente me fizeram aproveitar menos o episódio do que eu deveria. Poxa, eram elas, por isso eu fui achando que o episódio ia ser épico.

Para minha completa frustração, o episódio não teve nada de mais, chegando a ser pra mim um dos episódios mais sem graça, quando, pelo teor da história, deveria ter sido mais emocionante – aliás, a série toda é meio emocionante pra mim (e eu ainda falarei sobre ela), o que deixou tudo ainda pior.

E é isso o que pode acontecer e é sobre isso o que o Sheldon estava falando. Às vezes alguém olha pra você e diz: “Assista esse filme, porque é ótimo, perfeito!” Não precisa mais do que isso se você confia na pessoa e sabe que ela tem gostos parecidos com os seus. Então você vai, aumenta suas expectativas porque o fulano ou a fulana falou e quando você vai ver a coisa não chega nem perto do que você esperava, porque você percebe que simplesmente estava esperando demais!

E suas calças não caíram.

Vou montar uma campanha: Proteja seus animaizinhos… digo, amigos da frustração de um episódio estragado por um comentário como “é de cair as calças”.

Só pra piorar a situação eu acabei entendendo detalhes do episódio de modo que eu já sabia o que ia acontecer, porque a Ana não sabe controlar o tom de voz dela e ficou berrando: “Eu sabia que não era! Eu sabia!”.

Agora eu preciso montar minha vingança maligna -q.

WTF: Sopa, Pipa e Acta!

Então. Agora que estou de férias e cheia de coisas interessantes para fazer – incluindo fazer reserva de animes para um longo tempo, porque nunca se sabe quando a coisa vai ficar realmente feia – eu resolvi começar o meu trabalho de volta aqui. Bom, ou pelo menos assim espero, haha. Já vou ter aulas a partir do dia 13, mas espero poder escrever mais esse semestre com um pequeno extra que eu consegui, mas isso não vem ao caso.

De qualquer jeito, meu primeiro post de férias de verdade – porque eu só estou tendo férias e me sentindo como se as tivesse agora após semanas exaustivas (ou nem tanto) de estudo, mesmo que eu já tenha que estudar de novo, pois vejo uma boa prova se aproximando e a possibilidade de dinheiros (quase) infinitos também – é sobre a onda de informações que estamos recebendo todos os dias, mesmo que apenas em uma nota de cento-e-quarenta caracteres. Sopa, Pipa e Acta são os novos vilões que “enfrentamos” atualmente e tenho certeza de que todos já ouviram falar e até devem ter procurado se informar sobre o que realmente está acontecendo nesse contexto atual. Aliás, muitos já devem estar prestes a arrancar os cabelos, desesperados, sem querer ouvir falar no assunto, fato. Mas, como eu quero dar minha opinião e meter meu bedelho onde não sou chamada…

Continuar lendo

Crepúsculo + Zumbis = Warm Bodies?

(Vamos considerar esse post como mais um da linha “Primeiras impressões”, para fins didáticos -q)

Eu tinha visto em algum lugar uma frase sobre o fato de Zumbis estarem virando moda e que muitas coisas de zumbis estavam aparecendo. Acho que li uma vez até um questionamentos sobre a aparição de um romance entre uma humana e um zumbi. E eu fiquei com esse questionamento na cabeça, porque é absurdo, no fim das contas. E nojento.

E, jurando que nada assim ia acontecer, eu vivi os meus dias até hoje, quando eu li no Garotas Geeks um post sobre esse livro, Warm Bodies, do Isaac Marion (Sangue Quente, no Brasil).

Sinopse: R é um jovem vivendo uma crise existencial – ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos.

Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a “vida” de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro.

Assustador, engraçado e surpreendentemente comovente, Sangue Quente fala sobre estar vivo, estando morto, e a tênue linha que os separa.

E é aí que entra a minha cara de o-mundo-está-realmente-acabando, porque até onde eu sei (e eu sei muito pouco, devo admitir) zumbis não deveriam passar por crises existenciais quanto mais se apaixonar por um humana. Minha impressão é de que zumbis agora virou modinha de vez e que as pessoas talvez não saibam mais o que inventar, além do fato de que zumbis são ótimos em vídeo-games, mas, em romances, eu tenho minhas dúvidas.

Ah, e o filme vai ser produzido logo (começa a ser filmado em julho).

Alguém mais sente “necrofilia feelings”? Bom, não sei por que ainda me surpreendo, considerando que vampiros são seres que teoricamente estão mortos…

Reflitam.

Primeiras impressões: Piratas do Caribe 4

Eu estava “andando” pela internet de um modo geral e acabei vendo essas coisas relativas a Piratas do Caribe 4:

– Pôster (e existem muitos outros desse, mas eu achei melhor colocar só um):

– Trailer:

E eu acabei sentindo uma vontade enorme de comentar sobre as primeiras impressões que eu tive, porque… Bem, por uma série de fatores que podem acabar ficando claras ao longo do post ou não.

Acho que primeiro de tudo eu tenho que dizer que eu tenho uma ligação até meio estranha com Piratas do Caribe pelas circunstâncias em que eu ganhei os DVDs dos segundo e terceiro filmes da série. Não vou entrar em detalhes, mas eu ganhei em um amigo secreto e tals.

Então eu assisti. E como faz para desgostar? É um filme de piratas, com imagens legais de navios, com canhões (meu espírito belicoso adorou), com lutas, com direito até ao kraken e o Holandês Voador! Além de ter o Johnny Depp como protagonista, sendo um dos melhores personagens que eu já vi, embora o ator atualmente venha sendo confundido e se confundindo com o personagem. Enfim.

E depois eu reassisti agora nas férias.

Primeiro que minha opinião, como todos devem estar cansados de saber, é pessoal e pode ser que seja divergente de muitas e muitas opiniões por aí.

Agora, tendo avisado sobre o perigo (ou não) que é a minha opinião, estou apta a continuar.

Eu ainda tenho muito medo desse filme, porque todo mundo já deve pelo menos especular que esse filme nada mais é que uma tentativa de se continuar ganhando dinheiro às custas do Jack Sparrow… Perdão: Capitão. No entanto, esse trailer acabou me tranquilizando um pouco apesar dos pesares e acho que o filme aparentemente tem tudo para ser pelo menos bom. Passável, eu diria.

Quer dizer, o Depp me parece o mesmo Jack de sempre e todos os outros atores que atuaram nos filmes anteriores também (Hector Barbossa, vulgo Geoffrey Rush). A “ação” também parece normal para mim, talvez não deixe muito a desejar com relação aos antecessores.

Agora, alguém consegue adivinhar o que me incomoda? Não? Eu conto: o fato de ser o quarto e uma moça chamada Penélope Cruz.

Eu não estou, sei lá, duvidando da capacidade dela de atriz que eu nem sei se é tão boa, porque não me recordo de ter visto muitos filmes com ela (e no último que eu vi, coincidentemente um em que ela atua com Depp, eu fiquei meio irritada com o personagem dela, haha). O problema é que, igualmente ao que acontecia com a personagem da Keira Knightley, eu não me agradei muito dela. Simples assim. E aqui está a Natalia sendo infantil de novo. Mas, sei lá, em minha opinião as personagens femininas com destaque tendem a me parecer meio Mary Sues, pronto falei, e não acho que com ela vá ser diferente (embora eu esteja torcendo muito para estar errada).

Quanto ao outro ponto é que a qualidade das coisas tende a cair vertiginosamente quando o que se objetiva é produzir e produzir com intuito de lucro (as aulas de Direito empresarial fazendo efeito). A qualidade acaba ficando esquecida mesmo durante esse processo e então temos pessoas insatisfeitas em todos os lados em que olhamos. Eu já vi pessoas insatisfeitas com o terceiro! Que se dirá do quarto?

E apesar desses dois pontos, considerando os pôsteres que me agradaram bastante até e o trailer, eu estou com uma curiosidade quase mórbida para ver o resultado. Acho que agora eu só posso torcer para estar realmente errada.

E então? O que acharam do trailer e do pôster?

Pensem sobre isso.

Piratas do Caribe 4 tem estréia prevista para 20 de maio.

Até qualquer dia. ;]

Sobre moda

"Sou a rainha da moda, mil bgs =*"

Eu nunca fui o tipo de garota que liga para “moda”. Aliás, nunca houve realmente uma necessidade (não é uma coisa da qual você precise se você cresce cercada por caras, se você vive em colégios com fardas e passa a maior parte do seu tempo livre em casa) então não era como se houvesse algum jeito de me preocupar.

Já nos meus dezessete anos, se não me engano, minha amiga conseguiu uns convites para um desfile que ia ter por aqui. Conseguimos chegar atrasada em um deles, entramos na cara-de-pau em outro e no último entramos “legalmente”. O engraçado é que aquele definitivamente não era um lugar para mim, mas eu continuei lá, bravamente.

Ela me explicou que nos desfiles o que se levava em consideração era as tendências que um estilista mostrava em sua coleção. Um determinado tipo de tecido, algumas cores, tamanhos das roupas, texturas e tudo o mais. O que nunca ficou claro para mim naquele dia foi o quê exatamente o cara do último desfile queria mostrar com aquelas roupas, enfim.

Atualmente não é como se as coisas tivessem mudado, porque não mudaram. Eu continuo sem me preocupar muito com moda – aliás, sempre fui seguidora da ideia de que só é preciso que você se sinta bem. Mas aí me livrei daquele lance das fardas de colégio e agora tenho que pelo menos me adaptar ao meio e tentar me tornar invisível – como sempre, e não parecer uma desleixada e acabar chamando atenção por isso.

Aliada a esse detalhe, minha prima esteve aqui em casa há algum tempo e ela disse uma coisa que me chamou atenção: “Só vou usar essa peça (uma que ela comprou) quando sair de moda e ninguém mais estiver usando”. E eis que veio a ideia do post. A história é meio longa, mas vai servir para entender qual a minha ideia.

 

Para começo de conversa, eu ainda não entendo qual o grande lance da moda. Quer dizer, a moda relativa a tendências. Primeiro porque tendências vêm e vão. E segundo, porque se uma coisa vira tendência, todo mundo quer ter/usar e isso meio que acaba com o individualismo de cada um (é, eu sou individualista, vai encarar?). E fica todo mundo parecendo clone de todo mundo.

Porque eu adoro motivacionais ;D

Outro ponto que eu não gosto na moda é o fato de que a maioria dos lugares (os lugares onde eu gosto de comprar roupas com um preço legal) só vende roupas seguindo a nova tendência, sendo que eu na maioria das vezes nem gosto tanto assim do que está na moda (muitas vezes acho falta de bom gosto mesmo, pelo menos comparado com o que eu gosto/gostaria de usar – mais o “gostaria” do que gosto, enfim). E nem vou citar exemplos.

Se uma vendedora – o que acontece na vergonhosa maioria dos casos – diz, tentando me convencer a comprar algo “Ah, isso tá na moda agora”, ou ainda “Todo mundo está comprando esse tipo de roupa”, é pedir para eu virar as costas e nem cogitar levar a dita roupa. É infantilidade da minha parte, eu sei, obrigada.

E depois, as roupas acabam indo parar em algum lugar no fundo do seu armário, ou ainda virando doação (o que é até um destino legal para as roupas que já estão “fora de moda”).

Eu até que gosto de vestir roupas velhinhas que são até atemporais, ou algo do gênero, porque não sou muito fã de sair para comprar roupa, quando eu poderia dormir depois de ficar até de madrugada no computador – não que eu realmente durma até depois das sete.

 

"Sempre na moda ;D"

Outra coisa ruim com a moda é que muitas vezes, considerando o que passa em comerciais, se você não tem determinada coisa você vai ser excluído do seu círculo social, porque seus amigos também vão ter aquela coisa da moda e vão acabar fazendo você se sentir excluído – conscientemente ou não… E eu tenho a impressão de que já falei sobre isso em algum lugar.

Só para finalizar o post, eu só quero dizer que a maioria das coisas que eu falei é relacionada a um julgamento da mídia no qual eu fui uma verdadeira acusadora… Porque, enfim, a mídia e a moda estão juntas – ou não. E eu nem estou condenando a moda à fogueira…

Na verdade, o objetivo desse post ainda é meio… Nublado para mim. Acho que eu só quero criticar a moda e as coisas que estão na moda. Ou talvez eu só queira justificar o fato de que eu não ligo tanto assim para isso. Vai saber.

Até muito em breve õ/

Ficção de fã para fã

Fanfictions!

Enfim resolvi criar coragem para falar sobre as tão adoradas fanfictions. Não sou nenhuma especialista no assunto, embora gaste boa parte do meu tempo lendo/escrevendo, não nego. O que acontece é que atualmente eu estou me sentindo como uma Imperatriz decadente das fics (então reavaliem, por favor… e isso as pessoas certas vão entender).

A grande definição de fanfiction é exatamente essa: Ficção feita de fã para fã. Um fã de alguma coisa (livro, filme, anime, seriado, o que for) decide que quer ver seus tão amados personagens em uma situação diferente da exposta na obra original, escreve, depois vai e, panz, publica em algum site destinado a esse fim. Algum fã, que também quer ver o dito personagem na citada situação e que não teve a ideia antes – ou acha que não sabe escrever – vai e, panz, lê. Normalmente os sites disponibilizam um sistema de comentários para as pessoas comentarem nas histórias alheias e tals. E então se cria até uma certa interação entre ficwriter e leitor.

Ler fanfics, quando elas são bem escritas, é uma das coisas mais legais que eu já fiz na vida. Quer dizer, é ficção amadora, ninguém está ganhando nada com isso e, mesmo assim, existem aqueles que tem uma boa imaginação e conseguem escrever histórias que cativam e que prendem apesar de tudo e podem fazer sonhos virarem realidade, de um certo modo. (E eu sei que tenho uma visão bastante idealizada da coisa, obrigada).

Imagine Naruto, porque foi onde eu comecei. Veja a Sakura e o Sasuke, por exemplo (um exemplo clássico, mas que não me agrada muito, devo frisar). Muitos queriam ver os dois juntos e existem milhares de fanfics em que os dois têm uma interação completamente diferente do que quando tinham apenas doze anos e eram apenas companheiros de equipe. Do mesmo modo, muitos querem que o Sasuke faça… Algo, se revele, mostre o que se passa dentro dele, então alguém vai e o faz dizer tudo o que ele provavelmente queria dizer à Sakura (que o negócio dele é outro, para deixar mais claro, mas nem tão claro assim).

E desse modo existem milhares de fics de todos os fandons (que é o “universo” em que a fic se insere – Naruto, Bleach, One Piece, Harry Potter e muitos outros ). Existem fics de vários gêneros, tamanhos, enredos, classificação etária. O mundo das fanfictions é realmente enorme! E fics podem ser realmente divertidas.

Quando você escreve uma fic, você escreve pensando que alguém vai lê-la e que talvez se divirta lendo, que alguém vai ver o que você está imaginando e talvez ria, talvez chore, talvez apenas fique com uma mensagem bonita ecoando na cabeça.

E então chegamos ao momento onde eu desabafo. Porque reviews são a forma de uma pessoa saber que sua história despretensiosa fez alguém gostar de tê-la lido, fez talvez até com que a pessoa desse uma risada após o estresse de estudar para as provas. E não sei se sou eu que estou realmente decadente – eu e mais algumas pessoas que eu vejo por aí – mas a quantidade de pessoas lendo parece ser bem inferior atualmente. Ou isso ou, o que é pior, a quantidade de pessoas lendo nunca diminuiu, e sim a cara de pau das pessoas que aumentou. Muitos nem comentam as fics e outros, a escória para um “autor”, apenas favorita a fic sem dizer o que achou.

Se uma pessoa gastou um pouco de seu tempo (meia hora, uma hora, dois dias, uma semana, meses…) escrevendo uma fic, seria interessante que quem leu gastasse uns dois minutos, no máximo, para dizer o que achou. E existem muitos autores revoltados com isso, atualmente.

Outra coisa com relação a fanfics e que até já causou certa polêmica é sobre o fato de “autores” usarem personagens de outros autores em escritos seus, algo sobre ferir direitos autorais e tudo mais. Minha opinião é bem parcial. Eu escrevo fanfics e adoro escrever, admito que uso personagens de propriedade alheia, mas sinceramente eu acho que não há nada de ilegal em fazer isso, porque, por mais que usemos, o que estamos ganhando com isso do que apenas um pouco de diversão? Como estamos prejudicando o trabalho alheio? Muitas vezes pode até divulgar um livro ou um filme (uma amiga minha disse que só assistiu um anime, porque viu entre as fics de uma amiga nossa uma fic do referido anime).

Eu posso estar muito errada em pensar assim. E podem existir pessoas que discordam de mim, porque minha opinião não é a verdade absoluta. Mas é isso, não acho que eu vá mudar de ideia assim tão rápido.

Uma coisa que eu acho incrivelmente legal em fanfics é que, quando se leva isso um pouco que seja a sério, dá para treinar seu português escrito e se tornar muito bom em fazer redações. Quem sabe escrever essas histórias amadoras não seja apenas um primeiro passo para que um escritor profissional nasça, un? Eu costumo dizer que só passei no vestibular graças a esse meu pequeno hobby.

Bom, é isso por enquanto. Espero poder voltar a falar sobre qualquer outra coisa em breve.

Ja ne (a que agora é uma otome bem ativa).

Depressão pós-término de alguma coisa

Olá, seres que de vez em quando aparecem por aqui!

Eu negligenciei um pouco esse blog, admito e confesso minha culpa, mas eu estava tão terrivelmente viciada em Katekyo Hitman Reborn! que não existia qualquer motivação para que eu escrevesse qualquer coisa (as minhas fanfictions que o digam). E esse foi o motivo, andei tendo algumas super-doses de Reborn diariamente o que fizeram todo o meu tempo… Bem, simplesmente sumir.

O meu tempo virando fumaça -q

Eu também estava viciada nessa criatura linda aqui:

Gokudera Hayato - Reborn!

E isso foi o suficiente para as coisas desandarem, juntamente com a minha preguiça (oe, eu sou preguiçosa :B)…

Então me veio a ideia pra esse post, que é uma coisa que normalmente acontece quando você gosta muito de algo e, infelizmente, aquela coisa acaba. Quando eu cheguei ao episódio trinta de Reborn eu pensei: quando isso aqui acabar, eu vou ficar toda mimimi. E são 203 episódios e o mangá continua saindo!! E aí você percebe que não há qualquer motivo para eu me preocupar, mas… não consegui evitar.

Acho que a premissa básica da Síndrome de Peter Pan (nome que a Ana deu quando eu falei da minha pequena mania de não concluir determinadas coisas – se bem que deve existir de verdade e ser estudado por alguém com capacidade e interesse nisso) é justamente o apego. Minha mãe vivia dizendo algo do gênero: Nós não vamos criar um animal, caso contrário a gente vai se apegar e se sentir mal quando ele morrer e tals (e no fim das contas eu sou frustrada por nunca ter tido um gato por mais de um mês – eu sempre “adoto” os gatos da minha avó nas férias).

E sempre que alguma coisa muito boa, que eu gosto muito, acaba eu fico realmente meio mimimi, como se nada no mundo fosse ser tão bom quanto a coisa que acabou de terminar. Eu me senti assim quando Vampire Academy acabou (a série de livros), quando Harry Potter acabou, quando vários animes acabaram, quando Star Wars trilogia antiga acabou (tudo bem, não tão deprimida assim porque eu estava cansada de tanta coisa de alienígena/espaço – foi na minha “semana de ficção científica”) e por aí vai.

Quanto a esse apego, ele pode ser expressão de várias formas. Muitas vezes as pessoas encaram algo como uma fuga da realidade e, assim que essa saída acaba, quando a realidade se torna nítida de novo, a pessoa passa a sentir o vazio deixado pelo objeto da fuga, a infelicidade de estar em uma vida difícil (ninguém nunca disse que viver seria fácil). Outras vezes é simples apego mesmo. E ainda em outras vezes é descontentamento com o fim, já que não foi satisfatório (como quando eu terminei de ver o anime Skip Beat!).

É difícil tentar compreender o que se passa com um ser humano e com seus gostos.

Solução?! O mais legal é procurar outra coisa que possa ocupar a mente, para não ficar lembrando o que acabou. (É isso ou aprender a lidar com a realidade…).

“Tudo que é bom sempre acaba. E acaba rápido.”

(Talvez por isso Naruto continue e continue, sem fim O.o).

É isso, por ora.