Guitar Hero is Dead

D:

Vi isso no Garotas Nerds, procurei na parte de notícias do Google e eis que trago para colocar aqui e a enorme dúvida que surgiu na minha cabeça.

Então, o caso é que a Activision confirmou essa semana que o Guitar Hero (assim como o DJ hero) irão acabar. Tudo por que a parafernália para se jogar é cara e isso quebrou as pernas dos produtores.

Não sei, acho que, apesar de adorar o jogo e saber que muita gente no mundo deve adorar também (porque, convenhamos, o jogo é legal) isso era até previsível. Quer dizer, as novas versões, feitas para serem jogadas exclusivamentes com a ajuda de um joystick especial (guitarras, baterias e tudo o mais) impossibilitariam as pessoas com menos condições financeiras de comprarem. Elas compram um vídeo-game (que, supresa, já vem com um joystick “normal”). Então aparece esse jogo que, para jogar, você precisa gastar mais uma grana comprando os instrumentos. Sem falar no próprio jogo, se você não é adepto de jogos… com menos custos (sim, o famoso pirata).

Aí sobrariam só pessoas com melhores condições financeiras (acho que os da classe média alta e alta – esse negócio de classificação em média média, média alta é uma frescura a meu ver, mas…), o que eu acho que não é o suficiente para manter uma segmento de uma empresa de jogos.

Foram demitidos os funcionários do segmento de jogos musicais da Activision, o provável é que a coisa seja séria mesmo. E o Guitar Hero foi criado só há cinco anos.

Eu nem sei o que dizer quanto a isso. Não comprei uma parafernália grande pra jogar esse negócio (só tenho uma guitarra, mas já é alguma coisa) e nem tenho mais vídeo-game (isso me lembra que eu tenho que juntar dinheiro pra comprar outro), mas vou sentir falta de acompanhar os lançamentos e ficar tentando conhecer a trilha sonora completa. Guitar Hero só não era meu jogo preferido, porque jogos como God of War e Need For Speed existem. E a dúvida que me resta agroa é: Será que ninguém quis evitar isso? ‘-‘

Os produtores do Rock Band que aproveitem esse momento.

Descanse em paz, Guitar Hero…

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Detonando Zumbis

Mais um joguinho em flash que eu achei bem legalzinho e é bom pra quem não tem mais o que fazer da vida (tipo eu, às vezes). Encontrei no Zona Nerd.

É um joguinho bem simples, em que você tem que cortar as correntes depois de pensar um pouquinho para assim  derrubar os zumbis com as bolas de ferro que estão penduradas. O legal é que você destrói zumbis utilizando um pouco de lógica. Zumbis \o/.
É só clicar na imagem que você vai ser redirecionado para o joguinho. =D
É isso, acho. E eu não tenho mais nada de bom pra dizer aqui no blog, como já deve ter ficado claro. Amanhã eu penso em algo mais legal, juro.

Robot Unicorn Attack Heavy Metal

(Ou Porque eu não tenho nada para fazer da vida).

Então, acho que devo comentar que meu vídeo-game já era (agora anos e anos juntando dinheiro de novo pra conseguir outro) e por isso – porque eu não consigo viver sem jogar alguma coisa – andei me aventurando pelos jogos em flash…

Encontrei esse no Nerd Maldito e acabei viciando nele por um tempo (atualmente eu encontrei outros joguinhos pra ficar jogando quando não tenho nada o que fazer). E é o Robot Unicorn Attack Heavy Metal. Um robô unicórnio que solta fogo pelo rabo e corre feito uma gazela saltitante, com uma trilha sonora bem legal, diferente da sua versão purpurinada que solta pum de arco-íris e tem uma musiquinha meio estranha que me lembra filmes antigos do gênero fantasia, em que fala de amor e essas coisas.

Pra jogar você só precisa apertar duas teclas: O Z pra pular (e você pode dar pulo duplo, ou um pulo mais demorado, além do pulo normal) e o X pra meio que entrar em modo turbo e destruir as estrelas que aparecem no caminho.

É isso ;D

Wanna Be Nerd: RPG

Wanna Be Nerd é uma coluna aqui do ParaNerd que tem por finalidade resenhar, comentar (ou o que for) sobre coisas que todo mundo acha que são requisitos necessários para ser um bom nerd. Observação válida: Não levem essa coluna tão a sério assim. Como a maioria das coisas que estão nesse blog, não passa de uma pequena brincadeira entre amigos. =]

 

Hoje eu decidi que ia falar sobre os tão famosos RPGs… Eu queria falar sobre MMORPG, na verdade, porque foi a única coisa a qual eu joguei decentemente quando falamos nesse tipo de jogo, mas acabei optando por escrever sobre a coisa no geral que fica mais fácil de entender.

Meu primeiro contato com RPG, eu devia ter uns… nove ou oito anos e não entendi o que aqueles meninos estavam jogando, com um caderno e um dado e umas folhas que eu nem sei dizer com o que se pareciam e que tinham umas coisas estranhas. Destreza? Ataque? Defesa? Fala sério.

Mas aí, eu comecei a jogar, poucos anos depois, um RPG de pokemon junto com o pessoal do lugar onde eu morava e então compreendi a lógica da coisa.

Role-Playing Game, conhecidos como jogos de interpretação ou jogos do demônio em que as pessoas são impelidas a se matarem (-q), é um tipo de jogo em que os jogadores assumem papel de personagens e “vivem” uma história narrada de acordo com as decisões e acontecimentos, além da sorte (através de dados ou talvez cartas) e sob o comando de um mestre.

 

Dados, dados e mais dados '-'

Cada jogador passa a ser um personagem. Cada um deles possuidor de características próprias, tanto físicas quanto psicológicas. Todo mundo vivendo em um mundo novo, cheio de tudo enquanto que a imaginação deixar. Seguindo um conjunto de regras, montando estratégias, passando por experiências que podem dar um fim à vida do personagem (ou não).

É um jogo onde não há vencendores especificos. No fim das contas, todos acabam ganhando com mais uma série de problemas enfrentados e com uma quantidade legal de experiência.

Além dos personagens, existe o narrador (ou mestre) que criará a história e a conduzirá, “julgando” as ações dos personagens no jogo. Ele também é responsável pelos personagens que poderiam ser considerados como secundários (NPC’s).

Ao que parece, o RPG surgiu em 1974. O primeiro livro lançado para jogadores foi Dungeons & Dragons. Na mesma época um outro jogo de RPG foi lançado (Empire of Petal Throne), mas teve pouco sucesso de vendas. Com o tempo, o RPG foi ficando cada vez mais popular.

No Brasil, alguns livros foram publicados, tanto estrangeiros quanto nacionais. No início (década de 1980), conseguir um desses livros de RPG era uma tarefa digna de uma epopeia, mas com o tempo as coisas se tornaram um pouco mais fáceis (principalmente pelo lançamento de livros brasileiros). Havia quem tirava xerox dos livros, por conta da dificuldade em se conseguir algum, havia quem inventava as próprias regras, o próprio mundo fictício e tudo o mais (aliás, conheço pessoas que fazem isso atualmente e inventam os mais variados tipos de RPG – que eu queria ter jogado, diga-se de passagem)(Aliás, o RPG de pokemon que eu joguei era assim, mas era uma coisa meio noob, então… mas valeu a experiência).

Hoje em dia existem muitos mundos diferentes, vários sistemas de regras, várias classes de personagens.

Com o advento dos vídeo-games (e de todos os consoles que foram surgindo ao longo do tempo) e da internet, surgiram outros tipos de RPG, como aqueles jogos pra vídeo-game em que as coisas acontecem do modo como poderiam acontecer em um RPR ao vivo, ou ainda como o MMORPG – Massive Multiplayer Online RPG (jogo de interpretação online, multiplayer e em massa), como World of Warcraft, Ragnarok, Tíbia, Lunia, Dofus, Cabal e muitos outros.

Dá pra jogar RPG também via e-mail, via fóruns, por msn, via orkut (ou algo parecido com isso).

Ainda é possível você comprar um livro-jogo, conhecido por substituir o mestre, possibilitando ao pobre padawan solitário forever alone jogar sozinho, nas chamadas aventuras-solo. O livro oferece as escolhas ao jogador que vai progredindo à medida que faz suas escolhas e confere as implicações que aquilo pode ter. Joguei esse tipo uma vez, sentindo-me totalmente forever alone.

O legal do RPG é você sentir que está inserido em um grupo com os mesmos interesses que você, tão maluco quanto, vivendo histórias dignas dos livros do Tolkien (-Q)… Bom, talvez só dignas de livros de aventuras, enfim.

E só pra constar, RPG não é do demônio… Se me permitem, o problema todo está no fato de que  algumas pessoas com mentalidade fraca não sabem diferenciar ficção de realidade. Leia ESSE POST, se alguém ainda duvida.

Bom, acho que era isso o que eu tinha pra falar.

Agora devo me recolher em um pequeno recesso. Não haverá postagens no blog até que minhas provas acabem (e dessa vez eu estou dando satisfação a quem enventualmente se interessar por elas), o que deve acontecer no dia 26 de novembro, se tudo der certo.

Hasta la vista…

Algumas novidades da E3

Agora que eu descobri sobre a E3 (Electronic Entertainment Expo) – eu andei meio por fora de muita coisa nos últimos dias – descobri coisas que podem ser potencialmente legais de de se falar aqui no blog… Embora eu queira falar sobre tudo e um pouco mais que eu li sobre o evento, vou me ater a algumas coisas que eu andei vendo e que chamaram a minha atenção de um modo especial.

Nintendo exibiu um console com 3D sem óculos. Composto por duas telas como modelos antigos: a superior possui 3,5 polegadas para imagens 3D e a inferior para imagens em 2D também é tátil. A Nintendo afirma que grandes avanços foram feitos nos hadwares para aumentar a qualidade gráfica do dispositivo, além de possuir sensores de movimento e de giro. Ainda não tem preço definido tampouco o dia do lançamento está previsto, mas a probabilidade é que aconteça antes de Março de 2011. (Eu quero ver como isso vai funcionar…)

A Sony anunciou que irá lançar jogos em 3D (mais de vinte), bastando apenas uma atualização do software para que a coisa funcione no Ps3.  A Sony também lançou um controle sensível a movimentos para o Ps3, o PlayStation Move.

(Essas bolas são muito ridículas, mas…)

Enfim, a Microsoft também aproveitou o evento para anunciar o laçamento de um modelo menor de Xbox 360. Além de anunciar também a data da chegada ao mercado do seu próprio sensor de movimentos, o Kinect, um sistema que conta com três câmeras e se conecta ao console, permitindo jogar jogos com as mãos livres e somente com comando de voz.

A disputa por mercado anda meio tensa entre essas empresas. Mas acho que quem acaba ganhando são os gamers que vão poder escolher o melhor console (aliás, que vença o melhor, un?). Na E3 teve anuncio de vários jogos, como The Legend Of Zelda: Skyward Sword, Kingom Hearts: Birth By Sleep; Dead Space 2, Dokey kong: Country Return, Epic Mickey, Assassin’s Creed: Brotherhood e por aí vai…

Acho que é isso, por ora.

Preciso escrever um texto para entregar a um professor amanhã.

:3

Um lado “sombrio” de Zelda

Para marcar o fim de uma semana conturbada, apareço eu com uma imagem para descontrair… Muitos acham que Zelda é só mais um jogo idiota, enquanto isso, outros imaginam coisas completamente diferentes:

(Acho que, se você clicar, a imagem pode ficar maior #pensando#)

Eu simplesmente adorei essa imagem que eu achei no Nerd Maldito. Mostrou um lado mais doentio, sombrio e realista das coisas.

Sem mais, por ora.

“I am a God of War…”

Então, terminei recentemente de jogar God of War II, sem ter jogado o I e estou meio que animada pra falar o que eu achei do dito jogo, porque eu sempre quis falar de jogos aqui e não estou muito a fim de fala sobre Guitar hero, que eu acho que todo mundo conhece e joga, sei lá.

O enredo do jogo começa mais ou menos onde terminou o seu antecessor, Kratos é o Deus da Guerra (posição que ele ocupa após matar Ares, a quem normalmente conhecemos por Deus da Guerra) e como um Deus sinceramente influente – porque ser Deus da Guerra na antiguidade deve ter sido importante com tantas invasões e batalhas – passa a favorecer demasiadamente Esparta, o que deixa os outros deuses furiosos. Então ele é avisado por Atena, mas não lhe dá ouvidos, o que resulta no fato de que ele é atacado pelo Colossso de Rodes (uma estátua de Hélios, deus grego do sol) que está sendo controlada pelos deuses. Kratos tem acesso a Blade of Olimpus – uma espada que drena os poderes de Kratos, ele quase morre e Zeus, se monstrando um inimigo, fere Kratos de modo que ele é enviado ao Tártaro. Ele então é ajudado por Gaia (a titã, mãe terra) e sai do Tártaro. Agora ele teria que procurar as Irmãs do Destino para voltar ao momento em que ele está sendo ferido por Zeus e, assim, derrotá-lo.

Certo, então, pra começar eu tenho que dizer que o Kratos é um personagem bastante interessante, porque ele sai matando pessoas e monstros sem qualquer piedade ou sentimento, somente para combater os deuses. O problema é que, se ele está sendo um FDP, ele deveria pagar por seus erros, mas, não, ele simplesmente acha que está com toda a razão. Um outro detalhe é que o Kratos está sempre muito furioso com os deuses e está sempre achando que ele é algum tipo de… Super-Heroi e está apto a fazer tudo sem qualquer ajuda de alguém. Ele seria o perfeito estereótipo do cara másculo… Se isso não o deixasse tão cômico.

Mas eu não estou criticando o jogo. Eu adorei isso, na verdade, porque era divertido.

A jogabilidade do jogo não é das piores. Acho que tudo não passa de um grande jogo de lógica e você tem que procurar moldar o ambiente com o que estiver disponível, para passar para os próximos lugares. O que não significa que o jogo é muito difícil. Exige um pouco do seu cérebro, mas nada que não possa ser resolvido. Além disso, a parte de combates deve ocupar em torno dos 80% ou 90%, deixando pouco espaço para os joguinhos de lógica.

O jogo é bastante centrado no combate, como eu disse anteriormente. À medida que Kratos vai prosseguindo na sua jornada após voltar do Tártaro, ele vai evoluindo enquanto luta contra as coisas que aparecem e enquanto você vai sendo ajudado por alguns titãs (como Gaia, Atlas e Cronos), que acrescentam algumas magias ao seu arsenal: Typhon’s Bane (arco que dispara flechas mágicas), Cronus’ Rage (ataque elétrico a mais de um inimigo simultaneamente) e Atlas Quake (ataque que atinge tudo a sua volta, com o Kratos pisando o chão como se fosse um elefante ou algo do tipo). Kratos também consegue a cabeça da Medusa (porque as pessoas sempre querem a cabeça da Medusa) e acrescenta o Head of Euryale (transforma os inimigos em pedra), magia que a Cabeça da Medusa contém.

Por falar nisso, eu achei o jogo de uma verossimilhança incrível, porque deu pra eu rever grande parte dos seres da Mitologia Grega que eu adoro e ainda relembrar um pouco a história deles.

Os gráficos do jogo são ótimos, mostrando que um jogo de PS2 pode, sim, ter gráficos bons, mesmo que essa plataforma esteja perdendo o espaço e todo o seu brilho para seu sucessor (ou sucessores se eu for considerar o PSP, que vai ter Naruto Ultimante Accel 3, enquanto o PS2 não vai ver nem a sombra…). A trilha sonora é bem bonita, com as músicas em instrumental, parecendo feitas por uma orquestra.

Ao final, ficam as reticências introdutórias do terceiro jogo da série, que, aliás, é exclusivo para PlayStation 3. É como eu disse anteriormente: o PS2 está ultrapassado e muitos jogos irão ser produzidos agora pensados para o 3, enquanto ficamos aqui com o nosso bom e velho PS2.

As opiniões acerca do jogo, são variadas, mas somente por utilizarem adjetivos diferentes. Todas as coisas ditas sobre o jogo, normalmente, são opiniões de quem daria uma nota quase dez  (9,6; 9,7; 9,8…). Eu gosto do modo de jogo (terceira pessoa, se não me engano), gosto da história, gosto da ambientação, gosto dos quebra-cabeças que se tem que resolver, gosto dos inimigos – e de derrotá-los -, embora o Kratos ainda seja um cara otário que se acha o cara (e isso me fazia rir).

De um modo geral é um ótimo jogo.

Sem mais.