Dica de Diva: Unha Ombré

Desde o início do blog existe um assunto que eu queria falar muito, muito, muito, porque é uma coisa que eu adoro, apesar de ser uma coisa bem mulherzinha – e certo que esse blog é uma coisa mulherzinha nerd, então… – e esse determinado assunto é: Unhas!

Unhas, Nail Art, esmaltes, o que fosse. Considerando que é uma das coisas mais fúteis na minha vida desde que eu descobri o colorido mundo dos esmaltes, acho que é uma coisa válida para se falar em um blog como esse. Mas nunca tive realmente coragem, porque achava uma coisa tão, tão inútil que não valeria a menos que fosse transformado em algo minimamente útil – eu ando meio paranoica com esse lance de útil/inútil.

Por isso que hoje eu estou aqui com esse post dedicado às unhas. Bom, não exatamente às unhas de um modo geral, mas a uma forma de pintar as unhas que eu realmente achei lindo.

Essa ideia na verdade veio da Nai, a Mums, do blog Universo de Diva (do qual teoricamente eu sou uma das autoras), que fez um post sobre unha ombré, após divulgar essa coisa linda no Facebook – na verdade as primeiras que ela fez nesse estilo.

E o interessante é que é uma coisa muito fácil de fazer e bem diferente.

“Diferente como?” – Eu pensei comigo mesma quanto escrevia a frase anterior.

Exatamente assim:

Também dá pra fazer desse jeito *3*

E é fácil, porque você precisa apenas de alguns esmaltes, esponja – pode ser até mesmo aquelas de lavar louça – e um pouquinho de criatividade.

Primeiro você deve escolher um esmalte que seja a base, com o qual você deve pintar toda a unha – e tem que deixar secar bem. Depois você pega um outro esmalte, passa um pouquinho na esponja e sai dando batidinhas na unha. E vai dando batidinhas na unha com quantos esmaltes diferentes você quiser – cuidado com o exagero! – dando, ou não, um efeito degradé, o que fica a critério. Por fim,é só passar um esmalte incolor por cima que fica tudo um glamour só.

Os resultados podem ser bem variados, dos mais espalhafatosos aos mais simples e as possibilidades de combinação são infinitas [?].

Copiando Seguindo o modelo do post da Mums, aí vai um vídeo com tudo explicado de como fazer, mesmo que todo em inglês – porque dá pra entender o que fazer (o mesmo vídeo usado no post dela, só pra constar).

Aí a minha humilde pessoa, na tentativa de fazer isso pela primeira vez, acabou produzindo isso:

Não que dê pra ver muito bem, foto tirada no celular ¬¬

E fim.

Só pra não ficar um post inútil aqui e então – que não aconteça – eu fique sem aparecer por um mês (de novo), eu vou voltar ainda hoje com uma resenha, acho. Só não joguem pedras xD

See ya~

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WTF: Sopa, Pipa e Acta!

Então. Agora que estou de férias e cheia de coisas interessantes para fazer – incluindo fazer reserva de animes para um longo tempo, porque nunca se sabe quando a coisa vai ficar realmente feia – eu resolvi começar o meu trabalho de volta aqui. Bom, ou pelo menos assim espero, haha. Já vou ter aulas a partir do dia 13, mas espero poder escrever mais esse semestre com um pequeno extra que eu consegui, mas isso não vem ao caso.

De qualquer jeito, meu primeiro post de férias de verdade – porque eu só estou tendo férias e me sentindo como se as tivesse agora após semanas exaustivas (ou nem tanto) de estudo, mesmo que eu já tenha que estudar de novo, pois vejo uma boa prova se aproximando e a possibilidade de dinheiros (quase) infinitos também – é sobre a onda de informações que estamos recebendo todos os dias, mesmo que apenas em uma nota de cento-e-quarenta caracteres. Sopa, Pipa e Acta são os novos vilões que “enfrentamos” atualmente e tenho certeza de que todos já ouviram falar e até devem ter procurado se informar sobre o que realmente está acontecendo nesse contexto atual. Aliás, muitos já devem estar prestes a arrancar os cabelos, desesperados, sem querer ouvir falar no assunto, fato. Mas, como eu quero dar minha opinião e meter meu bedelho onde não sou chamada…

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Durarara!!

Esse é um anime que eu faço questão de resenhar e de ser bastante parcial.

Atualmente é um dos meus preferidos, sem sombra de dúvidas. Tem bons traços, a animação é boa, as músicas de abertura são ótimas, a parte visual é linda e, ao contrário do que eu estou acostumada (animes feitos a partir de mangás que não foram concluídos e que acabam tendo um frustrante final aberto), esse anime possuí uma linha de história bem definida e que possui um final. Bom, é claro que você sente um pouco daquele “E agora?” que se sente quando terminar algo em que você sabe que está faltando alguma coisa.

Mas Durarara!! é um anime que te conta uma história. E termina essa história. O que acontece depois você pode imaginar, mas há um desfecho para o que foi proposto e esse é o ponto que eu acho mais importante, mesmo que você ache que não tem exatamente um final.

Durarara!! Conta a história de Ryuugamine Mikado, um garoto de quinze anos, que morava no interior que vai morar em Tóquio, no distrito de Ikebukuro, após ter sido convencido pelo seu amigo, Kida Masaomi. Em seu primeiro dia na cidade, ele se depara com uma nova realidade, que parece absurda. Mas passando a viver em meio a tantas coisas esquisitas, ele se vê envolvido numa guerra de gangues envolvendo um motoqueiro sem cabeça, um Retalhador que controla as pessoas, um informante manipulador, um cara com força sobre-humana, um médico clandestino sem licença, um russo com sotaque carregado e que trabalha no “Sushi Russo”, e todas as bizarrices que puder imaginar.

Tecnicamente Mikado, Masaomi e a amiga deles, Anri, podem ser considerados como protagonista. Não se pode negar que há um bom foco neles, mas existe algo nesse anime que não te deixa identificar com precisão quem exatamente está protagonizando, porque simplesmente dá espaço para todo mundo e seus dramas. Uns mais que outros, isso é um fato. E acho que isso também deixa o anime bem mais interessante.

De início a coisa é bem confusa. Tive ímpetos de largar e o teria feito se… Bem, a motivação não importa, o que importa é que eu fui forte e resisti até pelo menos a metade – que é quando as coisas começam a se mostrar como verdadeiramente são (pelo menos boa parte delas). Acho que a maioria das pessoas desiste logo no começo por não entender nada logo de cara (e não só no primeiro episódio, como também no segundo, no terceiro, no quarto… quase não dá pra entender esse negócio). Mas, se serve de dica, é interessante você ficar montando teorias sobre tudo e todos e, depois, descobrir se todas suas teorias estavam certas ou não.

E, sim, é confuso, é cheio de coisas doentias, é sombrio, é bizarro, mas é incrivelmente legal.

Eu gosto muito dos personagens, acho todos ótimos. Desde o peste, vulgo informante manipulador, cujo nome é Orihara Izaya até a menina que se parece com a Hinata de Naruto, a Sonohara Anri, e que muitos podem considerar como a garota tímida e retardada (ou não, vai).

Minha dúvida mortal para escolher qual dos dois eu prefiro D8

Gosto também da trama, gangues de rua e uma motoqueira sem cabeça, basicamente, e da forma como ela foi trabalhada. É um anime cheio de reviravoltas que prende a atenção e de repente você está envolvido com a história. Comecei a assistir lentamente e em pouco tempo consegui terminar – apesar de saber que no final eu ia ficar toda “mimimi” por ter acabado.

Uma coisa ruim, além do que eu já falei sobre ser doentio, bizarro e sombrio é que com aquela coisa de trabalhar todos os personagens, nem tudo ficou perfeitamente “ok”. Quer dizer, teve quem reclamasse, mas acho que tudo condiz com o modo como a história foi sendo conduzida. Se fosse o contrário seria legal? Provavelmente sim. Mas é exatamente isso que faz Durarara ser Durarara (sombrio, doentio e bizarro – o que me leva a pensar que ele até entra um pouco na alma do blog, paradoxalmente legal).

Tem um total de 24 episódios, além de dois extras, se não me falha a memória (ou talvez seja mesmo só um e eu estou confundindo as coisas, não sei D8).

E é isso.

:3

Ps.: Obrigada pelos comentários, sério <33

Fim do Mundo – Pela 28432748737545 vez

(O número é completamente aleatório, mãs relevem).

Dia 21 de dezembro de 2012 está chegando (“Mas já?! É só o começo do ano!” – ” O tempo não pára, quando você menos esperar é 21 de dezembro”) e mais uma vez o mundo vai acabar.

Porque não é de hoje que existem anúncios de fim do mundo. Aliás, muitos acreditam que o mundo já “acabou” algumas vezes (bom, não o mundo, mas, de certo modo, o que havia nele, como o Dilúvio, o famoso meteóro de pégaso que matou os dinossauros…). E isso acaba funcionando como a história que muitos conhecemos, mesmo que de formas diferentes, de que, se alguém fala repetidas vezes uma coisa e essa coisa acaba se mostrando falsa, a credibilidade de quem conta fica abalada, digamos assim – o que certamente pode ser utilizado nesse caso, mesmo que o que perde a credibilidade é a história de que o mundo vai acabar.

"Imortalidade! Muahuahuahua!"

Muitos atualmente encaram a situação fazendo piadas e brincadeiras, talvez querendo mostrar que já não tem mais graça essa história toda de fim do mundo, ou talvez apenas para tentar afastar o medo (não é fácil encarar que o mundo pode acabar assim, sem sentir um pouco de apreensão).

Independente disso, de fato, a credibilidade da história foi pro buraco. Para o ano 1000 d.C. já existiam boatos de fim do mundo. Depois em 1033 d.C, por fazer exatos mil anos da morte de Cristo; ano 2000; 21 de maio de 2011; 21 de outubro de 2011… E esses são só os que eu sei, pode haver fim do mundo escondido até no cafofo da minha tia avó – e eu nem sei se eu tenho uma.

Pergunto-me se é divertido ficar profetizando e brincando de fingir-ser-Deus.

"hahaha"

Enfim, encaremos os fatos: o mundo está acabando? Sim. Mas não acredito que seja por algo que  virá dos céus e destruirá a humanidade ou o planeta em uma data marcada. Acho que o mundo está acabando no sentido de que o meio ambiente tem se deteriorado cada vez mais e os desastres naturais vão modificando a realidade que conhecemos. Ademais, muitos outros acreditam que essas datas marcadas para o fim do mundo nada mais são que datas que representam a chegada de mudanças que vão mexer e “destruir” o mundo como o conhecemos, nada mais que isso. Ou talvez sejam apenas delírios que aparentemente – mas só aparentemente – fazem algum sentido. Vai entender…

Só fica difícil saber no que acreditar. Pelo sim ou pelo não, vou aproveitar e ver o fim do mundo feliz depois de assistir The Hobbit, The Avengers, o filme de Tiger and Bunny, The Dark Knight Rises e o que mais aparecer no caminho.

(Ignorem que eu já não sei mais escrever um post decente)

Ano novo, vida nova -q

Eu nem sei o que a pessoa que inventou essa frase aí de cima pensava quando a criou. Talvez fosse apenas um bobo otimista que realmente, realmente estava se esforçando para acreditar que tudo ia melhorar…

De qualquer jeito, se vai realmente, realmente melhorar, só depende de cada um, pelo que eu me lembro…

Enfim, primeiro de tudo Feliz Ano Novo a todos! Fizeram suas promessas de início de ano? Eu não. Acho que vou realmente parar de prometer coisas que eu não sei se vou cumprir – mesmo que eu tenha todo esse negócio de pensamento positivo.

E essa é a deixa para eu falar novamente sobre meus sumiços. Último post até que era uma coisa bonita sobre promessas de retorno e tals, mas a prática se mostrou difícil. Não lembro como era minha vida quando eu criei o blog, mas acho que as coisas pesaram semestre passado, com a faculdade e tudo (leia-se: tumblr, mangás yaoi, fics e mais e mais fics, mais mangás yaoi… mas eu estudei muito também, tentando melhorar o maldito Índice de Rendimento Acadêmico. E só pra comprovar, meu rendimento de livros lidos em um ano caiu de 95 para míseros 44). E agora nas férias eu voltei a pensar sobre esse blog – olha o que o “ócio” não faz (ócio entre aspas, porque eu tenho realmente muito o que fazer, mas fazer que é bom…).

Tenho algumas ideias, poucas ideias, mas vou implementar aos poucos também, então acho que está tudo bem – principalmente depois do dia 29 de janeiro agora – depois da prova do concurso que eu vou fazer -, quem sabe. E vou excluir outras coisas também. Aliás, mudei o layout do blog – sabe como funciona aquele negócio de uma mulher cortando o cabelo para deixar o passado para trás? (Ou isso não existe e eu acho que existe por culpa de um mangá que eu li?) É quase isso. Por mais que eu gostasse do antigo layout – e me sinta realmente frustrada com as opções do WordPress – acho que era hora de uma mudança. Aliás, passava da hora.

Não sei o que vai ser daqui pra frente, nesse ano em que, dizem, o mundo vai acabar, mas vamos ver no que vai dar. Eu vou pagar pra ver. De novo.

(Eu acho que tinha mais coisas para falar, mas acabei esquecendo, enquanto escrevia esse texto.Argh, depois eu lembro. Acho).

“Vejo” vocês de novo talvez hoje, talvez amanhã. Eu nem sei mais.

Divirtam-se por mim,

Natalia.

“Onde está meu e-mail do Pottermore?” E outras bobagens

Eu sei o que vocês estão pensando. “Essa maluca cria um blog, faz promessas e promessas e faz a coisa parecer legal será que parece realmente legal? e depois some e não dá nem mais as caras por aqui!”. Ou algo assim.

Nem vou dar explicações e mais explicações sobre o porquê de ter sumido por tanto tempo. Foram coisas demais. E eu tinha me desanimado um pouco com isso aqui, não pela falta de comentários, ou por qualquer outra causa que esteja relacionada com as pessoas que o leem. Foi uma coisa minha. Eu estava começando a me sentir frustrada por não ter nada que parecesse realmente legal, original e inovador para colocar aqui. Acho que depois de… Bom, eu já nem sei quanto tempo faz desde que eu criei o blog (sim, minha memória não é notável), as ideias vão diminuindo, até que em um surto, você resolve que vai conseguir novas ideias [?]. Ou pelo menos acredita que vai conseguir. De qualquer jeito, tenho feito coisas, visto coisas e pensando em coisas. Não vou prometer nada que não possa cumpri. Não mais. Não creio que eu vá ser tão assídua (a vida real – e o tumblr – ainda está me sugando), mas quero voltar aos poucos, porque aos poucos eu sei que dá pra chegar longe. E todo o motivo dessa minha volta com esse post é: estou meio que mandando tudo às favas. Vou escrever sobre o que eu gosto, mesmo que nem seja lá tão original, e vou me divertir com isso (e esperar que alguém se divirta também). Porque se essa não era a ideia do blog quando eu o criei… bom, agora vai ser (e, tá, eu acho que a ideia era essa de uns tempos pra cá, até eu ter minha crise).

percebe que os níveis de revolta parecem meio altos, tudo bem, eu parei.

Já que eu falei o que eu queria falar sobre o sumiço e tudo o mais, agora eu quero colocar minha outra revolta aqui: Como assim eu ainda não recebi meu e-mail do Pottermore??? Tudo bem que eu só consegui no último dia e tals aquela maluquice/treco pena mágica, mas Outubro já está aí e nada para mim ainda? Como pode? Ok, eu nem queria mesmo… (tentando usar a psicologia do Rock Lee).

Certo, parei. Agora eu vou indo ali, terminar minhas milhares de fics que eu já comecei.

25 de Maio

E aqui estamos nós de novo, mais um dia da toalha.

Muito conveniente desaparecer e só voltar a escrever algo em um dia tão… peculiar (o qual já teve até direito a “bombardeio” de toalha hoje).

Mas, voltando, meu objetivo com esse post hoje… Bom, ele não existe. Eu simplesmente quis escrever algo e aqui estou eu.

Sabem, é engraçado ver como as coisas estão se espalhando… Ou talvez eu apenas decobri como se pode descobrir coisas na internet – mas isso não importa. O negócio é, #OrgulhoNerd está nos TT’s – tive um susto quando vi.

Também vi várias menções ao Dia da Toalha e até promoções no Twitter (a “ideia” para esse post só nasceu mesmo, porque eu entrei no twitter e me deparei com isso tudo).

Eu já falei em ocasiões anteriores, com um pouco menos de maturidade e até mais fanatismo, sobre o que era ser nerd, já fiz um post inteiramente voltado para esse dia, acho que já devo ter comentado sobre o que está acontecendo e que muitos caracterizam como “ser nerd virou moda”.

Não lembro se coloquei os pretensos Direitos e Deveres dos nerds, tenho plena consciência de que esse é um post completamente inútil. Também não recordo se já falei sobre o preconceito com nerds de um modo geral – mas isso é uma coisa que acontece e sobre a qual provavelmente falarei um dia.

Sei que já coloquei uma imagem totalmente voltada para garotas que também merecem fotos de caras gatos usando toalhas – não é só os meninos que merecem. E não consigo pensar em mais nada legal para ser feito nesse blog com relação ao assunto.

Acredito que hoje só posso desejar:

E comentar que acho interessante olhar também pelo outro lado – e não só ver que existem milhares e milhares de nerds posers por aí. Acho que nesse dia do Orgulho Nerd (e também dia da toalha), desse ano, eu vou aproveitar para me orgulhar dos grandes nerds que se destacaram no cenário mundial e agradecer pela grande febre que isso gerou – apesar do lado negativo que muitos conhecem – já que, assim, pudemos ter muito mais contato com coisas consideradas integrantes da cultura nerd.

O fato de estar se popularizando ajuda, facilita as coisas.

E isso é que é o mais legal de tudo isso, eu acho. (“Pollyana feelings” – se não entendeu, procure pelo livro Pollyana, de Eleanor H. Porter)

Ok, vou parar com as filosofias baratas. Espero voltar em breve com posts mais úteis.

(E também vou agradecer pelo fato de o mundo não ter acabado dia 21 de maio…)