Branca de Neve e o Caçador – Trailers

Bom, ontem eu entrei no msn e vi – naquela janelinha incômoda que sempre abre com so destaques dos dia – que tinha saído o novo trailer de Snow White and the Huntsman (ou Branca de Neve e o Caçador, como você preferir). Então eu fui atrás dos dois trailers e tals, para saber como andam as coisas e quando vai sair o bendito filme, porque eu não sabia a data – eu ainda estou meio desinformada nesse mundo cultural em geral, exceto talvez pelos animes, que eu sei mais ou menos o que vai sair e o que não vai. Mais ou menos mesmo.

Mas para ver como as coisas não estavam tão ruins, eu sabia que a amada de todos (-q) Kristen Stewart iria ser a Branca de Neve. O que me surpreendeu na verdade foi o Chris Hemsworth como caçador – e a minha capacidade para reconhecer um ator em meio a um trailer de quase dois minutos, mas, enfim, era o Thor, não tinha como não reconhecer, haha.

Então, passando para algo mais concreto, e para aqueles mais desinformados que eu – é possível isso? – a história meio que segue bastante do enredo que todos conhecemos, exceto pelo fato de que, além de deixar a Branca de Neve viver, o caçador a ensina a lutar (e eu li bastante coisas como “o caçador irá ensiná-la a arte da guerra” enquanto procurava por detalhes do filme… que povo poético, eu diria…).

Trailer um:

 

 Curtinho, mas que já dá pra ter noção das coisas.

E trailer 2 (sem legendas):

 

 A minha opinião geral é que eu acho interessante ter esse tipo de releitura de um conto de fadas, eu gosto na verdade. Gosto da ideia da Branca de Neve acabar virando uma guerreira – aí acaba mostrando que princesas também podem lutar, ha -, gostei da parte visual, gostei bastante da Rainha Má (muito mesmo… e até acho que ela é mais bonita que a Branca de Neve, embora nós precisemos do conflito para que a história se desenrole). A Kristen está bonita nas cenas, exceto naquelas em que ela está de volta como a Bella, de Crepúsculo – porque existem cenas em que ela tem aquele olho meio caído, meio… troncho? Enfim. E parece que vai ter umas boas cenas de ação – além de que o clima meio sombrio que eu adoro estará lá dando um oi.

No entanto, aí vou eu com minhas expectativas super-baixas, porque não quero me decepcionar – a minha velha política de não comprometimento para um melhor aproveitamento da coisa.

Informações técnicas:

Título original: Snow White and The Huntsman
Gênero: Ação | Aventura | Fantasia
Elenco: Kristen Stewart, Charlize Theron, Chris Hemsworth, Felicity Jones, Riley Keough.
Direção: Rupert Sanders
Gênero: Aventura
Estúdio: Universal Pictures
Distribuidora: Fox Film
Estreia: 1º de Junho de 2012

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Novo trailer de ‘The Avengers’

Apesar da minha própria opinião sobre adaptações, eu sinto realmente, realmente que preciso assistir a esse filme assim que aparecer nos cinemas (e sim, isso aqui já é uma intimação para as pessoas lindas e maravilhosas que normalmente vão ao cinema comigo para que se preparem, porque estaremos lá). Por isso, vendo esse trailer no Facebook e sentindo necessidade de comentar isso de forma aleatória, eu resolvi trazer para cá, porque eu não sinto que eu tenho realmente liberdade para dizer as coisas que eu quero na referida rede social.

Vejam, vejam:

E o que dizer?! Eu já nem sei mais direito! No entanto, gostei bastante das cenas de explosões, haha. E gostei de ver o Capitão América de novo –  ele está longe de ser meu super-heroi preferido, mas é um dos mais lindos, certeza. Começo a simpatizar com a Viúva Negra, interpretada pela Scarlet Johansson – acho que, na verdade, começo a simpatizar também com a própria Scarlet (sim, eu sou uma pessoa que não está acostumada a vê-la atuar nem sou sinceramente íntima da Viúva Negra). E sinto que vou continuar a me divertir com o Tony Stark.

Um filme sobre o qual eu não me arrisco a falar nada, como primeiras impressões ou whatever, e que eu vou assistir realmente de forma despretensiosa, sem saber o que esperar, sem ter expectativas. Não vai ser difícil esse filme me surpreender.

É isso :3

Primeiras impressões: Piratas do Caribe 4

Eu estava “andando” pela internet de um modo geral e acabei vendo essas coisas relativas a Piratas do Caribe 4:

– Pôster (e existem muitos outros desse, mas eu achei melhor colocar só um):

– Trailer:

E eu acabei sentindo uma vontade enorme de comentar sobre as primeiras impressões que eu tive, porque… Bem, por uma série de fatores que podem acabar ficando claras ao longo do post ou não.

Acho que primeiro de tudo eu tenho que dizer que eu tenho uma ligação até meio estranha com Piratas do Caribe pelas circunstâncias em que eu ganhei os DVDs dos segundo e terceiro filmes da série. Não vou entrar em detalhes, mas eu ganhei em um amigo secreto e tals.

Então eu assisti. E como faz para desgostar? É um filme de piratas, com imagens legais de navios, com canhões (meu espírito belicoso adorou), com lutas, com direito até ao kraken e o Holandês Voador! Além de ter o Johnny Depp como protagonista, sendo um dos melhores personagens que eu já vi, embora o ator atualmente venha sendo confundido e se confundindo com o personagem. Enfim.

E depois eu reassisti agora nas férias.

Primeiro que minha opinião, como todos devem estar cansados de saber, é pessoal e pode ser que seja divergente de muitas e muitas opiniões por aí.

Agora, tendo avisado sobre o perigo (ou não) que é a minha opinião, estou apta a continuar.

Eu ainda tenho muito medo desse filme, porque todo mundo já deve pelo menos especular que esse filme nada mais é que uma tentativa de se continuar ganhando dinheiro às custas do Jack Sparrow… Perdão: Capitão. No entanto, esse trailer acabou me tranquilizando um pouco apesar dos pesares e acho que o filme aparentemente tem tudo para ser pelo menos bom. Passável, eu diria.

Quer dizer, o Depp me parece o mesmo Jack de sempre e todos os outros atores que atuaram nos filmes anteriores também (Hector Barbossa, vulgo Geoffrey Rush). A “ação” também parece normal para mim, talvez não deixe muito a desejar com relação aos antecessores.

Agora, alguém consegue adivinhar o que me incomoda? Não? Eu conto: o fato de ser o quarto e uma moça chamada Penélope Cruz.

Eu não estou, sei lá, duvidando da capacidade dela de atriz que eu nem sei se é tão boa, porque não me recordo de ter visto muitos filmes com ela (e no último que eu vi, coincidentemente um em que ela atua com Depp, eu fiquei meio irritada com o personagem dela, haha). O problema é que, igualmente ao que acontecia com a personagem da Keira Knightley, eu não me agradei muito dela. Simples assim. E aqui está a Natalia sendo infantil de novo. Mas, sei lá, em minha opinião as personagens femininas com destaque tendem a me parecer meio Mary Sues, pronto falei, e não acho que com ela vá ser diferente (embora eu esteja torcendo muito para estar errada).

Quanto ao outro ponto é que a qualidade das coisas tende a cair vertiginosamente quando o que se objetiva é produzir e produzir com intuito de lucro (as aulas de Direito empresarial fazendo efeito). A qualidade acaba ficando esquecida mesmo durante esse processo e então temos pessoas insatisfeitas em todos os lados em que olhamos. Eu já vi pessoas insatisfeitas com o terceiro! Que se dirá do quarto?

E apesar desses dois pontos, considerando os pôsteres que me agradaram bastante até e o trailer, eu estou com uma curiosidade quase mórbida para ver o resultado. Acho que agora eu só posso torcer para estar realmente errada.

E então? O que acharam do trailer e do pôster?

Pensem sobre isso.

Piratas do Caribe 4 tem estréia prevista para 20 de maio.

Até qualquer dia. ;]

O Turista

Ai, ai. Aqui estou eu de volta pra resenhar O Turista, que eu assisti ontem com uns amigos. Apesar dos atrasos, lá estávamos nós na sala do cinema, prontos para ver o que quer que fosse aquele filme (assistir filme depois de decidir de última hora, praticamente, faz esse tipo de coisa… não deu nem tempo pra eu me preparar).

Então, em resumo, o filme se trata de um cara, Frank (Johnny Depp), que vai fazer turismo em Veneza e é abordado por uma mulher lindíssima (Angelina Jolie, óbvio) no trem. Conversa vai, conversa vem, e o pobre coitado nem sabe onde está se metendo. A verdade é que a mulher, Elise, está sendo seguida pela Scotland Yard (ajudada pela Interpol), porque ela é o único vínculo com um cara, Alexander Pierce, que é acusado de lavagem de dinheiro e de roubar bilhões de um gangster. E, para complicar as coisas, Alexanerd tinha pedido a Elise, no início do filme, para que ela encontrasse alguém que se parecesse com ele para despistar a polícia.

E então, voi là, a confusão está feita. Não só a polícia irá persegui-lo, como também a máfia, já que o gangster (aquele de quem o Alexander rouba só uns poucos bilhões) descobre que “Pierce” está em Veneza.

As primeiras coisas que eu faço questão de comentar é: 1 – Eu achei as imagens de Veneza muito lindas; 2 – Igualmente linda estava Jolie, com todas aquelas roupas deslumbrantes (e eu não fui a única a achar isso, já que muitos marmanjos do filme – e dos que estavam no cinema também – ficaram encatados com ela, pelo menos um segundo que fosse). E foram as melhores coisas que eu achei no filme. Não que nada mais preste, mas vamos por partes.

O filme tem suas partes engraçadas, mas algumas delas com um Johnny Depp que, após três (quase quatro, porque o quarto ainda não lançou e tals) Piratas do Caribe, parece que não perdeu os trejeitos do famoso Capitão Jack Sparrow; uma polícia italiana desajeitada, preconceito com turistas americanos e um inspetor que acaba fazendo papel de tolo em algumas vezes (uma boa parte das vezes).

As cenas de ação são poucas, mas eu até que gostei delas. Nada ao estilo de Sr. e Sra. Smith, mas ainda sim boas. Aliás, as pessoas meio que querem comparar Sr. e Sra. Smith com O Turista, talvez por terem tido expectativas de que o segundo seria tão bom quanto o primeiro e no fim das contas, Angelina/Elise era algo mais “sou-uma-mulher-desejada-e-esposa-de-um-homem-procurado” do que “sou-uma-assassina-e-quero-matar-meu-próprio-marido”.

Uma coisa que foi estranha foi ver o Johnny Depp com cara de bom moço (leia-se: cachorro sem dono). As pessoas estão, sim, acostumadas a vê-lo com a cara do Sparrow, um pirata sem-vergonha, e quando um personagem mais normal (porque, convenhamos, Jack é tudo, menos normal… e não é só por que ele é um pirata) as pessoas estranham. E eu me incluo nessa categoria de pessoas, embora em Inimigos Públicos eu o tenha achado um normal legal, eu não senti falta do Jack ou que ele tinha os trejeitos dele.

Eu amo filmes de espionagem, mas comparado aos que eu já assisti, eu não chamaria esse em especial de filme de espionagem. Tudo bem, a polícia está ali, envolvida, tem alguém sendo caçado, investigadores existem aos montes, mas, mesmo assim, não poderia se encaixar no padrão que eu tenho de espionagem.

E eu nem vou falar do final. Descubram sozinhos, ou eu estarei dando um spoiler danado.

Eu recomendaria o filme para quem está de bobeira nas férias e quer algo pra assistir. Não é o melhor filme do mundo (nada tipo “OMG! Esse filme mudou minha vida, bicha!”), mas dá pra se divertir vendo, numa boa.

Nota sete, ou talvez sete e meio, acho.

Bom, é isso.

Harry Potter and The Deathly Hallows I

Atenção: Se você, por algum acaso do destino, não sabe o que acontece no sétimo livro, então cuidado, porque esse post contém spoilers. Acho. Mas eu avisei. A propósito, eu devo ter me empolgado falando sobre o filme também. E tocado o f*d@-se. Enfim…

Eu jurei a mim mesma que não iria escrever outro post pra esse blog enquanto eu precisasse estudar para as provas da faculdade. Eu até falei no último post sobre isso.

Mas eu simplesmente não resisti à tentação de fazer uma resenha sobre Harry Potter e as Relíquias da Morte, que eu assisti hoje na pré-estreia (à meia-noite e um pouquinho, que limdz – reparem na felicidade da cirança por ter assistido a uma pré-estreia uma vez).

Então, contando um pouco sobre a história da minha ida ao cinema, eu cheguei lá umas oito horas da noite pra guardar lugar na fila (me deixaram de castigo). Estudei pra prova que ia ter hoje (ou tentei), fiz duas amigas (amigas na fila), conversei sobre muita coisa e eis que enfim, depois de muita espera (já ‘tava cansada de esperar), todas aquelas pessoas podem entrar na sala.

*Harry Potter e as Relíquias da morte, o encontro inevitável com Lord Voldemort não pode mais ser adiado. Harry, no entanto, precisa ganhar tempo para encontrar as Horcruxes que ainda estão faltando. E, pelo caminho, descobrir o que são afinal as Relíquias da Morte e como ele pode usá-las contra o Lorde das Trevas. Seguindo as poucas pistas deixadas por Dumbledore, Harry conta apenas com a ajuda dos leais amigos Rony e Hermione.

Os primeiros minutos são bem parados, obviamente. Os Dursley estão se mandando, Hermione apaga a memória dos pais (detalhe que existe uma metáfora nessa cena, que acabou gerando uma discussão legal hoje na faculdade), Rony olha para alguma coisa [?]… Enfim. Depois aparece a reunião dos comensais da morte, quando eles tentam prever os próximos passos de Harry e de todas as as pessoas que estão próximas a ele e o protegem. Então, depois, vem a cena dos sete Harrys, quando algumas das pessoas que querem proteger o Harry tomam a poção polissuco para tentar despistar o Lord das Trevas. E eu tenho que dizer que Bill, Fred e George totalmente me conqusitaram nessa cena ♥

Quanto ao filme de uma forma geral:

Eu simplesmente adorei. Acho que depois da decepção que foi o sexto, o sétimo compensou bastante. Estava com medo da coisa continuar meia boca como o anterior, mas correu tudo bem.

Como o livro sete foi dividido para fazer dois filmes em vez de um só, a possibilidade de se colocar mais detalhes e deixar as coisas fazerem sentido é muito grande. E foi isso o que aconteceu, de modo que as pessoas com quem eu estava sairam satisfeitas. Bom, pelo menos em parte (eu vou explicar depois o que nós achamos que poderia melhorar).

Eu gostei bastante da fotografia. Principalmente pelo fato de que, como o Harry, a Hermione e o Ron estão fugindo, eles acabam passando por diversos lugares, seja andando ou aparatando, então as cenas dos lugares onde eles ficaram me pareceram realmente boas.

Achei as atuações muito boas em sua maioria. Destaque para Rupert Grint com uma atuação incrível, principalmente no momento em que ele e o Harry brigam; Helena Bonham Carter com a Bella que muita gente adora, tão louca quanto sempre; Ralph Fiennes totalmente irreconhecível como Voldemort e com toda aquela maquiagem e sendo Lord das Trevas como se tivesse saído do livro (ou pelo menos ele é o Voldemort da minha imaginação), sem falar na Evanna Lynch, que apareceu pouco, mas consegue sempre fazer uma Luna verossímil. Ah, e falando em personagens, os efeitos também estão ótimos, de modo que o Monstro e o Dobby estão simplesmente perfeitos (E a Nagini também, está muito boa, tinha esquecido dela).

O filme todo tem um ar bem sombrio, que eu já devo ter mencionado antes: eu adoro, mas não é predominante, então se você não gosta, alguma coisinha tem para você. A trilha sonora também está bem condizente, embora eu não tenha prestato tanta atenção assim.

E o filme tem muita coisa: momento hilários, drama, lutas, voos de vassoura, invasão ao Ministério da Magia sob disfarce, sustos, traição, perdão… Enfim, dá pra mudar de estado de espírito durante os 153 minutos que você passa assistindo ao filme.

O filme tem também pontos muito bons e fortes, como a briga do Harry e do Ron, a fuga com os setes Harrys, a destruição da Horcrux pelo Ron e a história sobre os três irmãos que a Hermione conta quando os três vão para a casa dos Lovegood falar com o Xenofílio (quase um curta metragem muito bem feito e com uma estética impressionante).

E ao final, temos o gancho para o segundo filme. Muito bem colocado, diga-se de passagem.

Mas nem tudo são flores. Existem algumas coisas que eu acho que talvez fossem melhores diferentes.

O Harry, quando os outros Harrys começam a se despir, se não me engano, ele faz objeção a isso no livro e se sente encabulado, porque, enfim, a Fleur e a Hermione estão ali, com o corpo dele e vão ver tudinho. Depois tem as cenas pseudo Harry & Hermione. Desde o primeiro filme eles parecem querer colocar os dois juntos e tudo o mais… Tudo bem que isso acaba sendo um dos motivos do Ron ficar com raiva e tals (inclusive no livro), mas ele tá apaixonado por ela, sente-se inseguro e acaba vendo coisas onde talvez não tenha nada. E tem a Cissy. A Cissy dos filmes me revolta completamente. Nada contra a atriz, a Helen McCrory, mas e aquele cabelo meio loiro, meio castanho? De onde tiraram aquela ideia?

Ah, e o Harry sempre parece ser mais do que ele é nos livros. Parece ser o pegador, o cara legal e descolado… Além disso, por mais que o Harry tenha um grande complexo de heroi, acho (minha opinião, ok?) que no filme as coisas se tornam piores (de modo geral, o Harry é só o típico protagonista chato)…

Bom, agora eu não lembro mais sobre o que eu queria falar sobre o filme, mas fica a dica, apesar dos meus problemas com os produtores e com algumas partes nitidamente adaptadas.

E eu me empolguei tanto com Harry Potter, como eu não ficava há um bom tempo, de modo que poderia assistir ao filme de novo…

Com toda certeza do mundo vou reler toda a série antes que lancem a parte II.

[Direção do filme: David Yates]

* Resenha tirada do Skoob. ;D

Sucker Punch – Mundo Surreal

Ai, ai. I’m back. Tinha aproveitado o feriado pra estudar para a prova de ontem, por isso andei sumida. Resolvi voltar com meio que a divulgação desse filme que vai ser lançado ano que vem e que é obra do mesmo diretor do 300 e Watchmen, Zack Snyder.

Ao que parece, Sucker Pucnh conta a história de uma garota que é internada em um hospital para pessoas com problemas mentais pelo padrasto e vai passar por um lobotomia (objetivo pretendido pelo padrasto da garota), já que ela e a herdeira da mãe e, advinhem, ele quer a herança para si. Por algum motivo que desconheço, ela cria um mundo em sua mente e tem que roubar cinco objetos para fugir de um homem que quer estuprá-la.

O elenco conta com Jena Malone, Jamie Chung, Abbie Cornish, Emily Browning, Carla Gugino, Vanessa Hudgens e aparentemente a trilha sonora é bem legal.

A coisa toda parece ser bastante viajada, aparecem uns robôs gigantes, samurais, tem metralhadoras e espadas (o que não e tão viajado assim), tem uma ambientação surreal mesmo (mas isso quando estamos falando do mundo imaginário criado pela Baby Doll – a protagonista -, mas acho que gosto de quando garotas deixam de ser as retardadas indefesas de sempre e partem para a ação (independente de que roupa usem, porque as roupas das meninas me pareceram meio fanservice, pronto falei).

Uma coisa interessante é que o filme tem tudo pra ser incrível. Existe o mundo real e o mundo imaginário criado pela Baby Doll, além de alguns cenários diferentes, como Japão Feudal, Guerra Mundial, um pedaço de mundo inspirado na obra do J. R. R. Tolkien, cada cenário produzido com um estilo de direção diferente para cada e efeitos, fotografia diferentes.

E ao que parece ainda tem muita coisa que será explorada no filme, como dança de cada uma das meninas, cenas de lutas envolvendo várias armas (incluindo metralhadoras… – eu realmente gosto de metralhadoras…).

Bom, vou ficar esperando pra ver no que isso vai dar (a pessoa que só acredita vendo…).

O site Omelete possui bem mais informações sobre o filme (informações essas que me deixaram empolgada, admito).

Trailer:

É isso. Até a próxima, quem sabe?! ;D

Wanna Be Nerd: O Senhor dos Anéis

Wanna Be Nerd é uma coluna aqui do ParaNerd que tem por finalidade resenhar, comentar (ou o que for) sobre coisas que todo mundo acha que são requisitos necessários para ser um bom nerd. Observação válida: Não levem essa coluna tão a sério assim. Como a maioria das coisas que estão nesse blog, não passa de uma pequena brincadeira entre amigos. =]

 

O Senhor dos Anéis. Muitos acreditam ser uma das grandes coisas que você deve conhecer para ser nerd. Você pode olhar para o seu amigo e fazer qualquer referência, todo alegre e satisfeito, porque provavelmente seu amigo pensará “que nerd…”.

É um dos grandes pilares de sustentação do mundo nerd [?] e é cultuado por milhares e milhares de… Ok, parei com o besteirol e vou falar sério dessa vez.

O Senhor dos Anéis. É fato que todo mundo já ouviu falar, pelo menos uma vez, na trilogia, ou em algum de seus personagens (Aragorn, Frodo, Gollum – só pra citar os mais famosos). Trata-se da continuação do livro O Hobbit, escrito por J. R. R. Tolkien (John Ronald Reuel Tolkien).

Os livros foram escritos entre 1937 e 1949 e a ideia era que a história toda fosse publicada em volume único, no entanto, a história acabou se tornando maior que sua antecessora, parecendo, assim, ser a história principal enquanto O Hobbit poderia ser comparado a um mero prólogo. Desse modo, O Senhor dos Anéis foi publicado, primeiramente, nos três volumes sobre os quais falarei abaixo. Posteriormente, os livros viriam a ser publicados em edição única.

Os livros também foram adaptados para o cinema e, embora a adaptação tenha sido bem feita (porque realmente não dava pra resumir toda a história de um livro em meras duas ou três horas), acabou deixando alguns fãs meio frustrados e revoltados também (oi), por alguns personagens terem simplesmente sumido (Tom Bombadil, Glorfindel… e eu não sei se existem outros desaparecidos).

Os filmes foram lançados nos anos de 2001, 2002 e 2003, cada um com pelo menos três horas de duração.

Sinopes:

A sociedade do anel – Numa cidadezinha indolente do Condado, um jovem hobbit é encarregado de uma imensa tarefa. Deve empreender uma perigosa viagem através da Terra-média até as Fendas da Perdição, e lá destruir o Anel do Poder – a única coisa que impede o domínio maléfico do Senhor do Escuro.

As duas torres -A comitiva do anel se divide. Frodo e Sam continuam a viagem, descendo sozinhos o Grande Rio Anduin – mas não tão sozinhos assim, pois uma figura misteriosa segue todos os seus passos.

O retorno do rei – A sombra dos exércitos do Senhor do Escuro cresce cada vez mais. Homens, anões e elfos unem-se para lutar contra a escuridão. Equanto isso, Frodo e Sam penetram na terra de Mordor, em sua empreitada heróica para destruir o anel.

Começando com as críticas negativas, os livros de Tolkien chegaram a ser chamados de “lixo juvenil” pela crítica. Alguns acreditam que o livro é tedioso, os personagens não possuem personalidade, faltou criatividade no desenvolvimento… O negócio, na minha opinião, é que Tolkien realmente pode ser bastante chato e entediante quando descrever várias coisas, mas ele cria todo um universo diferente que talvez ele não quisesse que as pessoas encarassem como veem o nosso mundo, vai saber. Isso nos livros.

De modo geral, eu gosto dos livros. Os personagens possuem personalidade e possuem características que podemos encontrar por aí (certo, algumas características são meio impossíveis, como as típicas dos elfos). A linguagem do Tolkien é fácil, as situações me parecem perfeitamente bem desenvolvidas, o enredo é muito bom, blá blá blá… Além disso, Tolkien criou um universo do nada (em O Silmarillion a gênesis da coisa é mostrada) e trabalhou em cima disso (uma coisa que eu acho incrível nessa coisa toda).

Não gosto tanto assim dos filmes pela omissão de alguns personagens e super-valorização temporária de outros (Arwen, que fica toda fodona no início, sendo que ela nem é essas coisa todas e depois fica só sendo bonita…)[Mas essa é a minha única reclamação dos filmes e pode até ser infantilidade, mas é assim que eu vejo as coisas =P].

O legal é que muitos RPGistas das décadas de 1970 e 1980 se inspiraram na trilogia para criarem seus próprios jogos (aliás, os primeiros surgidos, se não me engano), depois foi havendo um tipo de cadeia em que os novos RPGs iam se inspirando nos antigos e, por isso, muitos dos RPGs de hoje em dia se passam em um ambiente medieval-fantástico, em que desde ambientação até os personagens possuem alguma ligação com aqueles utilizados na trilogia.

Além disso, O Senhor dos Anéis também foi adaptado para rádio e possui vários jogos inspirados na série…

É isso. Cansei de escrever por hoje.

“Vejo” vocês qualquer dia desses…