Branca de Neve e o Caçador – Trailers

Bom, ontem eu entrei no msn e vi – naquela janelinha incômoda que sempre abre com so destaques dos dia – que tinha saído o novo trailer de Snow White and the Huntsman (ou Branca de Neve e o Caçador, como você preferir). Então eu fui atrás dos dois trailers e tals, para saber como andam as coisas e quando vai sair o bendito filme, porque eu não sabia a data – eu ainda estou meio desinformada nesse mundo cultural em geral, exceto talvez pelos animes, que eu sei mais ou menos o que vai sair e o que não vai. Mais ou menos mesmo.

Mas para ver como as coisas não estavam tão ruins, eu sabia que a amada de todos (-q) Kristen Stewart iria ser a Branca de Neve. O que me surpreendeu na verdade foi o Chris Hemsworth como caçador – e a minha capacidade para reconhecer um ator em meio a um trailer de quase dois minutos, mas, enfim, era o Thor, não tinha como não reconhecer, haha.

Então, passando para algo mais concreto, e para aqueles mais desinformados que eu – é possível isso? – a história meio que segue bastante do enredo que todos conhecemos, exceto pelo fato de que, além de deixar a Branca de Neve viver, o caçador a ensina a lutar (e eu li bastante coisas como “o caçador irá ensiná-la a arte da guerra” enquanto procurava por detalhes do filme… que povo poético, eu diria…).

Trailer um:

 

 Curtinho, mas que já dá pra ter noção das coisas.

E trailer 2 (sem legendas):

 

 A minha opinião geral é que eu acho interessante ter esse tipo de releitura de um conto de fadas, eu gosto na verdade. Gosto da ideia da Branca de Neve acabar virando uma guerreira – aí acaba mostrando que princesas também podem lutar, ha -, gostei da parte visual, gostei bastante da Rainha Má (muito mesmo… e até acho que ela é mais bonita que a Branca de Neve, embora nós precisemos do conflito para que a história se desenrole). A Kristen está bonita nas cenas, exceto naquelas em que ela está de volta como a Bella, de Crepúsculo – porque existem cenas em que ela tem aquele olho meio caído, meio… troncho? Enfim. E parece que vai ter umas boas cenas de ação – além de que o clima meio sombrio que eu adoro estará lá dando um oi.

No entanto, aí vou eu com minhas expectativas super-baixas, porque não quero me decepcionar – a minha velha política de não comprometimento para um melhor aproveitamento da coisa.

Informações técnicas:

Título original: Snow White and The Huntsman
Gênero: Ação | Aventura | Fantasia
Elenco: Kristen Stewart, Charlize Theron, Chris Hemsworth, Felicity Jones, Riley Keough.
Direção: Rupert Sanders
Gênero: Aventura
Estúdio: Universal Pictures
Distribuidora: Fox Film
Estreia: 1º de Junho de 2012

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Exaustivo e épico: A Guerra dos Tronos

Aproveitando que a Lara pediu que eu emprestasse meu livro “A Guerra dos Tronos” para ela, decidi que vou escrever uma resenha pra ver se ela consegue terminar de ler o livro – embora aparentemente ela não precise de qualquer incentivo. Isso tudo porque eu não queria que o buraco na minha estante permanecesse por muito tempo, sabe como é – e eu sei que ela entende esse sentimento… Que é uma coisa importante, veja bem, eu poderia estar falando de qualquer um dos livros que eu já li esse ano, mas vou falar de um que eu lembro em partes apenas com este propósito especial –q.

Então. Guerra dos Tronos é realmente bom. Epicamente bom. No entanto – e estou sendo sincera quando o digo – é um livro sacal. Você deve estar pensando como paradoxalmente essas duas qualidades existem no mesmo livro, mãs [!] é necessário um raciocínio simples para entender isso.

A Guerra dos Tronos é um livro de fantasia medieval que se passa em uma terra fictícia chamada Westeros e a história basicamente começa quando Eddard Stark, senhor de Winterfell, recebe a visita de Robert Baratheon, seu amigo e Rei dos sete reinos. Essa visita, além de permitir que os dois se reencontrem após um longo tempo, tem por objetivo um convite – Robert quer que Stark seja sua Mão (Mão do Rei), um cargo que possui funções semelhantes a de um conselheiro, embora exista um conselho nos sete reinos – nessa época do reinado do Rei Robert, dizem nos Sete Reinos que a Mão do Rei é quem governa, na verdade. E quando Eddard, vulgo Ned, aceita esse convite – influenciado pela suspeita de que algo podre estava acontecendo no reino -, ele mal sabe onde está se metendo.

É um livro chato, porque você demora pra ler. A fonte é pequena, as páginas são enormes, uma quantidade sem fim de páginas (imagina quando o terceiro da série chegar, com suas oitocentas-e-não-sei-quantas páginas) e é uma série que é densa, de modo que não pode ser contada em poucas páginas, não mesmo! Tem uma infinidade de personagens que eu não consigo lembrar com facilidade, muitos lugares que eu tive dificuldade pra aprender também… No início você não sente qualquer ânimo e a vontade que você sente é de largar mesmo. Pronto falei.

Eu levei em torno de seis meses entre estudos, provas, Guerra dos Tronos, animes, outros livros com uma fluidez melhor, provas e momentos vagantes na internet pra conseguir terminar de ler o primeiro livro. Foi uma saga meio cruel.

MAS – e esse mas precisa estar em letras maiúscuas – a leitura valeu a pena, não sei. Depois de determinado momento você se acostuma, se apega, se interessa, torce, reclama dos personagens, não mais da leitura em si – e tenho a impressão de que isso acontece quando se passa a ter um pouco mais de ação. Até chegar nesse momento em que você se empolga, tem que ser forte pra suportar o início cansativo – e eu sei que você vai conseguir fazer isso pacientemente se gostar de livros do gênero, talvez você não passe pela experiência de achar o livro chato, nunca se sabe.

Tudo bem que mesmo depois que eu me empolguei eu demorava três horas pra ler oitenta páginas, mas o ritmo depois melhora. Entre malas pra arrumar pro carnaval, saídas repentinas pra resolver alguns problemas, manicure caseira e a viagem em si, eu consegui ler em torno de oitenta páginas do segundo livro em um dia – tudo bem que eu me esqueci de colocar na mala coisas importantes, mas relevem. E em seis dias o dito cujo tinha sido completamente devorado. Acho que o tédio que foi o meu carnaval explica isso.

Pontos que eu acho positivos na série são: o fato de ser um universo completamente diferente do nosso, com personagens que são ao seu modo incríveis – okay, nem todos, existem muitos que são chatos como uma tarde escaldante sem nada útil para se fazer -, com momentos épicos, frases dignas de citação – não que eu lembre alguma agora além de “O inverno está chegando” -, intrigas, assassinatos a serem desvendados, segredos a serem protegidos, momentos indignantes e momentos em que você realmente lamenta. Além disso, o fato de cada capítulo ser narrado em terceira pessoa, mas sob a perspectiva de um personagem (que está indicado como se fosse o número do capítulo) torna o livro algo diferente e interessante.

Pontos negativos… eu diria que a fonte da letra, o início desestimulante e coisas que eu já mencionei, lugares demais, pessoas demais, além de uma dura lição que George Martin faz questão de ressaltar – algo que todos sabemos, de fato.

Aliás, Martin faz questão de ser bem realista em sua história, nas batalhas ou na vida cotidiana, não importa, ele mostra as coisas como as coisas são. Um livro de fantasia para adultos – é como ele define o livro.

Para aqueles interessados – ou não – tem também a série da HBO – okay, que todo mundo já deve ter ouvido pelo menos alguém falar – e que, sim, é uma excelente adaptação – e digo isso mesmo tendo visto só dois episódios. Alguns atores são diferentes do que eu imaginei, sim, existem coisas a serem criticadas, sim e muitas, mas longe de desagradar tanto quanto outras adaptações por aí. Creio que existe alteração de algumas coisas com relação ao livro, deve ter uma ou outra coisa que desapareceu, e uma ou outra coisa a mais (ou não tão a mais assim, não é, Loras e Renly? – porque pra mim eles dois são canon, ponto), mas acho que é uma interessante perda de tempo da vida.

Se eu tivesse que dar uma nota de zero a cinco para o livro: Cinco lobos gigantes.

Durarara!!

Esse é um anime que eu faço questão de resenhar e de ser bastante parcial.

Atualmente é um dos meus preferidos, sem sombra de dúvidas. Tem bons traços, a animação é boa, as músicas de abertura são ótimas, a parte visual é linda e, ao contrário do que eu estou acostumada (animes feitos a partir de mangás que não foram concluídos e que acabam tendo um frustrante final aberto), esse anime possuí uma linha de história bem definida e que possui um final. Bom, é claro que você sente um pouco daquele “E agora?” que se sente quando terminar algo em que você sabe que está faltando alguma coisa.

Mas Durarara!! é um anime que te conta uma história. E termina essa história. O que acontece depois você pode imaginar, mas há um desfecho para o que foi proposto e esse é o ponto que eu acho mais importante, mesmo que você ache que não tem exatamente um final.

Durarara!! Conta a história de Ryuugamine Mikado, um garoto de quinze anos, que morava no interior que vai morar em Tóquio, no distrito de Ikebukuro, após ter sido convencido pelo seu amigo, Kida Masaomi. Em seu primeiro dia na cidade, ele se depara com uma nova realidade, que parece absurda. Mas passando a viver em meio a tantas coisas esquisitas, ele se vê envolvido numa guerra de gangues envolvendo um motoqueiro sem cabeça, um Retalhador que controla as pessoas, um informante manipulador, um cara com força sobre-humana, um médico clandestino sem licença, um russo com sotaque carregado e que trabalha no “Sushi Russo”, e todas as bizarrices que puder imaginar.

Tecnicamente Mikado, Masaomi e a amiga deles, Anri, podem ser considerados como protagonista. Não se pode negar que há um bom foco neles, mas existe algo nesse anime que não te deixa identificar com precisão quem exatamente está protagonizando, porque simplesmente dá espaço para todo mundo e seus dramas. Uns mais que outros, isso é um fato. E acho que isso também deixa o anime bem mais interessante.

De início a coisa é bem confusa. Tive ímpetos de largar e o teria feito se… Bem, a motivação não importa, o que importa é que eu fui forte e resisti até pelo menos a metade – que é quando as coisas começam a se mostrar como verdadeiramente são (pelo menos boa parte delas). Acho que a maioria das pessoas desiste logo no começo por não entender nada logo de cara (e não só no primeiro episódio, como também no segundo, no terceiro, no quarto… quase não dá pra entender esse negócio). Mas, se serve de dica, é interessante você ficar montando teorias sobre tudo e todos e, depois, descobrir se todas suas teorias estavam certas ou não.

E, sim, é confuso, é cheio de coisas doentias, é sombrio, é bizarro, mas é incrivelmente legal.

Eu gosto muito dos personagens, acho todos ótimos. Desde o peste, vulgo informante manipulador, cujo nome é Orihara Izaya até a menina que se parece com a Hinata de Naruto, a Sonohara Anri, e que muitos podem considerar como a garota tímida e retardada (ou não, vai).

Minha dúvida mortal para escolher qual dos dois eu prefiro D8

Gosto também da trama, gangues de rua e uma motoqueira sem cabeça, basicamente, e da forma como ela foi trabalhada. É um anime cheio de reviravoltas que prende a atenção e de repente você está envolvido com a história. Comecei a assistir lentamente e em pouco tempo consegui terminar – apesar de saber que no final eu ia ficar toda “mimimi” por ter acabado.

Uma coisa ruim, além do que eu já falei sobre ser doentio, bizarro e sombrio é que com aquela coisa de trabalhar todos os personagens, nem tudo ficou perfeitamente “ok”. Quer dizer, teve quem reclamasse, mas acho que tudo condiz com o modo como a história foi sendo conduzida. Se fosse o contrário seria legal? Provavelmente sim. Mas é exatamente isso que faz Durarara ser Durarara (sombrio, doentio e bizarro – o que me leva a pensar que ele até entra um pouco na alma do blog, paradoxalmente legal).

Tem um total de 24 episódios, além de dois extras, se não me falha a memória (ou talvez seja mesmo só um e eu estou confundindo as coisas, não sei D8).

E é isso.

:3

Ps.: Obrigada pelos comentários, sério <33

25 de Maio

E aqui estamos nós de novo, mais um dia da toalha.

Muito conveniente desaparecer e só voltar a escrever algo em um dia tão… peculiar (o qual já teve até direito a “bombardeio” de toalha hoje).

Mas, voltando, meu objetivo com esse post hoje… Bom, ele não existe. Eu simplesmente quis escrever algo e aqui estou eu.

Sabem, é engraçado ver como as coisas estão se espalhando… Ou talvez eu apenas decobri como se pode descobrir coisas na internet – mas isso não importa. O negócio é, #OrgulhoNerd está nos TT’s – tive um susto quando vi.

Também vi várias menções ao Dia da Toalha e até promoções no Twitter (a “ideia” para esse post só nasceu mesmo, porque eu entrei no twitter e me deparei com isso tudo).

Eu já falei em ocasiões anteriores, com um pouco menos de maturidade e até mais fanatismo, sobre o que era ser nerd, já fiz um post inteiramente voltado para esse dia, acho que já devo ter comentado sobre o que está acontecendo e que muitos caracterizam como “ser nerd virou moda”.

Não lembro se coloquei os pretensos Direitos e Deveres dos nerds, tenho plena consciência de que esse é um post completamente inútil. Também não recordo se já falei sobre o preconceito com nerds de um modo geral – mas isso é uma coisa que acontece e sobre a qual provavelmente falarei um dia.

Sei que já coloquei uma imagem totalmente voltada para garotas que também merecem fotos de caras gatos usando toalhas – não é só os meninos que merecem. E não consigo pensar em mais nada legal para ser feito nesse blog com relação ao assunto.

Acredito que hoje só posso desejar:

E comentar que acho interessante olhar também pelo outro lado – e não só ver que existem milhares e milhares de nerds posers por aí. Acho que nesse dia do Orgulho Nerd (e também dia da toalha), desse ano, eu vou aproveitar para me orgulhar dos grandes nerds que se destacaram no cenário mundial e agradecer pela grande febre que isso gerou – apesar do lado negativo que muitos conhecem – já que, assim, pudemos ter muito mais contato com coisas consideradas integrantes da cultura nerd.

O fato de estar se popularizando ajuda, facilita as coisas.

E isso é que é o mais legal de tudo isso, eu acho. (“Pollyana feelings” – se não entendeu, procure pelo livro Pollyana, de Eleanor H. Porter)

Ok, vou parar com as filosofias baratas. Espero voltar em breve com posts mais úteis.

(E também vou agradecer pelo fato de o mundo não ter acabado dia 21 de maio…)

Sobre moda

"Sou a rainha da moda, mil bgs =*"

Eu nunca fui o tipo de garota que liga para “moda”. Aliás, nunca houve realmente uma necessidade (não é uma coisa da qual você precise se você cresce cercada por caras, se você vive em colégios com fardas e passa a maior parte do seu tempo livre em casa) então não era como se houvesse algum jeito de me preocupar.

Já nos meus dezessete anos, se não me engano, minha amiga conseguiu uns convites para um desfile que ia ter por aqui. Conseguimos chegar atrasada em um deles, entramos na cara-de-pau em outro e no último entramos “legalmente”. O engraçado é que aquele definitivamente não era um lugar para mim, mas eu continuei lá, bravamente.

Ela me explicou que nos desfiles o que se levava em consideração era as tendências que um estilista mostrava em sua coleção. Um determinado tipo de tecido, algumas cores, tamanhos das roupas, texturas e tudo o mais. O que nunca ficou claro para mim naquele dia foi o quê exatamente o cara do último desfile queria mostrar com aquelas roupas, enfim.

Atualmente não é como se as coisas tivessem mudado, porque não mudaram. Eu continuo sem me preocupar muito com moda – aliás, sempre fui seguidora da ideia de que só é preciso que você se sinta bem. Mas aí me livrei daquele lance das fardas de colégio e agora tenho que pelo menos me adaptar ao meio e tentar me tornar invisível – como sempre, e não parecer uma desleixada e acabar chamando atenção por isso.

Aliada a esse detalhe, minha prima esteve aqui em casa há algum tempo e ela disse uma coisa que me chamou atenção: “Só vou usar essa peça (uma que ela comprou) quando sair de moda e ninguém mais estiver usando”. E eis que veio a ideia do post. A história é meio longa, mas vai servir para entender qual a minha ideia.

 

Para começo de conversa, eu ainda não entendo qual o grande lance da moda. Quer dizer, a moda relativa a tendências. Primeiro porque tendências vêm e vão. E segundo, porque se uma coisa vira tendência, todo mundo quer ter/usar e isso meio que acaba com o individualismo de cada um (é, eu sou individualista, vai encarar?). E fica todo mundo parecendo clone de todo mundo.

Porque eu adoro motivacionais ;D

Outro ponto que eu não gosto na moda é o fato de que a maioria dos lugares (os lugares onde eu gosto de comprar roupas com um preço legal) só vende roupas seguindo a nova tendência, sendo que eu na maioria das vezes nem gosto tanto assim do que está na moda (muitas vezes acho falta de bom gosto mesmo, pelo menos comparado com o que eu gosto/gostaria de usar – mais o “gostaria” do que gosto, enfim). E nem vou citar exemplos.

Se uma vendedora – o que acontece na vergonhosa maioria dos casos – diz, tentando me convencer a comprar algo “Ah, isso tá na moda agora”, ou ainda “Todo mundo está comprando esse tipo de roupa”, é pedir para eu virar as costas e nem cogitar levar a dita roupa. É infantilidade da minha parte, eu sei, obrigada.

E depois, as roupas acabam indo parar em algum lugar no fundo do seu armário, ou ainda virando doação (o que é até um destino legal para as roupas que já estão “fora de moda”).

Eu até que gosto de vestir roupas velhinhas que são até atemporais, ou algo do gênero, porque não sou muito fã de sair para comprar roupa, quando eu poderia dormir depois de ficar até de madrugada no computador – não que eu realmente durma até depois das sete.

 

"Sempre na moda ;D"

Outra coisa ruim com a moda é que muitas vezes, considerando o que passa em comerciais, se você não tem determinada coisa você vai ser excluído do seu círculo social, porque seus amigos também vão ter aquela coisa da moda e vão acabar fazendo você se sentir excluído – conscientemente ou não… E eu tenho a impressão de que já falei sobre isso em algum lugar.

Só para finalizar o post, eu só quero dizer que a maioria das coisas que eu falei é relacionada a um julgamento da mídia no qual eu fui uma verdadeira acusadora… Porque, enfim, a mídia e a moda estão juntas – ou não. E eu nem estou condenando a moda à fogueira…

Na verdade, o objetivo desse post ainda é meio… Nublado para mim. Acho que eu só quero criticar a moda e as coisas que estão na moda. Ou talvez eu só queira justificar o fato de que eu não ligo tanto assim para isso. Vai saber.

Até muito em breve õ/

Essa mulher chamada Akira Amano

Então, eu realmente nem lembrava que hoje era dia da mulher, até que meu pai, meio alegre demais por conta de uma dose de álcool (não façam isso em casa, guys), veio todo alegre e tal me desejar parabéns e fazer piadinha com a minha cara (detesto as piadinhas dele). Enfim.

Aí eu pensei: “Eu devia fazer alguma coisa para o blog“. E de repente, ou não tão de repente assim já que eu estava olhando algumas… coisas de Reborn (sem detalhes), eu lembro que queria escrever sobre Katekyo Hitman Reborn e sobre o fato de que é criação de uma mulher. Uno o útil ao agradável e voilà.

Depois da minha doce (ou não) trajetória, aqui estou eu para falar dela, Amano Akira (ou Akira Amano? Juro que já nem sei mais), a pessoa que idealizou, criou, desenhou, escreveu e tudo o mais… Bom, a pessoa que eu acho que vou admirar a minha vida toda por ter criado Katekyo Hitman Reborn e todos aqueles personagens.

Eu podia falar de diversas mulheres. Eu podia falar de Maria, mãe de Jesus, já que sou católica. Eu poderia falar do quanto eu amo a Richelle Mead e a Meg Cabot por serem escritoras das porcarias açúcaradas que eu mais adoro, eu poderia falar da J. K. Rowlling por ter criado aquela coisa incrível que é Harry Potter e todo aquele universo, eu poderia falar de qualquer jogadora de Volei da seleção brasileira, eu poderia falar de ficwriters cujas histórias me fazem feliz, eu poderia falar da minha mãe, das minhas primas, das minhas tias, das minhas avós com suas porradas de filhos, eu até poderia falar das minhas amigas (mesmo que às vezes elas estranhem terem os nomes aqui, certo, Lara?). E eu não vou fazer isso, porque ainda estou aturdida com o fato de Reborn ser dela.

Não que todas as outras pessoas que eu citei aqui não sejam importantes. Cada uma tem sua importância, sim. E talvez, numa outra ocasião, eu até fale delas. Mas agora é um outro momento.

Por que Amano Akira?, você me pergunta.

E eu te respondo da forma mais bajuladora que consigo: Porque ela é uma japonesa, mangaká, que não escreve shoujos e sim um shounen (muito bom diga-se de passagem), que não esquece dos fanservices em sua obra (principalmente para as garotas, eu acho… ou eu vejo na maioria das vezes o fanservice para garota por que eu sou uma?), que coloca comédia, lutas, momentos de cortar o coração, que criou as coisas mais lindas que eu já vi até agora (Gokudera, Yamamoto, Dino, Ryouhei, Spanner, Gamma, Squalo, Xanxus, Mukuro entre outros) e que me fez assistir a uns setenta episódios de um anime em uma semana (se não menos), coisa que eu não fazia desde que eu via Naruto clássico, quando eu não tinha internet para me distrair. Ou talvez a pessoa que tenha feito isso foi a Lara e a vontade de ler algumas fics…

Ok.

Vemos grandes mangás por aí no mundo, como Bleach, One Piece, Fairy Tail, Naruto e até outros, mas você nunca espera que uma mulher os escreva. Eu pelo menos não esperava. E foi um choque o dia em que eu descobri esse detalhe (tudo bem que eu desconfiava com algumas tendências yaoi*, mas ainda foi um choque…).

Não é como se eu mesma tivesse preconceito com mulheres escrevendo coisas que não são shoujo/romance água-com-açúcar (só eu sei o que tenho lido e escrito nos últimos anos… muitos nada românticos, devo ressaltar). Não é como se eu estivesse inferiorizando uma mulher pelo fato de ela ser mulher e achar que competir com homens que escrevem mangás é perda de tempo.

Não.

É só costume mesmo.

Meu irmão já falou algumas vezes sobre um tal de fitness mental (Natanael, você foi citado) em que você tem que mudar algumas das coisas que são rotineiras na sua vida, porque se não seu cérebro vai se acostumar e ficar acomodado. E foi mais ou menos isso o que acontecia com o meu cérebro.

Então você vê o mangá/anime. Você, seja garoto ou garota. Você acha o primeiro episódio tosco, mas decide se aventurar pelos próximos episódios/capítulos e então você se vê preso na história e não quer mais largar. Porque, no fim das contas, é uma história com tudo o que eu já falei que era. Corrijam-me se eu estiver errada, por favor.

E não se preocupem com tendências yaoi, porque isso não tira o mérito da obra (na maioria das vezes as pessoas nem percebem – um amigo meu que o diga).

Além do fato de ser uma mulher, ainda é uma mulher japonesa. Acho que com todo aquele lance de tradicionalismo japonês e como a mulher era tratada antigamente (sabe-se lá Deus se não existem ainda aqueles que ainda tratam as mulheres como antigamente) não deve ter sido fácil. E a verdade é que eu realmente não entendo de cultura nipônica atual (meu forte é história medieval dos países – não tenho todo o conhecimento sobre todos, obviamente, mas é onde eu mais me destaco em história – mesmo que em história antiga eu também seja boa, modéstia a parte).

Mas, o fato é, se no Brasil que, apesar de ser um país Subdesenvolvido (ou eu deveria falar Em Desenvolvimento?), é um país ocidental, as coisas não são as melhores para nós, então talvez no Japão, com toda sua tradição, também não seja fácil.

O que me faz pensar que mulheres como ela e todas as outras que eu citei anteriormente (por motivos diferentes, mas importantes) deviam servir de exemplo, assim como Joana D’rc, Jane Austen, Carlota Jaquina, Maria Antonieta, Evita Peron, Rainha Elizabeth I, Cleópatra e tantas outras (atualmente a nossa Presidente Dilma também, espero que tenha um bom governo) que tiveram sua cota de importância nesse mundo que muitas vezes foi tido como patriarcal.

Então é isso, eu acho. Só tenho uma última coisa a dizer: Obrigada, Amano Akira, por ter criado essa coisa que é Reborn e continue escrevendo, hahahahah.

Curioso para saber o que é Katekyo Hitman Reborn?

Aqui:

Katekyo Hitman Reborn conta a história de Sawada Tsunayoshi, chamado por seus amigos apenas de Tsuna. Conhecido na sua escola como o “bom-em-nada-Tsuna” Por sua falta de habilidade nos estudos e nos esportes. Tsuna está em seu primeiro ano no colegial e é apaixonado por sua colega de classe: Sasagawa Kyoko. Certo dia em sua casa Tsuna recebe um estranho bebê, chamado Reborn, que se auto intitula um hitman e diz ser seu professor particular para que se torne o próximo líder da máfia Italiana. Família Vongola e a partir daí a vida de Tsuna melhora e passa por dificuldades desde o aparecimento de Reborn.

(Tirado da Wikipédia, obviamente).

Feliz dia das mulheres a todas, mesmo que o dia esteja acabando.

õ/

*Yaoi: Relacionamento homossexual entre dois homens. O termo usado para classificar fics, doujinshis, mangás/animes e tudo o mais.

Joguinhos inúteis E viciantes em flash

[Post altamente dorgas, pelo sono acumulado no ser que vos escreve]

Anh, nem vou falar sobre o meu sumiço, porque não há uma explicação completamente plausível para ele. Então vamos logo ao que interessa.

Ontem eu estava jogando um joguinho viciante em flash (nem vou mencionar qual e, aliás, ainda estou jogando) que é completamente inútil. Uma senhora perda de tempo, um atraso na vida alheia, uma pedra no sapato. Pronto falei.

E então eu tenho uma epifania (aliás, eu estou tendo muitas epifanias ultimamente) e me vem na mente a ideia para escrever o post de hoje, depois de milhares de anos sem escrever nada aqui.

Jogos em flash são uma coisa muito mágica para aqueles sem vídeo-game, porque basta ter um simples acesso a internet. Tudo bem que o acesso à internet não é dos mais altos aqui no Brasil, mas convenhamos que as coisas até que tentam melhorar.

Crianças, adolescentes, adultos, se duvidar até idosos jogam esses jogos porque eles podem ser simples, mas ter alguma criatividade, alguma coisa que acaba viciando quem começa a jogá-los. Muitas vezes são utilizados para passar o tempo, quando você simplesmente não consegue algo de melhor a ser feito.

E então o que acontece? Pessoas tentam tirar proveito da situação de quem é viciado nesse joguinhos e inventam maneiras, artifícios, de tirar dinheiro de quem jogar (vide Fazendinha ou o que quer que seja aquele jogo irritante do Orkut). Aliás, até sites como Orkut e Facebook tem disponibilizado joguinhos em flash para que seus usuários possam passar mais tempo conectados (e também gastando dinheiro).

Acho que a ideia dos jogos em flahs é algo mais ou menos como a lógica de jogo de vídeo-games normais, que acabam viciando as pessoas.

(Isso ou os produtores fizeram um pacto com uma entidade maligna, já que normalmente quando uma coisa faz muito sucesso, são logo associadas a um entidade maligna, enfim…).

Mas tomem cuidado, porque já foi divulgado na mídia casos em que as pessoa simplesmente se viciavam nesses negócios e esqueciam de viver, havendo então consequências trágicas. E na verdade eu espero é que eu are de me viciar em coisas que podem atrasar minha vida, mimimi.

Hm… eu sei, meu post está uma merda, mas me deem um desconto, eu estou voltando a publicar coisas no blog hoje, depois de escrever uma fic e de tentar escrever outra, então minha criatividade está meio esgotada. Hahah.

Vejo vocês depois com algumas ideias melhores durante esse carnaval, já que eu vou ficar em casa.