25 de Maio

E aqui estamos nós de novo, mais um dia da toalha.

Muito conveniente desaparecer e só voltar a escrever algo em um dia tão… peculiar (o qual já teve até direito a “bombardeio” de toalha hoje).

Mas, voltando, meu objetivo com esse post hoje… Bom, ele não existe. Eu simplesmente quis escrever algo e aqui estou eu.

Sabem, é engraçado ver como as coisas estão se espalhando… Ou talvez eu apenas decobri como se pode descobrir coisas na internet – mas isso não importa. O negócio é, #OrgulhoNerd está nos TT’s – tive um susto quando vi.

Também vi várias menções ao Dia da Toalha e até promoções no Twitter (a “ideia” para esse post só nasceu mesmo, porque eu entrei no twitter e me deparei com isso tudo).

Eu já falei em ocasiões anteriores, com um pouco menos de maturidade e até mais fanatismo, sobre o que era ser nerd, já fiz um post inteiramente voltado para esse dia, acho que já devo ter comentado sobre o que está acontecendo e que muitos caracterizam como “ser nerd virou moda”.

Não lembro se coloquei os pretensos Direitos e Deveres dos nerds, tenho plena consciência de que esse é um post completamente inútil. Também não recordo se já falei sobre o preconceito com nerds de um modo geral – mas isso é uma coisa que acontece e sobre a qual provavelmente falarei um dia.

Sei que já coloquei uma imagem totalmente voltada para garotas que também merecem fotos de caras gatos usando toalhas – não é só os meninos que merecem. E não consigo pensar em mais nada legal para ser feito nesse blog com relação ao assunto.

Acredito que hoje só posso desejar:

E comentar que acho interessante olhar também pelo outro lado – e não só ver que existem milhares e milhares de nerds posers por aí. Acho que nesse dia do Orgulho Nerd (e também dia da toalha), desse ano, eu vou aproveitar para me orgulhar dos grandes nerds que se destacaram no cenário mundial e agradecer pela grande febre que isso gerou – apesar do lado negativo que muitos conhecem – já que, assim, pudemos ter muito mais contato com coisas consideradas integrantes da cultura nerd.

O fato de estar se popularizando ajuda, facilita as coisas.

E isso é que é o mais legal de tudo isso, eu acho. (“Pollyana feelings” – se não entendeu, procure pelo livro Pollyana, de Eleanor H. Porter)

Ok, vou parar com as filosofias baratas. Espero voltar em breve com posts mais úteis.

(E também vou agradecer pelo fato de o mundo não ter acabado dia 21 de maio…)

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Essa mulher chamada Akira Amano

Então, eu realmente nem lembrava que hoje era dia da mulher, até que meu pai, meio alegre demais por conta de uma dose de álcool (não façam isso em casa, guys), veio todo alegre e tal me desejar parabéns e fazer piadinha com a minha cara (detesto as piadinhas dele). Enfim.

Aí eu pensei: “Eu devia fazer alguma coisa para o blog“. E de repente, ou não tão de repente assim já que eu estava olhando algumas… coisas de Reborn (sem detalhes), eu lembro que queria escrever sobre Katekyo Hitman Reborn e sobre o fato de que é criação de uma mulher. Uno o útil ao agradável e voilà.

Depois da minha doce (ou não) trajetória, aqui estou eu para falar dela, Amano Akira (ou Akira Amano? Juro que já nem sei mais), a pessoa que idealizou, criou, desenhou, escreveu e tudo o mais… Bom, a pessoa que eu acho que vou admirar a minha vida toda por ter criado Katekyo Hitman Reborn e todos aqueles personagens.

Eu podia falar de diversas mulheres. Eu podia falar de Maria, mãe de Jesus, já que sou católica. Eu poderia falar do quanto eu amo a Richelle Mead e a Meg Cabot por serem escritoras das porcarias açúcaradas que eu mais adoro, eu poderia falar da J. K. Rowlling por ter criado aquela coisa incrível que é Harry Potter e todo aquele universo, eu poderia falar de qualquer jogadora de Volei da seleção brasileira, eu poderia falar de ficwriters cujas histórias me fazem feliz, eu poderia falar da minha mãe, das minhas primas, das minhas tias, das minhas avós com suas porradas de filhos, eu até poderia falar das minhas amigas (mesmo que às vezes elas estranhem terem os nomes aqui, certo, Lara?). E eu não vou fazer isso, porque ainda estou aturdida com o fato de Reborn ser dela.

Não que todas as outras pessoas que eu citei aqui não sejam importantes. Cada uma tem sua importância, sim. E talvez, numa outra ocasião, eu até fale delas. Mas agora é um outro momento.

Por que Amano Akira?, você me pergunta.

E eu te respondo da forma mais bajuladora que consigo: Porque ela é uma japonesa, mangaká, que não escreve shoujos e sim um shounen (muito bom diga-se de passagem), que não esquece dos fanservices em sua obra (principalmente para as garotas, eu acho… ou eu vejo na maioria das vezes o fanservice para garota por que eu sou uma?), que coloca comédia, lutas, momentos de cortar o coração, que criou as coisas mais lindas que eu já vi até agora (Gokudera, Yamamoto, Dino, Ryouhei, Spanner, Gamma, Squalo, Xanxus, Mukuro entre outros) e que me fez assistir a uns setenta episódios de um anime em uma semana (se não menos), coisa que eu não fazia desde que eu via Naruto clássico, quando eu não tinha internet para me distrair. Ou talvez a pessoa que tenha feito isso foi a Lara e a vontade de ler algumas fics…

Ok.

Vemos grandes mangás por aí no mundo, como Bleach, One Piece, Fairy Tail, Naruto e até outros, mas você nunca espera que uma mulher os escreva. Eu pelo menos não esperava. E foi um choque o dia em que eu descobri esse detalhe (tudo bem que eu desconfiava com algumas tendências yaoi*, mas ainda foi um choque…).

Não é como se eu mesma tivesse preconceito com mulheres escrevendo coisas que não são shoujo/romance água-com-açúcar (só eu sei o que tenho lido e escrito nos últimos anos… muitos nada românticos, devo ressaltar). Não é como se eu estivesse inferiorizando uma mulher pelo fato de ela ser mulher e achar que competir com homens que escrevem mangás é perda de tempo.

Não.

É só costume mesmo.

Meu irmão já falou algumas vezes sobre um tal de fitness mental (Natanael, você foi citado) em que você tem que mudar algumas das coisas que são rotineiras na sua vida, porque se não seu cérebro vai se acostumar e ficar acomodado. E foi mais ou menos isso o que acontecia com o meu cérebro.

Então você vê o mangá/anime. Você, seja garoto ou garota. Você acha o primeiro episódio tosco, mas decide se aventurar pelos próximos episódios/capítulos e então você se vê preso na história e não quer mais largar. Porque, no fim das contas, é uma história com tudo o que eu já falei que era. Corrijam-me se eu estiver errada, por favor.

E não se preocupem com tendências yaoi, porque isso não tira o mérito da obra (na maioria das vezes as pessoas nem percebem – um amigo meu que o diga).

Além do fato de ser uma mulher, ainda é uma mulher japonesa. Acho que com todo aquele lance de tradicionalismo japonês e como a mulher era tratada antigamente (sabe-se lá Deus se não existem ainda aqueles que ainda tratam as mulheres como antigamente) não deve ter sido fácil. E a verdade é que eu realmente não entendo de cultura nipônica atual (meu forte é história medieval dos países – não tenho todo o conhecimento sobre todos, obviamente, mas é onde eu mais me destaco em história – mesmo que em história antiga eu também seja boa, modéstia a parte).

Mas, o fato é, se no Brasil que, apesar de ser um país Subdesenvolvido (ou eu deveria falar Em Desenvolvimento?), é um país ocidental, as coisas não são as melhores para nós, então talvez no Japão, com toda sua tradição, também não seja fácil.

O que me faz pensar que mulheres como ela e todas as outras que eu citei anteriormente (por motivos diferentes, mas importantes) deviam servir de exemplo, assim como Joana D’rc, Jane Austen, Carlota Jaquina, Maria Antonieta, Evita Peron, Rainha Elizabeth I, Cleópatra e tantas outras (atualmente a nossa Presidente Dilma também, espero que tenha um bom governo) que tiveram sua cota de importância nesse mundo que muitas vezes foi tido como patriarcal.

Então é isso, eu acho. Só tenho uma última coisa a dizer: Obrigada, Amano Akira, por ter criado essa coisa que é Reborn e continue escrevendo, hahahahah.

Curioso para saber o que é Katekyo Hitman Reborn?

Aqui:

Katekyo Hitman Reborn conta a história de Sawada Tsunayoshi, chamado por seus amigos apenas de Tsuna. Conhecido na sua escola como o “bom-em-nada-Tsuna” Por sua falta de habilidade nos estudos e nos esportes. Tsuna está em seu primeiro ano no colegial e é apaixonado por sua colega de classe: Sasagawa Kyoko. Certo dia em sua casa Tsuna recebe um estranho bebê, chamado Reborn, que se auto intitula um hitman e diz ser seu professor particular para que se torne o próximo líder da máfia Italiana. Família Vongola e a partir daí a vida de Tsuna melhora e passa por dificuldades desde o aparecimento de Reborn.

(Tirado da Wikipédia, obviamente).

Feliz dia das mulheres a todas, mesmo que o dia esteja acabando.

õ/

*Yaoi: Relacionamento homossexual entre dois homens. O termo usado para classificar fics, doujinshis, mangás/animes e tudo o mais.

Meninas Nerds: ficção ou realidade?!

Ou “As dificuldades na vida de uma menina nerd“. Mas vai ficar esse título mesmo, porque foi a ideia inicial (o post foi meio que saindo da linha inicial de pensamento aí virou o que é…).

A ideia mesmo era questionar os questionamentos acerca da existência desses seres que muitos consideram quase como mitológicos, por conta – muitas vezes – da dificuldade em se encontrar alguém do sexo feminino que se encaixe nos padrões nerds atuais (eu, pelo menos, só encontrei efetivamente quando cheguei à faculdade…). Mas aí acabou virando um post explicativo dos motivos de uma menina nerd não ser reconhecida tão facilmente…

O primeiro problema dentro desse tema é o problema da definição. Todo mundo deve concordar atualmente que definir nerd ficou um tanto quanto confuso. Você pode ter várias definições para definir nerds, principalmente considerando que muitas pessoas acreditam que são nerds e acabam formulando um tipo de conceito que se encaixe com o seu padrão psicológico/comportamental e tals.

Uma coisa dessas coisas que tem causado confusão [?] é quanto ao comportamento escolar, aos gostos e à área com a qual a pessoa suspeita de ser nerd pretende seguir. Nesse caso, que é a meu ver um pouco complicado, se encaixariam na definição de nerd todo aquele ou aquela que se interessa por áreas que envolvam as matérias chamadas de exatas – ou algo do gênero. Como áreas onde a matemática e a física, por exemplo, serão fundamentais. Nesse caso, todo aquele aficionado por curso como as engenharias seria considerado como um grande nerd.

Outra definição, a que envolve comportamentos, apregoa que nerds seriam seres antissociais, que passam tempo demais fazendo coisas com as quais as pessoas ditas normais passam apenas um terço (ou bem menos) comparado ao tempo usado por nerds. E ainda existem mais outras definições que poderiam se encaixar nessa categoria, como comportamento exemplar em sala de aula, atenção a todas as aulas, sentar na primeira cadeira, às vezes saber mais que o professor, tirar notas excepcionais, ser um chato quando o assunto é a famosa cola e coisas do gênero.

E uma última categoria de definição poderia ser apresentada com relação aos gostos… Pessoas nerds gostam de revistas em quadrinhos, mangás e animes, livros, vídeo-games, computadores (coisas eletrônicas em geral) e blá, blá, blá.

Algumas vezes os vários tipo de conceitos se misturam, formando novos conceitos de “nerd”: novos conceitos podem envolver comportamentos e gostos, ou gostos e área de interesse (que acaba entrando em gostos, quer queiram, quer não) e então temos as mais variadas definições de nerds que existem hoje em dia.

Mas eu não estou aqui para falar sobre definições, embora tenha feito isso há pouco…

Muitos se perguntam onde andam as meninas nerds ou se elas realmente existem e, dependendo do conceito que cada um tem, as respostas para essas perguntas podem variar muito (a maioria delas negativa para a segunda pergunta, eliminando a chance de a primeira ocorrer).

Por exemplo. Se você considera só o aspecto gosto por quadrinhos/mangás pode ser um pouco complicado (ou não – muitas vezes depende da área geográfica em questão). Se você considera as pessoas que gostam de livros (muito) elas podem ser mais fáceis de encontrar. Se você quer acreditar que nerds são tímidas e antissociais, acredito que não haverá dificuldade. Se o caso for pessoas que gostam de vídeo-games, meninas que gostam desse tipo de coisa vão existir, mas encontrar é bastante complicado, porque elas não vão sair espalhando isso ao vento! Agora, se você procura meninas nas engenharias da vida, vai ser um pouco (muito) mais complicado ainda…

Se você procura isso tudo, parabéns, você talvez esteja buscando uma coisa bem rara (ou até mesmo impossível – dependendo da área geográfica em questão²), porque juntar todas as qualidades citadas acima em uma só pessoa é tão difícil quanto encontrar uma agulha no palheiro, pense bem.

O que já não é tão complicado é procurar pessoas com a maioria dessas qualificações. A história toda muda, sob esse ponto de vista e então é bem mais simples encontrar a menina nerd que você, nerd ou não, procura (mas aí você, obviamente, deve procurar alguma com algum interesse em comum se quer ter algum envolvimento amoroso, digamos assim).

Outro ponto que ajuda a dificultar a percepção desse tipo de pessoa na sociedade é a diferença que existe no tratamento para homens e mulheres. Acho que as pessoas sempre esperam coisas das garotas, determinandos tipos de comportamentes, gostos por coisas padrão, que toda garota deveria gostar e que não necessariamente uma garota nerd vai poder oferecer. As pessoas não esperam que as garotas gostem de vídeo-games, que elas gostem de histórias em quadrinhos. Na maioria das vezes a menina nerd pode se mostrar como uma garota perfeitamente “normal”, como qualquer outra, interessada em maquiagem, sapatos, roupas, caras, coisas do gênero, enquanto os meninos estão mais propensos a serem aceitos por aí como jogadores de vídeo-games “compulsivos”.

Tente ser uma garota com as características de uma garota nerd por aí e as pessoas te olham feio, ou, no mínimo, vão dizer que você precisa é de um namorado para abandonar todas essas besteiras. Podem dizer que você provavelmente vai deixar de gostar de tudo isso em pouco tempo, ou pelo menos vão criticar comparando você com a filha da fulana que é bonita, educada e prendada (inclua aqui todas as atividades domésticas que com certeza a filha da fulana saberá fazer). Outro ponto ruim de se mostrar como uma menina nerd é a falta de compreensão de outras garotas não nerds que só querem saber de coisas fúteis… E elas vão olhar mais torto para você do que qualquer pessoa que você conheça. Ah, e as pessoas podem achar que você está ficando louca também o que sempre garante comentários nas suas costas de seus familiares ou de quem quer que seja…

Por esse e outros motivos eu acho que: sim, garotas nerds existem; sim, não é uma coisa exclusiva de garotos; e sim, você só precisa de um golpe de sorte para que uma garota aparentemente qualquer acabe revelando seus talentos e gostos ocultos… E para a decepção de alguns fãs desse tipo de garotas, existem aquelas que somente fingem ser nerds com segundas intenções… Mas aí já é outra história.

Ah… Sinto-me como se tivesse lavado a minha alma explicando isso (coisa que eu já deveria ter feito há um bom tempo)…

É isso por hoje, acho.

“Garotas Estranhas”

Estávamos assistindo Kick-Ass, era aniversário do Bruno, alguns nerds reunidos e tudo o mais. Eis que, em cenas violentas/sangrentas/coisas do gênero, eram as garotas que gritavam, animadas com as imagens que passavam…

Estranhas?! Talvez.

E esse é o ponto desse post, porque acho que foi-se o tempo em que o estereótipo de garotas era tão comum e verdadeiro que chegava a doer. Acho que acabou aquela coisa de coisas de menina para um lado, coisas de menino de outro. Principalmente quando falamos de meninas que são nerds, que querem ser nerds, que simpatizam, ou o que for. Essas meninas gostam de coisas que as pessoas costumam dizer que são tipicamente masculinas, embora possam gostar de coisas “tipicamente femininas” também.

Veja vídeo-game. Eu já falei que gostava de vídeo-game para alguém e essa pessoa disse “ok, tudo bem… mas eu achava que isso era coisa de menino…”.

Ok, campeão. Mas e daí? Se alguém gosta de uma coisa e é feliz assim, qual o problema?

Outra coisa bem comum é a padronização das cores: azul – menino; rosa – menina. Qual o problema de gostar de uma cor diferente dessas? Você pode ser uma menina louca por azul ou um menino que gosta de rosa e não vê problema com isso, independente do que as pessoas possam pensar. E isso não vai afetar alguém, ou vai transformar uma menina num menino, ou um menino numa menina.

Tudo bem, isso não impede de se gostar de coisas consideradas “normais”, mas não vou entrar nesse mérito aqui, não hoje, não agora.

Então, as pessoas tem seus gostos estranhos e aí vem mais um outro fato importantíssimo nesse post:

Repercussão.

Porque a repercussão que a ciência sobre tal gosto de determinada pessoa vai ter sobre a sociedade de um modo geral é uma das coisas que mais preocupam as pessoas. Muitas delas ainda se importam com o que os outros vão pensar, não acredito que por fraqueza, mas por, sei lá, muitas vezes costume, outras vezes por conveniência, outras por necessidade de se manter aparentemente normal para que não se precise perder a paciência com o olhar atravessado dos outros.

Aí é que entra a minha maior crítica sobre o assunto, não porque as pessoas devam amadurecer para demonstrar seus gostos e enfrentar a consciência social, mas para que as pessoas amadureçam para aceitar o gosto dos outros, as diferenças, tanto de visão, quanto de desenvolvimento de cada um (o que leva cada um a ser o que é, com diferenças de opinião e de mais outras coisas).

Gostar de vídeo-game, mangás, anime, livros e mais outro tanto de coisas foi uma opção minha e acho que, se as pessoas não respeitam, não entendem, que pelo menos abstenham-se de comentários ofensivos – não que eu já tenha passado por situação do tipo, estou apenas exagerando um pouco meio que para exemplificar.

As pessoas no Brasil são livres. E esse princípio constitucional tem validade até mesmo quando o assunto é “preferências”.

Gostar do que se gosta é a melhor parte de se estar vivo. Divertir-se com isso então, nem se fala. Independente do que você gosta e se você acha que as pessoas podem achar estranho (tipo eu falando que as pessoas devem achar estranho que alguém em plena faculdade de direito ainda leia livros infanto-juvenis/mangás), quem são elas para dizer o que você deve fazer?

E ser uma garota estranha que gosta de coisas sangrentas/coisa de menino/coisa da qual uma garota normalmente não gosta/ou equivalente é muito divertido. Mesmo. Porque as pessoas não estão preparadas e o susto que elas levam é muito digno. No aniversário do Bruno foi bem engraçado ver as garotas animadas e felizes com as cenas com mais sangue, enquanto os garotos não entendiam a nossa empolgação.

Além disso, as pessoas que realmente importam são aquelas que conhecem você, que entendem você e que aceitam você assim, como você é de verdade. E isso não é nenhuma conversa pra boi dormir.

É isso. =]

Tinha outra coisa sobre o assunto que eu queria falar, mas acabei esquecendo… Então eu vou finalizar o post por aqui.

Hasta la vista õ/

Eventos Otakus/SANA

Isso mesmo que você leu. SANA.

E eventos otakus.

Bom, considero-me uma “otaku” – na verdade, muitos afirmam que o termo certo para garotas que gostam de todo esse lance de cultura japonesa/animes/mangás seria “otome” – não porque eu, sei lá, quero a todo custo ser uma nerd ou porque eu queria me vangloriar de algo… Ou qualquer coisa do gênero. Eu gosto realmente de coisas japonesas e assisti bastante anime e já li bastante mangá pra saber a diferença entre um bom cosplay e um cosplay podre ou, sei lá, pra saber a diferença entre um shoujo e um shounen. Enfim.

Estive no fim de semana que passou (16, 17 e 18 de julho) nesse evento que acontece por aqui (Fortaleza, Ceará) chamado SANA, Super Amostra Nacional de Animes (aliás, esse foi outro motivo para eu não ter escrito nenhum post antes do que fala sobre o momento pós-copa do mundo e pós derrota do Brasil). E resolvi que escreveria sobre isso, porque eventos nerds de um modo geral acabam fazendo parte da nossa vida.

É legal você sair de casa e encontrar pessoas que gostam da mesma coisa que você e que sabem discutir com perfeição, sei lá, o quanto os persongens de Bleach podem simplesmente possuirem fãs sem que se saiba ao certo o porquê da afeição das pessoas por ele, ou como o Kishimoto é um completo babaca por conta da coisa irritante que Naruto está virando. Além de poder discutir sobre o fato de o Uchiha Sasuke ser um grande inútil e um grande, grande estúpido por conta de sua trajetória. Enfim.

Voltando ao Sana: durante os três dias de eventos tivemos exibições de animes, workshops, tenda eletrônica (só no sábado e no domingo), stands de vendas, cosplays, jogos, competições e não lembro de mais nada agora (aliás, comprei um botton que diz: “Penso, logo… Esqueço” – tirem suas conclusões).

Eu acho legal assistir anime em casa, mas é muito emcionate quando acontece aquelas cenas mais… com cara de ponto alto, de clímax mesmo, e você está em uma sala de exibição lotada, quando todo mundo começa a gritar, todos extasiados com a performance dos personagens… É uma coisa que eu mesma não sei descrever. É bonito quando todo mundo começa a gritar junto, emocionado, como se houvesse algo que os ligasse (e eu sei que é a emoção que liga todas as pessoas que estão no mesmo espaço, sendo expostos à mesma situação).

Eu acho interessante os workshops. Dá pra aprender coisas legais meio nerds que você dificilmente encontra por aí e quando encontra pode ser que seja condicionado por circunstâncias terrivelmente complicadas. Acho legal comprar produtos personalizados direcionados para o público que gosta daquelas histórias e animações. Acho super interessante o fato de pessoas se darem ao trabalho de fabricarem roupas parecidíssimas com a dos personagens que mais admiram para representá-los no meio de pessoas que não conhece, ou que para representar em alguma competição… eu acho que existe muita coisa aprovietável nesse tipo de evento, principalmente quando se está acompanhado de amigos que te entendem e te aceitam como você é.

Meus amigos que me acompanharam na sexta (Letícia e Wesley)

A Lara e eu tentando ser Lolitas ;D

A Ana e o Capitão Jack Sparrow (cosplay)

Mas, vamos combinar, existe o lado negativo dos eventos, assim como em muitas coisas. Existe um segundo lado.

O probelma são os posers, que falam sem saber do que falam, ou que falam achando que estão arrasando, quando, na verdade, estão apenas falando coisas que é tão sem noção, mas tão sem noção, que ninguém nem aguenta ouvir por muito tempo.

E ainda aparecem pessoas que só querem, sei lá, se vestir de forma estranha, sem entender do que se trata o evento, pessoas que só querem ir lá por conta da movimentação e por conta da tenda eletrônica – aliás, por que aquilo existe? Além disso, aparece ainda emos e membros da família restart… E eu me pergunto: será que esse povo entende o que está acontecendo ali?

Outro problema grande é o preço das comidas e bebidas… Acho que as pessoas poderiam querer explorar menos os pobre otakus. Existe muito lugar por aí que refrigerantes são bem mais baratos do que lá (uma lata de refrigerante por dois e cinquenta me parece super-faturamento no preço do refrigerante).

E ainda aparece empresas – como a de curso de computação gráfica, eu acho – que praticamente tomou conta de todo o espaço. Sei não, acho que o dinheiro dos ingressos já não está ajudando tanto assim, ou o pessoal da organização é que é megalomaníaco mesmo.

Muita gente reclamou da imensa fila para entrar e para a compra de ingressos, eu eu acredito que realmente estava sendo cruel ter que esperar horas parado em pé em uma fila para gastar dezoito reais em um ingresso que já não seria bem aproveitado, porque as pessoas já perderam metade do dia e da paciência enquanto estavam ali, fritando.

Outra coisa que eu não gostei no evento, foi a baixa quantidade de sala de exibições. Só vi uma e não lembro de ter cisto uma sala nostalgia – onde eu passei boa parte do meu tempo durante os eventos anteriores e onde os animes mais “clássicos” são exibidos. E das duas vezes em que eu fui para a Sala de exibição, logo começava Naruto e eu era forçada a sair de lá, por não conseguir mais suportar ver Naruto na fase atual – Naruto Clássico era ótimo, só pra constar.

Não sei como andam os outros eventos otakus no país, por isso não sei se posso generalizar por aqui, então nem vou fazer pra não ser apedrejada depois, também não frequentei o SANA antes de 2008 para poder fazer comparações. Mas a minha (humilde) opinião é a de que as coisas sempre precisam melhorar e o SANA não é exceção.

Voltando para os pontos positivos, acho que os cosplays estavam bons e estavam ruins, mas isso não torna o evento menos divertido, na verdade isso até diverte, porque as pessoas querem ser engraçadas, ou pelo menos se esforçaram para fazer uma coisa decente.

Essa parte dos cosplays é interessante, porque pode ser a materialização do cara perfeito na sua frente e isso é completamente interessante. Surtos e ataques fangirls são super-válidos para aquele cara que estava com um cosplay decente de um personagem que é o alvo da paixão de muitas garotas por aí (mas pode ser o contrário também, meninos, não se sintam exlcuídos). Ou pode ser a materialização de um sonho idiota de ver dois personagens juntos, como aconteceu comigo, enquanto eu via a apresentação dos cosplays da garota que fazia Nico Robin e o garoto que fez o Roronoa Zoro, ambos de One Piece, em uma cena nada inocente ou não sem qualquer conotação romântica – no meu ponto de vista.

Aliás, esse grupo de cosplay de One Piece estava muito bom. Mas voltando…

Acho também que depende de cada um. As pessoas podem fazer um evento que tinha tudo para ser ruim se torne bom, ou vice-versa. Exemplo: achei o sábado uma coisa meio tensa, não consegui me divertir muito, mas o domingo, justo o dia em que estava mais lotado e tinha tudo pra ser ruim, foi quando eu acabei me divertindo mais, pelas coisas que eu e minhas amigas fizemos e talvez pelo fato de estarmos juntas, vendo, comentando, sorrindo, gritando, enfim, fazendo a coisa valer a pena.

Bom, acho que o recado foi dado. Eu escrevi mais do que gostaria em um tempo incomum – foi bem rápido, tanto que é o terceiro post do dia.

É isso por hoje.

Classificação Taxonômica [?] dos Nerds

Então, há alguns posts atrás eu falei sobre a classificação taxonomica dos nerds. Eu falo isso normalmente, porque eu li em um blog que eu considero muito bom, embora ele não seja atualizado há alguns bons meses, sobre classificação da Geekness. Então eu passei a adotar a ideia. Às vezes eu me deparo com algumas classificações interessantes, sem mesmo querer encontrá-las. E como eu já tenho pelo menos três classificações diferentes aqui em casa, eu resolvi fazer um belo Ctrl+C; Ctrl+V nas ditas classificações. Ate porque eu não estou lá muito interessada em escrever muito hoje. Hahah. Eu preciso de um descanço. Mas, enfim, largando meus problemas de lado, vamos às classificações:

A primeira, eu encontrei no Zine Acesso.

É uma escala multicromática, que ficou um verdadeiro losshoo.

A segunda foi tirada do blog 633k (Geek), de um post sobre classificar sua geekness (esse é o dito post que eu falei lá em cima). E eu vou copiar mesmo, depois se vocês quiserem comentar lá no blog, pra ver se eles voltam a publicar coisas… Enfim:

Artsy – Bauhaus é um adjetivo, obturador não é um instrumento de dentista, 35 milímetros não é o calibre de uma arma. Acha a Pinacoteca, o MASP, o MAM e o MAC (sim há diferença entre os dois) lugares ótimos para um programinha de sábado a tarde. Conhece a moça da bilheteria do Arteplex  pelo nome, é a maior fonte de renda do Cinemark e tá absolutamente sem espaço para outro pôster ou outro DVD.

Clave de Fá – Todo tipo de música tocada em todo tipo de instrumento. Desde os caras do Stomp tirando som de molho de chaves até os finlandeses do Apocalypica fazendo misérias com um pobre de um violãocelo. 20 giga de musica no PC, 30 cds espalhados pelo carro, Mp3 melhor amigo, fortunas gastas em shows e em amplificadores.

Gamer – MMOs, CS, WoW e outras siglas afins. Desde a época do mega drive X snes até xbox X play3 . RPG não é um treco para arrumar sua coluna, War fica muito melhor se o objetivo de todo mundo for ‘conquistar o mundo’, 4 horas na frente de um tabuleiro é mó legal e sudoku ajuda a matar o tempo.

HQuista – Longos períodos de fome para economizar o dinheiro do lanche, sabe de cor nome de todas as namoradas do Wolverine, critica as 20 mil linhas de historia de roteiristas e ilustradores de cada herói, xinga cada morte do Super-Homem e espera com antecipação a próxima ressurreição, acha mó lame que alguém armado de um lápis Faber-Castel amarelo conseguiria derrotar o Lanterna verde.

Otaku – Queria ter nascido, já foi ou irá para o Japão um dia. Acha ler com a abertura da revista virada para a esquerda a coisa mais normal do mundo, arrasa no karaokê em japonês, solta expressões como ‘gotinha’ para dizer que ficou sem graça e gostaria que um dia um espírito viesse buscar vingança através de seu corpo.

Sci-fi – A palavra chave é ‘estrela’. Star Wars, Star Trek, Star Gate, Battlestar Galactica, Tropas Estelares. Klingon é uma língua de utilização corriqueira, naves podem (e devem) explodir quando atacadas por um feixe de íons, viagem no tempo não só é possível como tem maneiras diferenciadas de se fazer isso.

Tech – Nesse mundo funções, derivadas, gráficos e parábolas fazem sentido. Equipamentos eletrônicos são seus amigos e facilitam sua vida, física subatômica é assunto de bar, células fotovoltaicas são a esperança do futuro e não há nenhum conhecimento do mundo que não seja facilmente achado na internet.

Televisionários – Beackman te ensinou que uma banana tem 75% de água, Freakazoide rima com chimpanzé, o último episódio de Friends causa lágrimas, suco de frutas Gummy é um sonho de consumo, Jack Bouer e Mcgyver daria uma boa briga, Heroes foi pro saco e os dias da semana são marcados de acordo com as estréias.

Traça de Livro – Tinha cartão da biblioteca com 5 anos de idade, lê 3 livros ao mesmo tempo, cita autores pelo nome e número de volumes publicados, carrega sempre um exemplar na mochila/bolsa (por que nunca se sabe), leva livro até para a praia e acha que a edição única de Senhor dos Anéis tem um tamanho “modesto”.

E, por fim, mas não menos importante, uma imagem que eu econtrei no Garotas Nerds há algum tempo, mas que, depois, eu descobri que havia sido cortada, porque a gravura original não é nada pequena:

Se você clicar, acho que a imagem pode ficar um pouquinho maior...

E depois disso, eu só tenho algo a dizer. É geek demais no mundo. Ou não.

Espero que tenham gostado. Se não gostaram e acharam que não existe isso tudo aí de geek no mundo, então encare isso do lado engraçado. Não sabe encarar o lado engraçado?! Você tem sérios probelmas. Achou que veria algo mais legal no blog? Sério? Então, eu estou sem ideias por hoje e meu PS2 me chama. Você pode dar ideias, se quiser fazer algo por essa alma que vos fala. Seria bem legal. Ou você pode simplesmente sentar e esperar o próximo post que sai… Bom, eu não sei quando sai.  Acho que até o fim de semana.

É isso. Sem mais por hoje.

Dia do Orgulho Nerd [Parte II]

Então eu volto hoje, pequenos padawans, depois do meu dia bontinho e feliz (não mesm0) para registrar impressões acerca do primeiro dia da toalha que eu “participo  consciente e ativamente”. Ano passado eu ainda era meio noob, apesar de já ser tão esquisita quanto atualmente e eu ainda não lia blogs para entender o que é o dia da toalha e do orgulho nerd.

Vou pular a parte em que eu simplesmente comento trivialidades para passarmos para a parte interessante (ou não). Primeiro de tudo eu queria dizer que me sinto uma vaca preguiçosa, porque, se não fosse pela minha constante preguiça, eu teria levado uma toalha para me acompanhar durante o dia. Mas para me redimir, fiz fotos assim que cheguei em casa:

Era uma boa ideia, que morreu por conta da minha preguiça...

Então, assim que eu cheguei à sala de aula, a Ana já estava lá e estranhou o fato de eu, Tici, Lara e Bruno termos chegados todos juntos, mas a questão é que estávamos lá em baixo olhando a Lara olhar uma revista de maquiagem (eu na verdade queria ver se encontrava um pó na mesma revista, mas acho meio inútil, sendo que eu não sei o número da cor do pó). Então (já na sala) começamos a falar sobre o dia e a desejar feliz dia da toalha/orgulho nerd para todos.

Depois veio a discussão sobre as funções da toalha, onde a Ana estava praticamente cuspindo algumas duzentas palavras por minuto, das quais eu não entendi nada, mas tinha muita coisa lá no meio. E se você desse sorte, sua toalha ainda serviria para lhe enxugar.

Enquanto isso, Lara balançava sua toalhinha como um sinal de que alguém ali sabia sobre o dia – porque, em vinte e cincos de maio, as pessoas sabem da existência de outros nerds através da toalha. Então o professor chegou e tivemos que parar com as conversa, porque era o professor de Direito Penal – que é muito ameaçador, quando quer.

Depois o Sid chegou, todos trocamos cumprimentos rápidos com o Soutaichou (General) e voltamos a prestar atenção na aula. E como ninguém da sala se pronunciava para responder as perguntas que o professor fazia, ele resolveu marcar uma prova relâmpago para, advinhem, depois de amanhã.

Na hora do intervalo, conversamos sobre o post Parte I, sobre o dia do orgulho nerd e sobre os direitos e deveres do nerds – que está no citado post. Bom, agora eu não lembro mais sobre o quê conversamos, já que minha memória não é das melhores, nem adianta eu tentar. A aula acabou muito tarde, já que o professor da segunda aula acha que pode chegar a hora que quiser e passar duas horas seguidas enrolando, enrolando e enrolando (mesmo que ele ainda ache que está passando o conteúdo de forma exemplar para nós). Quando eu consegui sair da aula, com algum medinho de o professor atacar de Drama Queen mais uma vez (a primeira vez foi muito ridícula, mesmo que eu não tenha visto), eu comi alguma porcaria e fui para a aula de francês, no sol fritante que “faz” por aqui, sendo que eu já estava atrasada.

Depois do francês, passei direto para a biblioteca e fui estudar, porque, né, vou ter uma prova horrível semana que vem (e eu não lembrava que a prova era na semana que vem). Mas eu ainda consegui ler o primeiro volume de Meru Puri, mangá da Matsuri Hino (que, aliás, é da Lara. Obrigada, moça! *-*). Por volta das três horas eu saí da biblioteca e fui para o inglês e, para minha total surpresa, eu encontrei DUAS meninas andando com toalhas nos braços. Duas Meninas que eu nem conheço. Foi muito legal, se formos considerar que não era nenhuma amiga minha, e eu não tinha encontrado mais ninguém com uma toalha além da Lara hoje.

Depois inglês, depois dois ônibus lotados e depois cheguei em casa, bati as minhas fotos e vim para cá, escrever esse post, que eu não deveria estar escrevendo… Estudar é importante, mas às vezes nós precisamos descansar. E eu estou realmente cansada, por mais que eu tenha sintetizado tudo o que eu fiz.

This is Fred. Fred is a Nerd-Frog...

Teve até espaço para fotos do Fred – os créditos do nome são todos da Ana. E fotos do Fred com a Esmeralda. Percebam a camisa xadrez do meu sapo nerd (LOL). E o ambiente verde é completamente previsível, já que eu simplesmente adoro verde. Nem deu pra perceber, certo?!

Esmeralda and Fred

Essas fotos todas são para compensar que euzinha aqui, não tenho uma foto com uma toalha, porque não consigo tirar fotos minhas e não tenho cratividade para fotos legais.

E tem também essa foto. Mais direto impossível:

Mas eu tenho uma foto que é como uma pequena vingança pessoal. Porque eu cansei de visitar alguns blogs nerds, em sua maioria feitos por homens, com fotos de garotas semi-nuas, com uma toalha. Afinal, nós, she-nerds, podemos ter garotos semi-nus com toalhas. Igualdade é isso aí. E como eu sou uma fangirl:

Dean e Sam Winchester... Ah, e as Toalhas...

Imagem que eu encontrei há algum tempo e já não sabia se teria alguma utilidade. Se não gostaram da brincadeira, paciência. Don’t Panic. Eu vou fazer um post hoje instrutivo e interessante. Uma lástima que vá ser a base de Ctrl+C; Ctrl+V. Enquanto isso, vamos aos intervalos comerciais. Ah, e bom fim de dia da toalha!

Sem mais.

Ps.: Só pra lembrar que o Dia da Toalha e o Dia do Orgulho Nerd são coisas completamente diferentes, feitas no mesmo dia. O primeiro começou em 2001 e o segundo em 2006. O problema é que os dois acontecem no mesmo dia… E qualquer nerd que goste de livros e tenha lido o Guia do Mochileiro  das galáxias (o que é praticamente uma redundância) entende os dois dias. É como se fôssemos fazer a festa de aniversário de duas pessoas na mesma hora e local. Uma festa conjunta…