Novo trailer de ‘The Avengers’

Apesar da minha própria opinião sobre adaptações, eu sinto realmente, realmente que preciso assistir a esse filme assim que aparecer nos cinemas (e sim, isso aqui já é uma intimação para as pessoas lindas e maravilhosas que normalmente vão ao cinema comigo para que se preparem, porque estaremos lá). Por isso, vendo esse trailer no Facebook e sentindo necessidade de comentar isso de forma aleatória, eu resolvi trazer para cá, porque eu não sinto que eu tenho realmente liberdade para dizer as coisas que eu quero na referida rede social.

Vejam, vejam:

E o que dizer?! Eu já nem sei mais direito! No entanto, gostei bastante das cenas de explosões, haha. E gostei de ver o Capitão América de novo –  ele está longe de ser meu super-heroi preferido, mas é um dos mais lindos, certeza. Começo a simpatizar com a Viúva Negra, interpretada pela Scarlet Johansson – acho que, na verdade, começo a simpatizar também com a própria Scarlet (sim, eu sou uma pessoa que não está acostumada a vê-la atuar nem sou sinceramente íntima da Viúva Negra). E sinto que vou continuar a me divertir com o Tony Stark.

Um filme sobre o qual eu não me arrisco a falar nada, como primeiras impressões ou whatever, e que eu vou assistir realmente de forma despretensiosa, sem saber o que esperar, sem ter expectativas. Não vai ser difícil esse filme me surpreender.

É isso :3

Kuragehime

Kuragehime é um anime que foi produzido ano passado pelo estúdio Brain’s Base e possuí apenas onze episódios (e um OVA). É baseado em uma série de mangás josei (tipo de mangá que normalmente é voltado para o público feminino adulto) que atualmente ainda está em publicação (tem seis volumes e é publicado na revista Kiss).


Tsukimi Kurashita, conhecida como a protagonista, é uma moça que saiu do interior para morar em Tóquio e conseguir um emprego de ilustradora. Por não ter muito dinheiro, Tsukime acaba indo morar em uma casa com várias outras mulheres que, como ela, são “otakus” (ou o que muitos chamam de “nerds”) de alguma coisa. Cada uma tem um apreço especial por algo e os gostos delas variam bastante. Vão desde trens até homens da terceira idade, passando por generais chineses, bonecas japonesas de porcelana e águas-vivas – essas últimas são justamente as coisas mais preciosas para a protagonista (aliás, o nome do anime parte justamente daí e é algo como “Princesa das águas-vivas”). Ah, e tem uma mangaká de BL (Boys Love) que nunca aparece e que é tratada como algum tipo de divindade ou algo assim.

Todas elas são antissociais, são fanáticas, podem ser consideradas como “fora de moda” e não possuem qualquer vida amorosa, sequer se aproximam de homens – aliás, homens são um tabu.

Em um lindo (não mesmo) dia, Kuragehime conhece uma garota bonita, segura de si e alta que salva uma água-viva de ser morta por incompatibilidade com uma outra espécie de água-viva, pois dividem o mesmo aquário. A moça consegue o que Tsukimi não estava conseguindo, deixando a garota tão feliz, que não se importa quando as duas acabam seguindo juntas para a casa da protagonista.

A moça, que certamente não se preocupa muito com o fato de estar na casa de uma garota que acabou de conhecer, acaba dormindo no quarto de Tsukimi, que, apesar de estar preocupada com a estranha presença da moça ali, a deixa dormir. O problema é que na manhã seguinte as coisas parecem piorar consideravelmente para a protagonista.

Depois dessa introdução, que saiu maior do que eu esperava, devo dizer que a surpresa que aguarda Tsukimi vai tornar aquela presença ali bem mais complicada. E isso é uma coisa que você percebe logo no primeiro episódio, então nem é tão spoiler assim.

É um anime engraçado e divertido, que tem uma ideia original, mesmo que possamos identificar um ou outro clichê ali no meio. E em certos momentos é legal ver um clichê. Principalmente se ele continua sendo um clichê, com uma estrutura um pouco diferente do que estamos acostumados. Foi justamente essa a sensação que eu tive vendo Kuragehime.

Não é um anime dos mais pretensiosos. O enredo é legal, mas não tem grandes e complexos dramas, o que, a meu ver, acaba sendo um grande ponto a favor.

A parte visual é bem bonita, talvez por ser um anime recente, e os personagens são ótimos. É legal ver as peculiaridades de cada uma das meninas que moram na pensão – porque aquela casa parece aquelas pensões que vemos em novelas (eu já assisti novela, não que ainda faça isso atualmente). Além do fato de que todas acabam sendo excêntricas ao seu modo (Mayaya e Jiji que o digam).

O único problema é que, como eu disse, o mangá ainda não foi concluído, logo o final não é dos mais satisfatórios – e isso é uma coisa que dá para concluir a partir do que eu já falei.

Mas, no fim das contas, eu acho que é um anime que deve ser visto, sim. Principalmente por ser curtinho e nem levar tanto tempo para ser finalizado.

E a abertura é uma das mais legais que eu já vi, tanto pela música chicletinho, quanto pelas imagens, com muitas referências a filmes famosos (Star Wars, 007, Kill Bill dentre outros).

Épicas Batalhas de Rap da História

Nem sou muito fa de rap e acredito que muitos já devem ter visto esses vídeos em algum lugar da internet e tals, mas eu até que queria colocar aqui – para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ver e porque eu adoro história – esses vídeos de batalhas de rap envolvendo personagens históricos e personagens que estão aí atualmente (ou não atualmente assim, hein, Darth Vader?).

E o legal é que, além de se divertir ouvindo rap – para quem curte – ou lendo a letra da música – que é bem divertida – dá para aprender algumas coisas (como por exemplo: Elise, citada pelo cover do Justin Bieber, faz referência a uma música do Beethoven chamada “Para Elise”  – Für Elise – informação que provavelmente nem é tão útil assim, eu sei). Clique no “view full article” para ver as outras batalhas de rap.

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