Entendendo o Sheldon quando o assunto é spoilers

Da época em que eu ainda assistia The Big Bang Theory, eu lembro que, em um dos episódios, o Sheldon praticamente fritou com o fato de que alguém – que eu já não lembro quem – disse para ele e que ele considerou uma das coisas mais ofensivas da vida, algo que você não pensa que pode ser um spoiler, mas que pode gerar todo um problema para a pessoa que o escuta, sim.

Quando eu vi o episódio, é claro, eu achei que aquela opinião sobre spoilers era absurda, afinal não foi revelado qualquer detalhe da história, tinha sido só um comentário sobre o quanto a coisa (notem que eu não lembro mais o assunto em questão) era “de cair as calças” (notem que eu também não lembro a expressão que foi utilizada).

Mas eu vivi isso na pele e agora digo que o entendo. Motivo pelo qual achei que era interessante montar um post sobre o assunto.

Lembram quando eu digo que não aumento as minhas expectativas em relação a muitas coisas só para poder aproveitar melhor o que pode ser oferecido a mim? Pois é. Essa é a regra geral e isso está diretamente relacionado ao assunto do post. Porque quando você vai assistir a um filme ou a uma série, ou ainda vai ler um livro, sei lá, estando completamente ignorante sobre o assunto, você percebe a história de um jeito completamente diferente de quando você vai sabendo a opinião e a impressão dos outros – ou ainda sabendo de um ou outro detalhe.

É claro que resenhas ajudam você a escolher melhor o livro que você vai ler a seguir, por exemplo, ou muitas vezes você não se importa em saber, porque suas expectativas nunca vão subir de verdade. Mas podem haver casos em que a opinião de alguém influencia tanto você que as coisas podem desandar – e no meu caso desandaram feio.

Isso aconteceu com um dos episódios mais recentes de Once Upon a Time. A Ana praticamente chorou enquanto falava sobre o episódio, dizendo o quanto era lindo, e dizendo “I have all these feelings”, e ainda ficou comentando alguns detalhes do episódio (eu ouvi, sua vaca sem discrição), e então veio a Lara e muitas coisas no tumblr envolvendo a Belle – que sinceramente me fizeram aproveitar menos o episódio do que eu deveria. Poxa, eram elas, por isso eu fui achando que o episódio ia ser épico.

Para minha completa frustração, o episódio não teve nada de mais, chegando a ser pra mim um dos episódios mais sem graça, quando, pelo teor da história, deveria ter sido mais emocionante – aliás, a série toda é meio emocionante pra mim (e eu ainda falarei sobre ela), o que deixou tudo ainda pior.

E é isso o que pode acontecer e é sobre isso o que o Sheldon estava falando. Às vezes alguém olha pra você e diz: “Assista esse filme, porque é ótimo, perfeito!” Não precisa mais do que isso se você confia na pessoa e sabe que ela tem gostos parecidos com os seus. Então você vai, aumenta suas expectativas porque o fulano ou a fulana falou e quando você vai ver a coisa não chega nem perto do que você esperava, porque você percebe que simplesmente estava esperando demais!

E suas calças não caíram.

Vou montar uma campanha: Proteja seus animaizinhos… digo, amigos da frustração de um episódio estragado por um comentário como “é de cair as calças”.

Só pra piorar a situação eu acabei entendendo detalhes do episódio de modo que eu já sabia o que ia acontecer, porque a Ana não sabe controlar o tom de voz dela e ficou berrando: “Eu sabia que não era! Eu sabia!”.

Agora eu preciso montar minha vingança maligna -q.

“Onde está meu e-mail do Pottermore?” E outras bobagens

Eu sei o que vocês estão pensando. “Essa maluca cria um blog, faz promessas e promessas e faz a coisa parecer legal será que parece realmente legal? e depois some e não dá nem mais as caras por aqui!”. Ou algo assim.

Nem vou dar explicações e mais explicações sobre o porquê de ter sumido por tanto tempo. Foram coisas demais. E eu tinha me desanimado um pouco com isso aqui, não pela falta de comentários, ou por qualquer outra causa que esteja relacionada com as pessoas que o leem. Foi uma coisa minha. Eu estava começando a me sentir frustrada por não ter nada que parecesse realmente legal, original e inovador para colocar aqui. Acho que depois de… Bom, eu já nem sei quanto tempo faz desde que eu criei o blog (sim, minha memória não é notável), as ideias vão diminuindo, até que em um surto, você resolve que vai conseguir novas ideias [?]. Ou pelo menos acredita que vai conseguir. De qualquer jeito, tenho feito coisas, visto coisas e pensando em coisas. Não vou prometer nada que não possa cumpri. Não mais. Não creio que eu vá ser tão assídua (a vida real – e o tumblr – ainda está me sugando), mas quero voltar aos poucos, porque aos poucos eu sei que dá pra chegar longe. E todo o motivo dessa minha volta com esse post é: estou meio que mandando tudo às favas. Vou escrever sobre o que eu gosto, mesmo que nem seja lá tão original, e vou me divertir com isso (e esperar que alguém se divirta também). Porque se essa não era a ideia do blog quando eu o criei… bom, agora vai ser (e, tá, eu acho que a ideia era essa de uns tempos pra cá, até eu ter minha crise).

percebe que os níveis de revolta parecem meio altos, tudo bem, eu parei.

Já que eu falei o que eu queria falar sobre o sumiço e tudo o mais, agora eu quero colocar minha outra revolta aqui: Como assim eu ainda não recebi meu e-mail do Pottermore??? Tudo bem que eu só consegui no último dia e tals aquela maluquice/treco pena mágica, mas Outubro já está aí e nada para mim ainda? Como pode? Ok, eu nem queria mesmo… (tentando usar a psicologia do Rock Lee).

Certo, parei. Agora eu vou indo ali, terminar minhas milhares de fics que eu já comecei.

Nota de Esclarecimento e Agradecimentos

Eu sei que ando meio sumida e os últimos posts são praticamente nada comparados aos posts de maio, por exemplo. Tanto quando o assunto é qualidade quanto quantidade. Enfim.

Eu só venho tornar público o que me aconteceu de tão desanimador para que eu parasse de escrever descentemente nos últimos dois ou três meses… Bom, desde que viajei de férias, mais ou menos.

Então mês passado eu não parei para por ideias no papel, porque eu sempre preciso escrever tudo o que eu queria falar. Aparentemente eu não consigo funcionar se eu não tiver um plano de ação traçado… E esse mês o que me acontece? Eu passo por uma pseudo-crise de depressão, do tipo: “o que eu estou fazendo da minha vida? E o que eu vou fazer agora?”

Além disso, eu ainda tive outros problemas sentimentais como descobrir que eu provavelmente gosto de alguém de um modo absurdo e meio estúpido, coisa que eu detesto quando acontece, mas, aparentemente, não posso fazer nada quanto a isso…

Aí eu olhei o blog hoje e…

CA-RAM-BA!!! [!!]

Eu REALMENTE não poderia me sentir mais motivada a voltar escrever depois de ver que eu tive mais de Dez mil visitantes! Dez mil visitantes no meu blog idiota.

Quando eu comecei a escrever aqui, eu era só mais uma pessoa com um blog na vida, não esperava que alguém fosse lê-lo (como aconteceu com meus outros blogs) e ter mais de 10.000 visitas é realmente muito animador.

Então, eu já tive pelo menos umas três ou quatro ideias que eu espero ser suficiente para me animar ainda mais e, assim, voltar a ser o que eu e o ParaNerd – meu apelido carinho para o blog, tirado de ParaKiss, mas enfim – fomos antes…

Aliás, eu tenho tanta coisa que me motiva agora… Não as provas, porque amanhã eu tenho prova de Direito Constitucional, mas ainda não estudei o que é o mais importante – e o mais difícil também… Acho que vou ter que perturbar meu pai…

Então, eu queria finalizar essa babaquice que eu chamo de post com um super, ultra, power, max, mega, plus, advanced, platinum [!!] obrigada, só pelo simples fato de você eventualmente ter clicado aqui, mesmo que tenha achado o blog uma merda e nunca mais tenha voltado. Se você voltou e gostou, meu obrigado é ainda mais sincero e animado que o anterior…

E eu vou parar por aqui, porque eu tenho uma tendência a agradecer as pessoas em demasia quando é no mundo virtual…

Falando nisso, vou agradecer publicamente e tals à mãe da Lara – na verdade, eu vou agradecer à Lara e à família dela, por terem me tratado super-bem quando eu fui com eles para o interior nesse fim de semana. Eu não sou boa com as palavras ao vivo, principalmente quando envolve sentimentos… e eu meio que tenho esse sentimento de gratidão, enfim. É isso. Obrigada pelo pacote turístico para a Tejuçuoca, terra do bode. Hahah.

Aguardem-me ;]

Dia do Orgulho Nerd [Parte II]

Então eu volto hoje, pequenos padawans, depois do meu dia bontinho e feliz (não mesm0) para registrar impressões acerca do primeiro dia da toalha que eu “participo  consciente e ativamente”. Ano passado eu ainda era meio noob, apesar de já ser tão esquisita quanto atualmente e eu ainda não lia blogs para entender o que é o dia da toalha e do orgulho nerd.

Vou pular a parte em que eu simplesmente comento trivialidades para passarmos para a parte interessante (ou não). Primeiro de tudo eu queria dizer que me sinto uma vaca preguiçosa, porque, se não fosse pela minha constante preguiça, eu teria levado uma toalha para me acompanhar durante o dia. Mas para me redimir, fiz fotos assim que cheguei em casa:

Era uma boa ideia, que morreu por conta da minha preguiça...

Então, assim que eu cheguei à sala de aula, a Ana já estava lá e estranhou o fato de eu, Tici, Lara e Bruno termos chegados todos juntos, mas a questão é que estávamos lá em baixo olhando a Lara olhar uma revista de maquiagem (eu na verdade queria ver se encontrava um pó na mesma revista, mas acho meio inútil, sendo que eu não sei o número da cor do pó). Então (já na sala) começamos a falar sobre o dia e a desejar feliz dia da toalha/orgulho nerd para todos.

Depois veio a discussão sobre as funções da toalha, onde a Ana estava praticamente cuspindo algumas duzentas palavras por minuto, das quais eu não entendi nada, mas tinha muita coisa lá no meio. E se você desse sorte, sua toalha ainda serviria para lhe enxugar.

Enquanto isso, Lara balançava sua toalhinha como um sinal de que alguém ali sabia sobre o dia – porque, em vinte e cincos de maio, as pessoas sabem da existência de outros nerds através da toalha. Então o professor chegou e tivemos que parar com as conversa, porque era o professor de Direito Penal – que é muito ameaçador, quando quer.

Depois o Sid chegou, todos trocamos cumprimentos rápidos com o Soutaichou (General) e voltamos a prestar atenção na aula. E como ninguém da sala se pronunciava para responder as perguntas que o professor fazia, ele resolveu marcar uma prova relâmpago para, advinhem, depois de amanhã.

Na hora do intervalo, conversamos sobre o post Parte I, sobre o dia do orgulho nerd e sobre os direitos e deveres do nerds – que está no citado post. Bom, agora eu não lembro mais sobre o quê conversamos, já que minha memória não é das melhores, nem adianta eu tentar. A aula acabou muito tarde, já que o professor da segunda aula acha que pode chegar a hora que quiser e passar duas horas seguidas enrolando, enrolando e enrolando (mesmo que ele ainda ache que está passando o conteúdo de forma exemplar para nós). Quando eu consegui sair da aula, com algum medinho de o professor atacar de Drama Queen mais uma vez (a primeira vez foi muito ridícula, mesmo que eu não tenha visto), eu comi alguma porcaria e fui para a aula de francês, no sol fritante que “faz” por aqui, sendo que eu já estava atrasada.

Depois do francês, passei direto para a biblioteca e fui estudar, porque, né, vou ter uma prova horrível semana que vem (e eu não lembrava que a prova era na semana que vem). Mas eu ainda consegui ler o primeiro volume de Meru Puri, mangá da Matsuri Hino (que, aliás, é da Lara. Obrigada, moça! *-*). Por volta das três horas eu saí da biblioteca e fui para o inglês e, para minha total surpresa, eu encontrei DUAS meninas andando com toalhas nos braços. Duas Meninas que eu nem conheço. Foi muito legal, se formos considerar que não era nenhuma amiga minha, e eu não tinha encontrado mais ninguém com uma toalha além da Lara hoje.

Depois inglês, depois dois ônibus lotados e depois cheguei em casa, bati as minhas fotos e vim para cá, escrever esse post, que eu não deveria estar escrevendo… Estudar é importante, mas às vezes nós precisamos descansar. E eu estou realmente cansada, por mais que eu tenha sintetizado tudo o que eu fiz.

This is Fred. Fred is a Nerd-Frog...

Teve até espaço para fotos do Fred – os créditos do nome são todos da Ana. E fotos do Fred com a Esmeralda. Percebam a camisa xadrez do meu sapo nerd (LOL). E o ambiente verde é completamente previsível, já que eu simplesmente adoro verde. Nem deu pra perceber, certo?!

Esmeralda and Fred

Essas fotos todas são para compensar que euzinha aqui, não tenho uma foto com uma toalha, porque não consigo tirar fotos minhas e não tenho cratividade para fotos legais.

E tem também essa foto. Mais direto impossível:

Mas eu tenho uma foto que é como uma pequena vingança pessoal. Porque eu cansei de visitar alguns blogs nerds, em sua maioria feitos por homens, com fotos de garotas semi-nuas, com uma toalha. Afinal, nós, she-nerds, podemos ter garotos semi-nus com toalhas. Igualdade é isso aí. E como eu sou uma fangirl:

Dean e Sam Winchester... Ah, e as Toalhas...

Imagem que eu encontrei há algum tempo e já não sabia se teria alguma utilidade. Se não gostaram da brincadeira, paciência. Don’t Panic. Eu vou fazer um post hoje instrutivo e interessante. Uma lástima que vá ser a base de Ctrl+C; Ctrl+V. Enquanto isso, vamos aos intervalos comerciais. Ah, e bom fim de dia da toalha!

Sem mais.

Ps.: Só pra lembrar que o Dia da Toalha e o Dia do Orgulho Nerd são coisas completamente diferentes, feitas no mesmo dia. O primeiro começou em 2001 e o segundo em 2006. O problema é que os dois acontecem no mesmo dia… E qualquer nerd que goste de livros e tenha lido o Guia do Mochileiro  das galáxias (o que é praticamente uma redundância) entende os dois dias. É como se fôssemos fazer a festa de aniversário de duas pessoas na mesma hora e local. Uma festa conjunta…

Rotina e a Importância do Sono

Então, ideias sempre nunca me faltam e eis que eu estou aqui hoje para relatar minha pequena rotina. Não, eu não estou tentando me vangloriar por qualquer um dos meus feitos semanais. Também não estou me fazendo por coitadinha – vocês entenderão essa parte. Sei lá, eu só quero contar, ok?! Acho que esse blog precisa de mais ação. E eu vou colocar alguma ação aqui. Até parece…!

Feh...

Enfim. Começando com a Segunda-feira. Na segunda-feira, eu sempre acordo às cinco e meia da manhã. E volto a cochilar e só acordo definitivamente as cinco e quarenta e cinco. Aliás, eu faço isso todos os dias. Nesse momento entre os dois horários citados, eu fico em algum estado entre o sono e a vida real, e o tempo passa tão rápido, que eu acho que estou acordando às cinco e meia de qualquer jeito.

Então eu tento fazer meu irmão acordar, tomo banho, puxo a orelha do meu irmão pra ele levantar (eu nem puxo a orelha dele… tá mais pra um grito de “levanta aí, seu lesado”). E me arrumo e depois tomo café da manhã e essas besteiras todas e saio às seis e meia para a faculdade.

Mas eu nunca saio seis e meia, saio depois do horário limite, e meu pai tem que dirigir feito um maluco pra chegar à faculdade às sete horas. Juro que morro de medo, mas, até hoje, ele nunca bateu o carro.

Então, eu fico na faculdade das sete as onze. Momento de total atividade cerebral tamanho o aprendizado… Haha! Essa é boa. Eu fico é escrevendo fics, ou conversando com alguma das meninas, ou lendo as fics da Ana, ou da Lara. Enquanto aulas simplesmente monótonas se desenrolam. Menos as aulas de Direito Penal I, que são um looshoo e o professor é engraçado.

Às onze eu tenho que sair da faculdade, ir andando por uns vinte minutos até chegar ao local onde eu tenho aulas de francês. A professora parece uma megera, mas ela é tão legal! Na aula de hoje ela disse que eu tenho uma pronuncia ótima.

Quando eu consigo uma carona, maravilha. Mas quando eu não consigo e por qualquer motivo idiota eu me atraso, lá vai eu tentar, em tempo recorde, percorrer todo o caminho, com a minha mochila pesada nas costas.

Depois do francês, eu vou feliz para casa, ficar a tarde e a noite no PC, fazendo qualquer coisa de inútil. Bem se vê que eu fico vagabundando em boa parte do meu dia.

Mas à noite, lá vai eu estudar alguma coisa da matéria do dia seguinte e assim eu fecho a segunda-feira, indo dormir às onze da noite. E no dia seguinte tudo se repete até o francês.

Porque depois…! Eu fico zanzando por aí até dar três horas, quando eu tenho aulas de inglês. E o pior de tudo é ficar falando oui quando eu deveria falar Yes. E a professora já decorou meu nome! Logo o nome de quem faz de tudo pra ser invisível: a professora do francês não decorou meu nome ainda…

Enfim, depois disso, por volta de quatro e cinquenta, eu pego dois ônibus lotados para chegar em casa, tomar um banho e… Adivinhem! Ir mexer no meu lindíssimo notebook. E depois ir estudar, ir dormir quase meia-noite…

Quarta-feira a mesma coisa da segunda-feira. Exceto em ocasiões raras. Na quarta passada, eu fui pra casa da Lara assistir Drácula e sequestrar algo que eu pudesse ler. Seis e alguma coisa da noite, eu tive que andar alguns metros (essa caminhada foi muito cansativa e tensa) com a Ana, morrendo de medo de ser assaltada (ou coisa pior), carregando trinta e seis volumes de mangás, os quais eu praticamente fui obrigada a carregar.

Cheguei em casa oito e alguma coisa e fui para o computador, depois ler e depois dormir. Quase meia noite. Note-se que eu estou excluindo alguns detalhes, já que parei de mencionar os horários dos meus banhos, porque ninguém precisa saber disso.

No dia seguinte, a mesma rotina de terça. Faculdade, francês, vagabundagem/estudos, inglês, ônibus lotado, casa, notebook, livros e dormir.

Sexta-feira, eu tive faculdade, depois eu fui almoçar no Restaurante Universitário – detalhe: eu fui e voltei andando sob um sol escaldante – com a Ana e depois voltamos para a faculdade a fim de enrolar por lá até começar o Cineclube, projeto de extensão da faculdade e tals.

mimimi...

Quando tudo isso acabou, eu senti uma fraqueza e quando cheguei em casa, assisti Inimigos Públicos (O Johnny Depp de bigodinho estava engraçado, mas ele de sobretudo e cara de mau enquanto assaltava um banco foi limdz definitivamente de babar). E minha mãe me tinha proíbido de ler o que quer que fosse naquela noite. Então eu nem estudei, embora tivesse pensado seriamente em desobedecê-la.

E oito horas da noite, eu dormi. Dormi até às oito horas do dia seguinte. E, à tarde, eu dormir de novo e, à noite, eu fui à Catedral da minha cidade e quando eu voltei, eu dormi de novo.

Domingo passei o dia no computador e fui dormir cedo de novo. A diferença foi que, no domingo, eu li um pouquinho de Crônicas de Nárnia… E fiquei no computador vendo os vídeos do canal Maspoxavida do Youtube – que aliás é muito bom e engraçado.

Por falar nisso, preciso mesmo terminar de ler Memórias de uma Gueixa – ô livro enorme.

Então, esse post foi só pra dizer que, se você está sofrendo de um colapso nervoso por conta do estresse da sua rotina – como no meu caso na sexta-feira – então durma! Não que eu me sinta melhor depois disso, já que eu estou passando mal de calor aqui, mas pelo menos adianta de alguma coisa…

É só um post aleatório…

Haha. Algum dia eu paro de falar besteira.

Sem mais.

;D

E desculpe os eventuais erros. Minha mente está sofrendo de estresse pós-estresse. Relevem que um dia eu conserto tudo. Ou não ._.

Dias de Superação

Então, eu tinha programado terminar de escrever um post com o top 15 dos melhores livros que eu li em 2009, mas algo aconteceu que eu tive que mudar um pouco os meus planos.

Aconteceu que, nesse fim de semana ( 30 e 31 de janeiro), eu estive em um evento de animes que, dentre todas as atrações (exibições de animes, jogos, batalha de bandas, apresentações de artes marciais), uma em especial mudou um pouco o ser que vos escreve/fala: O Animekê.

A princípio visto por mim como um grande bicho papão, o animekê era uma coisa que eu queria enfrentar ainda esse ano. Não pelos prêmios. Não pela talvez popularidade que alguém pode alcançar soltando a voz. Mas por mim. E pelos outros.

Sim, porque todos nós temos sonhos desde a mais tenra idade. Um dos meus sonhos era cantar. Mas eu fui desistindo aos poucos desse sonho, acreditando que nunca teria qualquer chance de cantar para um público.

E eis que eu decido participar do concurso de animekê. Não ganhei e confesso que ainda estou um pouco triste. E se eu não ganhei, foi porque eu não mereci!

Mas eu fiz o que era mais importante pra mim: cantar, colocando cada pedacinho da minha alma nas letras das músicas. Procurando cantar com todo o sentimento que eu possuo, somente para que as pessoas me vissem e se sentissem bem.

Falaram para eu cantar mais alto. Mas se eu cantasse mais alto, eu estaria prejudicando as pessoas que estavam lá, porque eu sei que naquele lugar, quando alguém solta a voz de verdade, o som fica insuportável.

E eu também tenho a voz baixa. Preciso aprender a projetá-a.

O que foi o melhor de tudo nesse fim de semana foi que, apesar de cansada, praticamente morta, eu dei o melhor de mim e consegui superar o medo do bicho papão. Consegui superar a minha timidez – que é enorme.

Ou talvez eu não tenha superado tanto assim, já que eu parecia uma vara-verde quando terminava de cantar…

De qualquer jeito, valeu muito a experiência. Quem sabe da próxima eu não ganhe o prêmio de primeiro lugar?

Sonhar é de graça. E perseverança eu tenho de sobra…

;D

* Animekê: Karaokê com músicas de animes…

Modinhas e Modinhas

Bom, falta de criatividade para títulos é isso aí, então ignorem o título – se quiserem.

O que aconteceu foi que eu estou há pelo menos umas trinta e seis horas sem dormir, minhas pernas doem, porque ontem à noite/hoje de madrugada, eu dancei horrores com alguns carinhas interessantes não mesmo que eu encontrei, meus olhos estão ardendo enquanto eu fico no msn e lendo blogs alheios e daí… badabin badaban, eis que eu tenho uma ideia… Odiei pra caramba esse “Badabin Badaban…” só pra eu não esquecer: procurar alguma coisa melhor pra substituir isso.

Certo, então, eu encontrei algo sobre o fato de ser Nerd ter virado modinha!!

Mas vamos por partes ok?!

Começando com a clássica imagem do nerd:

– WTF?? O.o

Claro que ninguém quer ser essa coisinha aí, com nariz enorme e tudo o mais, além dos óculos fundos de garrafa ridículos – e provavelmente ele usa um aparelho super estranho nos dentes (eu usei um um dia, mas abafa).

Além de clássica, acho que essa imagem é até a mais verdadeira. Não pelos nerds serem definitivamente feios – e eu sei bem que não são mesmo -, mas por mostrar exatamente como o povo mais “Pop” vê a galera dos rpg’s e tudo o mais.

E que atire a primeira pedra aquele que nunca usou o nerd da sala para conseguir as pescas para aquela prova lascante de física ou de qualquer outra matéria que você tinha uma graaaande dificuldade… OU aquele que não foi o nerd que passou um bocado dessas pescas para os ditos cujos que simplesmentes transformavam os nerds naquela sensação, como se só em épocas de prova os nerds tivessem seus malditos quinze minutos de fama, os quais não deveriam fazer qualquer esforço para obter, já que é só passar a prova, as pescas serem passadas que logo, logo o nerd em questão é abandonado à prórpia sorte mais uma vez!!!

Enfim, saindo da ideia mais tradicional – e após o meu pequeno surto – vamos diretamente para os nerds atualmente!

Ou pelo menos para os pseudo-nerds atuais:

– Q? Isso é mesmo um nerd? Oo Parece mais um…

Pois é. Não há uma pobre alma que não queria ser considerada nerd… Mas não aquele nerd ali de cima dos óculos de fundo de garrafa e espinhento. CLARO  que NÃO! Querem parecer entendidos em algum assunto, querem ser “descolados” por – sei lá – possuir um vídeo-game bacana, mas não entendem nada da essência de ser nerd. Não se sentem de fato nerd’s.

Ou até se sintam para, quem sabe, inflar o seu pobre ego de bola de aniversário estourada com uma agulha… E aí PUF vira modinha.

E daí vem um e diz:

Pô, precisei de um HD novo pro meu pc e…

– Hd?? Que é isso mesmo? Ah, sei. É aquela parte interna do computador que serve pra… Pra que serve o HD mesmo?

Ou até pode surgir outras pérolas que eu não tenho capacidade nem vocação para ficar tentando inventar…

E esse post antes de ser um post revoltadinho sobre como é uma porcaria não poder se dizer nerd por você ter plena consciência de que ahaza no Guitar Hero, Expert, Hiper Velocidade e tudo o mais, porque algum Zé Ruela Mané teve a brilhante ideia de dizer que nerds não assumem que são nerds…

É um post revoltadinho, porque eu, defnitivamente, odeio modinhas!!!! Viu a merda que é Crepúsculo? Além de ter um pequeno [?] problema que pode ser uma verdadeira praga: os Posers!

Mas eu comento sobre isso em um outro post…

E o pior de tudo é que, por causa disso, nerds não podem assumir que são nerds e tudo o mais…

E eu já falei que não estou muito bem hoje?

Há-há! Sejam felizes e qualquer dia eu volto! Se é que eu não estou falando paras as moscas… ¬¬

;D