Novo trailer de ‘The Avengers’

Apesar da minha própria opinião sobre adaptações, eu sinto realmente, realmente que preciso assistir a esse filme assim que aparecer nos cinemas (e sim, isso aqui já é uma intimação para as pessoas lindas e maravilhosas que normalmente vão ao cinema comigo para que se preparem, porque estaremos lá). Por isso, vendo esse trailer no Facebook e sentindo necessidade de comentar isso de forma aleatória, eu resolvi trazer para cá, porque eu não sinto que eu tenho realmente liberdade para dizer as coisas que eu quero na referida rede social.

Vejam, vejam:

E o que dizer?! Eu já nem sei mais direito! No entanto, gostei bastante das cenas de explosões, haha. E gostei de ver o Capitão América de novo –  ele está longe de ser meu super-heroi preferido, mas é um dos mais lindos, certeza. Começo a simpatizar com a Viúva Negra, interpretada pela Scarlet Johansson – acho que, na verdade, começo a simpatizar também com a própria Scarlet (sim, eu sou uma pessoa que não está acostumada a vê-la atuar nem sou sinceramente íntima da Viúva Negra). E sinto que vou continuar a me divertir com o Tony Stark.

Um filme sobre o qual eu não me arrisco a falar nada, como primeiras impressões ou whatever, e que eu vou assistir realmente de forma despretensiosa, sem saber o que esperar, sem ter expectativas. Não vai ser difícil esse filme me surpreender.

É isso :3

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Harry Potter and The Deathly Hallows I

Atenção: Se você, por algum acaso do destino, não sabe o que acontece no sétimo livro, então cuidado, porque esse post contém spoilers. Acho. Mas eu avisei. A propósito, eu devo ter me empolgado falando sobre o filme também. E tocado o f*d@-se. Enfim…

Eu jurei a mim mesma que não iria escrever outro post pra esse blog enquanto eu precisasse estudar para as provas da faculdade. Eu até falei no último post sobre isso.

Mas eu simplesmente não resisti à tentação de fazer uma resenha sobre Harry Potter e as Relíquias da Morte, que eu assisti hoje na pré-estreia (à meia-noite e um pouquinho, que limdz – reparem na felicidade da cirança por ter assistido a uma pré-estreia uma vez).

Então, contando um pouco sobre a história da minha ida ao cinema, eu cheguei lá umas oito horas da noite pra guardar lugar na fila (me deixaram de castigo). Estudei pra prova que ia ter hoje (ou tentei), fiz duas amigas (amigas na fila), conversei sobre muita coisa e eis que enfim, depois de muita espera (já ‘tava cansada de esperar), todas aquelas pessoas podem entrar na sala.

*Harry Potter e as Relíquias da morte, o encontro inevitável com Lord Voldemort não pode mais ser adiado. Harry, no entanto, precisa ganhar tempo para encontrar as Horcruxes que ainda estão faltando. E, pelo caminho, descobrir o que são afinal as Relíquias da Morte e como ele pode usá-las contra o Lorde das Trevas. Seguindo as poucas pistas deixadas por Dumbledore, Harry conta apenas com a ajuda dos leais amigos Rony e Hermione.

Os primeiros minutos são bem parados, obviamente. Os Dursley estão se mandando, Hermione apaga a memória dos pais (detalhe que existe uma metáfora nessa cena, que acabou gerando uma discussão legal hoje na faculdade), Rony olha para alguma coisa [?]… Enfim. Depois aparece a reunião dos comensais da morte, quando eles tentam prever os próximos passos de Harry e de todas as as pessoas que estão próximas a ele e o protegem. Então, depois, vem a cena dos sete Harrys, quando algumas das pessoas que querem proteger o Harry tomam a poção polissuco para tentar despistar o Lord das Trevas. E eu tenho que dizer que Bill, Fred e George totalmente me conqusitaram nessa cena ♥

Quanto ao filme de uma forma geral:

Eu simplesmente adorei. Acho que depois da decepção que foi o sexto, o sétimo compensou bastante. Estava com medo da coisa continuar meia boca como o anterior, mas correu tudo bem.

Como o livro sete foi dividido para fazer dois filmes em vez de um só, a possibilidade de se colocar mais detalhes e deixar as coisas fazerem sentido é muito grande. E foi isso o que aconteceu, de modo que as pessoas com quem eu estava sairam satisfeitas. Bom, pelo menos em parte (eu vou explicar depois o que nós achamos que poderia melhorar).

Eu gostei bastante da fotografia. Principalmente pelo fato de que, como o Harry, a Hermione e o Ron estão fugindo, eles acabam passando por diversos lugares, seja andando ou aparatando, então as cenas dos lugares onde eles ficaram me pareceram realmente boas.

Achei as atuações muito boas em sua maioria. Destaque para Rupert Grint com uma atuação incrível, principalmente no momento em que ele e o Harry brigam; Helena Bonham Carter com a Bella que muita gente adora, tão louca quanto sempre; Ralph Fiennes totalmente irreconhecível como Voldemort e com toda aquela maquiagem e sendo Lord das Trevas como se tivesse saído do livro (ou pelo menos ele é o Voldemort da minha imaginação), sem falar na Evanna Lynch, que apareceu pouco, mas consegue sempre fazer uma Luna verossímil. Ah, e falando em personagens, os efeitos também estão ótimos, de modo que o Monstro e o Dobby estão simplesmente perfeitos (E a Nagini também, está muito boa, tinha esquecido dela).

O filme todo tem um ar bem sombrio, que eu já devo ter mencionado antes: eu adoro, mas não é predominante, então se você não gosta, alguma coisinha tem para você. A trilha sonora também está bem condizente, embora eu não tenha prestato tanta atenção assim.

E o filme tem muita coisa: momento hilários, drama, lutas, voos de vassoura, invasão ao Ministério da Magia sob disfarce, sustos, traição, perdão… Enfim, dá pra mudar de estado de espírito durante os 153 minutos que você passa assistindo ao filme.

O filme tem também pontos muito bons e fortes, como a briga do Harry e do Ron, a fuga com os setes Harrys, a destruição da Horcrux pelo Ron e a história sobre os três irmãos que a Hermione conta quando os três vão para a casa dos Lovegood falar com o Xenofílio (quase um curta metragem muito bem feito e com uma estética impressionante).

E ao final, temos o gancho para o segundo filme. Muito bem colocado, diga-se de passagem.

Mas nem tudo são flores. Existem algumas coisas que eu acho que talvez fossem melhores diferentes.

O Harry, quando os outros Harrys começam a se despir, se não me engano, ele faz objeção a isso no livro e se sente encabulado, porque, enfim, a Fleur e a Hermione estão ali, com o corpo dele e vão ver tudinho. Depois tem as cenas pseudo Harry & Hermione. Desde o primeiro filme eles parecem querer colocar os dois juntos e tudo o mais… Tudo bem que isso acaba sendo um dos motivos do Ron ficar com raiva e tals (inclusive no livro), mas ele tá apaixonado por ela, sente-se inseguro e acaba vendo coisas onde talvez não tenha nada. E tem a Cissy. A Cissy dos filmes me revolta completamente. Nada contra a atriz, a Helen McCrory, mas e aquele cabelo meio loiro, meio castanho? De onde tiraram aquela ideia?

Ah, e o Harry sempre parece ser mais do que ele é nos livros. Parece ser o pegador, o cara legal e descolado… Além disso, por mais que o Harry tenha um grande complexo de heroi, acho (minha opinião, ok?) que no filme as coisas se tornam piores (de modo geral, o Harry é só o típico protagonista chato)…

Bom, agora eu não lembro mais sobre o que eu queria falar sobre o filme, mas fica a dica, apesar dos meus problemas com os produtores e com algumas partes nitidamente adaptadas.

E eu me empolguei tanto com Harry Potter, como eu não ficava há um bom tempo, de modo que poderia assistir ao filme de novo…

Com toda certeza do mundo vou reler toda a série antes que lancem a parte II.

[Direção do filme: David Yates]

* Resenha tirada do Skoob. ;D

The Walking Dead – A série

E então vamos para a estreia da semana, a nova série de zumbis que, mal começou, já andou causando desagrado.

Mas não pelo enredo, pela forma como trabalhou o lance todo dos zumbis, oupor qualquer outra coisa mais importante. E nem foi a série em si que andou causando desagrado, mas os cortes que foram feitos no episódio quando a Fox foi exibi-lo. De 66/67 minutos, a série passou a ter somente 50, contando os intervalos nesse tempo.

Enfim, a série The Walking Dead é baseada na história em quadrinho de mesmo nome, que foi criada e escrita por Robert Kirkman e pelo desenhista Tony Moore, substituído por Charlie Adlard a partir da edição número 7. É cnetrada em Rick Grimes, um oficial de polícia, que, após uma operação de perseguição a dois suspeitos, acaba levando um tiro no tórax (acho que o tiro acerta-lhe o pulmão) e acorda no hospital um tempo depois, sozinho. Quando ele sai do quarto, descobre que o hospital está destruido, a cidade onde ele morava, coberta de varios corpos, dentre eles alguns que se mexem, mesmo em estado de decomposição, a mulher e o filho estão desaparecidos (talvez mortos). Ele acaba descobrindo que o mundo está praticamente tomado de zumbis, ou pelo menos a cidade onde ele mora está.

Rick aprende a matar zumbis com o cara que o salva e explica a ele a situação e, após perceber que a mulher pode ter saído da cidade levando o filho, ele resolve sair para procurá-los, descobrindo que o resto do mundo parece ter sido devastado e completamente preenchido por zumbis.

Ainda é bem cedo para se afirmar com precisão os resultados da série. Nunca tinha assistido a uma desde o episódio piloto e meio que não acredito que possua condições de julgar, no caso, mas, particularmente, eu realmente gostei do primeiro episódio da série. Os zumbis me pareceram do modo como eles normalmente são (zumbis sabem usar maçanetas? Esse foi o único ponto em que eu tive dúvida, well…). Eles estão em decomposição, são até lentos, comem qualquer ser vivo que apareça na frente deles, transformam pessoas em zumbis através da mordida e de ferimentos…

Aliás, os zumbis me parecem bem realistas também quando o assunto é aparência física. A menina que aparece nos primeiros minutos está simplesmente incrível. Algumas cenas  são meio chocantes, não é qualquer série ou filme que mostra uma criança levar um tiro na testa, mesmo que seja um zumbi… Além disso, há pilhas e pilhas de cadáveres, mas quem gosta desse tipo de coisa vai achar bem legal (espero).

Uma coisa que eu gostei foi o fato de a trama começar de forma não linear, assim como os filmes Tropa de Elite (1 e 2). As cenas de ação, mais ao final, são ótimas e deixam a pessoa na expectativa pelo que virá a seguir…

Não pretendo falar de personagens agora, poucos deles foram realmente trabalhados nesse primeiro episódio e eu meio que não seria justa falando sem realmente conhecer.

Não sei ao certo o quanto a série foi fiel aos quadrinhos, ou se haverão muitas divergências (mas isso ninguém sabe…), mas espero que esteja tudo o.k.

A primeira temporada terá apenas seis episódios e a segunda já está confirmada. O segundo episódio da temporada atual será lançado nesse fim de semana, se não me engano.

Eu poderia resumir a série em violenta, desesperadora, viciante. Eu quero ver logo o episódio 02…

“Zumbis dominando o mundo” \o/

É isso. Hasta la vista ;D

R. E. D.: Retired Extremely Dangerous

Ou Aposentados e Perigosos (ou algo do gênero), é uma HQ de Warren Ellis e Cully Hamner que foi adaptada para o cinema e que, em breve será lançado (lançada também) aqui no Brasil.

O filme terá Bruce Willis, Helen Mirren, Morgan Freeman, John Malkovich, Karl Urban, Mary-Louise Parker, Brian Cox, Richard Dreyfuss e Ernest Borgnine no elenco. Foi adaptado por Erich e John Hoeber. A história é mais ou menos a seguinte: antigos agentes da CIA, aposentados, viram alvos dos atuais agentes da CIA e, obviamente, precisam sobreviver.

A HQ (DC) e o filme serão lançados em novembro (o filme está previsto para o dia 12). Há diferenças entre a HQ e o filme, principalmente pelo fato de a HQ ser mais curta (aliás, será lançada em volume único pela Panini Comics e por, em média, R$ 7,90), mas quem é que não sabia desse detalhe?

O que me fez fazer esse post foi o trailer que eu assisti (junto com o resto do pessoal), quando nós fomos assistir a Tropa de Elite 2. Os dois trailers:

Não gosto muito de julgar as coisas pela imagem prévia que as pessoas passam, mas tenho a impressão de que esse filme vai ser bom. *torcendo para não estar errada*

Detalhe: Helen Mirren ganhou uma fã depois que eu vi algumas cenas dela nesses trailers…