Sobre aniversários…

Você desde que se entende por gente vê as pessoas comemorando aniversários como se fosse uma coisa legal para se festejar. Mas, qual o problema com as pessoas? Elas ficam velhas e estão fazendo festa por isso? Se ficassem mais novas eu entenderia perfeitamente…

Pois é.

Hm. Sábado foi meu aniversário e, esse ano, eu acabei pensando em várias coisas.

Eu ainda penso daquele jeito que foi exposto ali em cima, mas acho que existem mais coisas por trás dos aniversários.

Primeiro tem o fato de que você pode ter um motivo qualquer para festejar com os seus amigos, com a sua família e ainda por cima pode ganhar presentes (obrigadas pelos presentes, pessoas – as pessoas a quem essa mensagem se refere vão entender). Depois você fica mais velho, mais experiente. Isso não necessariamente é uma coisa ruim, porque ter alguma coisa mais de sabedoria é bem válido.

Você pode agradecer pela sua vida para as entidades religiosas em que você acredita. E agradecer por tudo o que aconteceu durante todos esses anos. Desde coisas boas a coisas ruins, porque elas podem ter ajudado a amadurecer um pouco, elas podem ter te fortalecido, ou podem apenas preveni-lo para que evite incorrer no mesmo erro (mas certas pessoas nunca aprendem).

Você pode sorrir e pensar que já pode fazer algumas coisas que antes você não podia, porque as pessoas diziam que você era novo demais para isso (Danielle quando eu fiz 18 anos: Yey! Já pode ser presa!… Mas você pode considerar “dirigir” também).

Depois você pode fazer o que quiser, pode dormir tarde, acordar tarde, comer o que quiser, sua mãe já não tem tanta influência assim sobre você. Você vai poder sair por aí para se divertir mais vezes e vai ter pessoas da sua idade para serem um grupo divertido de pessoas loucas (e bêbadas talvez). Você pode acreditar que é importante, ou, sei lá, pode realmente ser importante.

Pode acreditar também que pode fazer muitas cosias diferentes, pode tentar mudar o que você considera errado…

Não importa.

É bom sempre procurar o lado bom das coisas.

Com aniversários não poderia ser diferente.

=]

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Nota de Esclarecimento e Agradecimentos

Eu sei que ando meio sumida e os últimos posts são praticamente nada comparados aos posts de maio, por exemplo. Tanto quando o assunto é qualidade quanto quantidade. Enfim.

Eu só venho tornar público o que me aconteceu de tão desanimador para que eu parasse de escrever descentemente nos últimos dois ou três meses… Bom, desde que viajei de férias, mais ou menos.

Então mês passado eu não parei para por ideias no papel, porque eu sempre preciso escrever tudo o que eu queria falar. Aparentemente eu não consigo funcionar se eu não tiver um plano de ação traçado… E esse mês o que me acontece? Eu passo por uma pseudo-crise de depressão, do tipo: “o que eu estou fazendo da minha vida? E o que eu vou fazer agora?”

Além disso, eu ainda tive outros problemas sentimentais como descobrir que eu provavelmente gosto de alguém de um modo absurdo e meio estúpido, coisa que eu detesto quando acontece, mas, aparentemente, não posso fazer nada quanto a isso…

Aí eu olhei o blog hoje e…

CA-RAM-BA!!! [!!]

Eu REALMENTE não poderia me sentir mais motivada a voltar escrever depois de ver que eu tive mais de Dez mil visitantes! Dez mil visitantes no meu blog idiota.

Quando eu comecei a escrever aqui, eu era só mais uma pessoa com um blog na vida, não esperava que alguém fosse lê-lo (como aconteceu com meus outros blogs) e ter mais de 10.000 visitas é realmente muito animador.

Então, eu já tive pelo menos umas três ou quatro ideias que eu espero ser suficiente para me animar ainda mais e, assim, voltar a ser o que eu e o ParaNerd – meu apelido carinho para o blog, tirado de ParaKiss, mas enfim – fomos antes…

Aliás, eu tenho tanta coisa que me motiva agora… Não as provas, porque amanhã eu tenho prova de Direito Constitucional, mas ainda não estudei o que é o mais importante – e o mais difícil também… Acho que vou ter que perturbar meu pai…

Então, eu queria finalizar essa babaquice que eu chamo de post com um super, ultra, power, max, mega, plus, advanced, platinum [!!] obrigada, só pelo simples fato de você eventualmente ter clicado aqui, mesmo que tenha achado o blog uma merda e nunca mais tenha voltado. Se você voltou e gostou, meu obrigado é ainda mais sincero e animado que o anterior…

E eu vou parar por aqui, porque eu tenho uma tendência a agradecer as pessoas em demasia quando é no mundo virtual…

Falando nisso, vou agradecer publicamente e tals à mãe da Lara – na verdade, eu vou agradecer à Lara e à família dela, por terem me tratado super-bem quando eu fui com eles para o interior nesse fim de semana. Eu não sou boa com as palavras ao vivo, principalmente quando envolve sentimentos… e eu meio que tenho esse sentimento de gratidão, enfim. É isso. Obrigada pelo pacote turístico para a Tejuçuoca, terra do bode. Hahah.

Aguardem-me ;]

Mães: O que há com elas?

Longe de ser um post revolucionário, ou com a intenção de relatar o desabafo de alguma adolescente em crise com os pais, esse post é mais um daqueles relatos de que toda mulher depois que se torna mãe ganha algum tipo de sensor que praticamente a alerta sobre muita coisa em realaçao aos filhos. Provavelmente vem da necessidade de interpretar os sons e choros que os bebês utilizam para se comunicar.

A questão é que, inteiramente grátis, elas ganham algo do tipo: vou-implicar-com-muito-do-que-meu(minha)-filho(a)-fizer.

Sim, meus caros, eis o que acontece: além dos comuns “leve uma sombrinha, pois vai chover”, ou “não esqueça de levar a escova de dentes… E faça isso logo, se não você esquece!”, ou mesmo “guarde esse livro na mochila, se não alguém vai pegar quando você se descuidar” – esse aconteceu com um amigo -, é possível que ela venha com um: “Você não se cuida direito por passar tempo demais preocupada com vídeo-games e essas coisas todas…”

Sem falar nas pragas que – como minha mãe diz – pegam melhor que qualquer outra.

E se não aconteceu com você ainda, acredite: vai acontecer!

Eu escutava minha amiga “reclamando” que a mãe dela brigou com ela uma vez, porque ela estava toda largada jogando Guitar Hero e a mãe disse que era exatamente por isso que ela não arrumava um namorado. Bom, como se ela tivesse que parecer sexy vinte e cinco horas por dia ou seria por que ela estava justamente jogando vídeo-game em vez de estar, sei lá, passeando por um shopping?. E daí eu me vangloriei por dentro. Afinal, minha mãe não parecia se importar muito comigo.

E talvez tenha sido isso, ou a minha pretensão em gastar o pouco dinheiro que eu ganho de mesada com uma lista um tanto quanto grande de livros, o fato é que ela me soltou essa: “O que você precisa é de um namorado!”. Como se eu fosse explorá-lo pra comprar livros pra mim embora eu tenha dito exatamente isso a um amigo um tempo atrás, ou como se eu fosse deixar a minha compulsividade para ler por conta de um cara.

O mínimo que eu iria fazer seria trocar uma tarde caso eu tenha um bom livro em mãos. E, claro, depois aproveitar a noite com o bofe. Mas não rola, porque, vai enteder os motivos que me cercam, eu não tenho qualquer chance de arrumar um namorado, enquanto eu agir feito uma… nerd anti-social que não consegue fazer amigos.

Mesmo que ser nerd não seja necessariamente ser anti-social, pelo menos do meu ponto de vista.

E aqui fica minha pequena reclamação. Juntamente com a minha homenagem, mesmo que estejamos longe do dia das mães. Afinal, elas sempre estiveram lá – criticando seus gostos, ou não – para ajudar no que fosse preciso.

E, só pra finalizar, a única coisa que me consola é que um dia eu terei os dois dispositivos maternos extras. Longe de mim ter uma vingancinha básica, mas é exatamente isso o que vai parecer. Como se eu me importasse…

;D